Hoje às 17h Sala de Marina sobre Inclusão Digital e Governo 2.0

DIRETRIZES DE GOVERNO

09/09/2010

Proteção social: saúde, previdência e 3ª geração de prog. sociais

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A Constituição em 1988 estabeleceu os princípios de universalidade ao sistema de proteção social, representando um passo para o futuro. Na década de 1990, as orientações constitucionais relativas à previdência e à incipiente implantação do SUS sofreram com as fortes restrições orçamentárias, resultando em desequilíbrio no sistema e em deficiências que persistem até os dias atuais. Este é o desafio que nos cabe superar.

 

Necessitamos olhar a proteção social como um conjunto de políticas públicas integradas e complementares. A reconstrução das redes de proteção social é um passo necessário para orientar um conjunto de valores que afirmam a nova cultura social da sustentabilidade.

 

Saúde e bem-estar humano

O Brasil passa por importante transição demográfica – com grande quantidade de jovens, estabilização do crescimento e tendências de envelhecimento – que resultará em inúmeros reflexos no sistema de saúde e na garantia de bem-estar para a sua população.

O SUS é resultado de 30 anos de luta pelo direito à saúde, e pode ser considerado a maior política pública em construção no Brasil. Apesar dos avanços, ainda é necessário superar problemas atuais (subfinanciamento na Saúde; gestão ineficiente de recursos; precarização nos processos de  trabalho das equipes do PSF; baixo investimento na formação de profissionais para a saúde; predomínio de um modelo centrado nos hospitais e nos insumos biomédicos; desigualdades regionais; falta de conectividade entre as políticas de governo; insuficiência de projetos de prevenção e promoção da saúde) e avançar para encarar os desafios futuros relacionados com o novo perfil epidemiológico que se configura para a população brasileira (mais velha, mais urbana e mais sedentária).

Uma política preparada para se adaptar às novas demandas na área da saúde e promoção de ambientes saudáveis para os brasileiros deve considerar o redirecionamento do atual sistema de saúde, para um sistema que seja mais humano, personalizado, rápido e que ofereça respostas às demandas de todos os brasileiros. 

 

a.     Saúde e bem-estar humano como valores centrais – Incorporar condições dignas de moradia, alimentação saudável e em quantidade suficiente, vida saudável, prevenção de doenças, redução da violência e promoção da cultura de paz como valores centrais das políticas governamentais na área da saúde, saneamento, gestão urbana e desenvolvimento regional.

 

b.     Promoção da saúde e da intersetorialidade – Reorientar e integrar políticas setoriais capazes de promover a saúde e a melhoria da qualidade de vida, visando criar ambientes saudáveis, proteger as pessoas contra ameaças à saúde e possibilitar aos indivíduos, famílias e comunidades a expansão de suas liberdades, capacidades e oportunidades. Priorizar investimentos em programas e projetos para promoção da saúde e prevenção de doenças, apoiada por planos articulados com outros setores (educação, meio ambiente, etc.) para atuar nas causas e ir além das consequências. Ampliar a capacidade de prevenção da Vigilância Epidemiológica visando evitar o excesso de gastos em medicamentos. Promover articulação entre as três esferas de governo para atuação preventiva e combate à disseminação da dengue, hepatite e outras doenças.

 

c.      Universalização e melhoria dos serviços de Atenção Básica – Ter a Atenção Básica como eixo estruturante da organização e articulação de ações e recursos. Fortalecer e aprimorar o Programa da Saúde na Família, visando estimular seu potencial humanizador do cuidado no atendimento, assim como promover a formação de profissionais de saúde nesse sentido, com prioridade para médicos generalistas, enfermeiros, assistentes sociais e agentes comunitários. Promover a alimentação saudável, com  a inserção dos profissionais de nutrição nas equipes de apoio do PSF/Unidades Básicas de Saúde. Investir em tecnologia da informação e comunicação para modernizar o trabalho das equipes do PSF junto aos indivíduos, famílias e comunidades.

 

d.      Rede de serviços de atenção à saúde integral e familiar – Aprimorar, em conjunto com os estados e municípios, uma rede de serviços de saúde, orientada pela essência do SUS (universalidade e integralidade), onde a Atenção Básica terá papel estruturante na organização e articulação das ações e recursos. Assegurar os direitos às pessoas portadoras de deficiência no acesso à saúde. Garantir aos povos indígenas o direito ao acesso universal e integral à saúde. Estruturar serviços de média complexidade que sejam complementares a atenção básica, garantindo a sua resolutividade e qualidade. Implantar setor de alta complexidade que rompa com o princípio da oferta e se oriente pela demanda/necessidade oriundas da Atenção Básica/Saúde da Família.  Criar rede de urgência e emergência (da pequena à grande urgência, passando pelos serviços pré-hospitalares, e/ou hospitais de pequeno porte). Articular a atenção hospitalar visando a complementaridade da rede de serviços. Apoiar estados e municípios em ações integradas a desospitalização dos transtornos mentais. Apoiar a convivência dos serviços estatais, serviços filantrópicos, serviços de organizações sociais e outros serviços privados que queiram  trabalhar sob a orientação dos princípios e autoridade do SUS e abertos à participação e acompanhamentos dos conselhos populares de gestão.

 

e.      Garantir o financiamento estável do SUS  Articular no Congresso Nacional a imediata regulamentação da EC 29/2000. Implantar imediatamente o aumento do aporte federal para o SUS, até atingir o percentual que está previsto na regulamentação da Emenda. Exigir que os governos estaduais cumpram o que está previsto na EC 29/2000.

 

f.       Sistemas de saúde suplementar Reorientar o foco da Agência Nacional de Saúde Supletiva, visando reduzir os custos da assistência à saúde pela introdução de sistemas solidários de coparticipação. Promover a atualização das regras dos planos de saúde, não mais para atender e compor interesses econômicos, setoriais e corporativos, mas sim criar um conjunto de regras de interesse da população brasileira.

 

g.     Assistência farmacêutica, acesso e produção de medicamentos Desenhar e executar uma Política de Assistência Farmacêutica priorizando a rede básica de saúde, com ênfase na modernização e adequação de Laboratórios Farmacêuticos Públicos, na produção de fármacos, medicamentos, com ênfase nos genéricos, e fitoterápicos, ampliação do acesso a medicamentos básicos e expansão das Farmácias Populares. Incentivar o uso de tratamentos e métodos mais simples, baratos e tradicionais (culturais) como a fitoterapia, a acupuntura e a reeducação alimentar. Capacitar os agentes comunitários de saúde e sua atuação nas comunidades, contribuindo assim para a redução da procura por serviços e hospitais e para a efetiva melhoria na qualidade de vida dos brasileiros. Regulamentar as Portarias 971 e 853 do Ministério da Saúde, que contemplam recursos como a Fitoterapia, a Acupuntura, a Homeopatia e vários elementos da Medicina Tradicional na rede pública de saúde.

 

Previdência

 

A sociedade brasileira precisa tratar melhor quem envelhece e perde sua capacidade de trabalho e restaurar a perspectiva de uma aposentadoria compatível com os recolhimentos que fizeram ao longo da vida. Em face deste quadro, os sistemas de proteção social devem avançar em busca da integração inclusiva de seus participantes no processo social e econômico, ao mesmo tempo em que devem fortalecer os princípios da universalidade e da solidariedade.

 

O Sistema de Previdência deve distinguir os benefícios previdenciários da seguridade social e ter estratégias específicas de financiamento para ambos.

 

a. Reforma da Previdência – A reforma deve considerar as particularidades de três grupos: os jovens que ainda não ingressaram no mercado de trabalho; os adultos do setor privado e do funcionalismo que estão na ativa e têm direitos adquiridos de aposentadoria pelas regras atuais; os idosos que já estão aposentados e precisam de regras claras de recomposição do valor do benefício. O desafio estratégico é transitar de um sistema de repartição para um regime de capitalização, o que demandará uma forte estrutura de financiamento de longo prazo. Devem ser estabelecidas regras claras para o reajuste de benefícios e para adaptação do sistema à estrutura etária da população.

 

b.    Previdência Privada – Fortalecer o sistemas de regulação dos planos de Previdência Privada; fomentar os investimentos de longo prazo, voltados para apoiar a transição para uma economia sustentável.

 

Terceira geração de programas sociais 

 

O país deu grande salto nas políticas sociais nos últimos anos, superando os métodos assistencialistas de socorro aos mais pobres (simbolizado pelo programa de Cestas Básicas). Houve evolução para uma segunda geração de programas sociais, com formas menos paternalistas de superação da pobreza extrema com a distribuição de renda direta às famílias com contrapartidas dos beneficiários, como o Bolsa Família.

 

É preciso agora avançar para uma terceira geração de programas sociais que amplie os esforços atuais de forma proativa, integrada e adequada a diferentes condições de carência. O objetivo é superar a pobreza por meio da garantia do acesso e da oferta de oportunidades a indivíduos e famílias para a sua inclusão produtiva na sociedade.

 

a.     Consolidar e ampliar as boas práticas associadas a políticas e programas sociais – Institucionalizar programas que alcançaram bons resultados, tais como o Bolsa Família, partindo da identificação feita por esse programa dos 15 milhões de famílias mais pobres do país, reunidas no Cadastro Único para Programas Sociais, e definindo esse grupo social como usuário principal de iniciativas complementares e associadas, voltadas para a erradicação da pobreza no Brasil.

 

b.     Ampliar e integrar programas sociais dirigidos para a erradicação da pobreza – Dar maior eficácia, eficiência e efetividade às políticas e programas sociais hoje disponíveis em vários níveis de governo (federal, estadual e municipal), consolidando-os, integrando-os e orientando-os prioritariamente para o atendimento das famílias mais pobres do país, enfatizando de modo específico o atendimento das principais  necessidades, bem como a realização de suas melhores habilidades.

 

c.      Esforço individual e familiar como estratégia de superação da pobreza – Transformar os beneficiários dos programas sociais em parceiros dotados de protagonismo na escolha das oportunidades que lhes são oferecidas, assim como torná-los cientes de que a superação da situação em que se encontram dependerá principalmente da sua capacidade de aproveitar plenamente tais oportunidades.

 

d.     Diferenciação entre produção e oferta de programas sociais e definição dos usuários dessas oportunidades – É preciso separar produção e gestão de programas e serviços sociais da oferta e seleção dos seus usuários. Uma Rede de Agentes de Desenvolvimento Familiar será responsável por levar os programas sociais às famílias mais pobres e dar apoio a suas escolhas. Além disso, apresentarão aos produtores e gestores desses serviços os seus usuários preferenciais, garantindo aos beneficiários a possibilidade de inscrição nesses programas.

 

e.     Garantir a disponibilidade, integração e complementação de políticas sociais orientadas para previdência, assistência social e saúde, educação, cultura e trabalho, habitação, urbanismo e saneamento – Assegurar a integração orçamentária e a transversalidade das políticas desses setores por meio de ações matriciais e territoriais.

 

f.      Priorizar a aquisição de conhecimento – Garantir que programas educacionais e de formação básica e profissional façam parte e adquiram prioridade numa estratégia nacional de erradicação da pobreza.

 

g.     Estimular o empreendedorismo como estratégia de superação da pobreza –  Assegurar que os indivíduos e famílias atendidas pelos programas sociais integrados se sintam instados a buscar melhores condições fora do ambiente de atendimento desses programas, principalmente tomando consciência de suas potencialidades e desenvolvendo capacidades que lhes permitam garantir a sobrevivência.

 

h.     Buscar e estimular parcerias público-privadas – Avançar além do Estado unicamente provedor para o Estado mobilizador e atrair o setor empresarial e as organizações não governamentais para participarem do esforço de erradicação da pobreza no Brasil por meio da associação à execução de políticas e programas sociais integrados, assumindo o lugar de agente econômico principal, capaz de recrutar, treinar e empregar indivíduos e – eventualmente – famílias em atividades produtivas que façam parte de cadeias de valor que envolvam o fornecimento de bens e serviços descentralizados necessários aos seus processos produtivos.

 

i.       Constituir uma Rede de Agentes de Desenvolvimento Familiar (ADF) – Integrar o funcionamento de diferentes sistemas de oferta de programas sociais hoje existentes que operam em nível federal, estadual e municipal em uma única rede e descentralizada, voltada para o atendimento prioritário das famílias mais pobres do país, constantes do Cadastro Único para os Programas Sociais. Aos agentes dessa Rede caberá atualizar o Cadastro Único, fornecer informações sobre deficiências, oportunidades e efetividade dos programas sociais, estabelecer com a família o Plano de Desenvolvimento Familiar, demandar junto aos produtores de programas e serviços a participação das famílias e acompanhar e estimular a evolução da família no alcance das metas por elas definidas.

 

 j.      Plano de Desenvolvimento Familiar  Avaliar as necessidades de cada família, priorizar acesso aos programas sociais e serviços públicos e estabelecer metas a serem por elas alcançadas.

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Comentários

  • 30/08/2010
    Adolfo
    Cara Marina, por que devo votar em você.
    Caro Adolfo, O importante é que você compare as propostas dos candidatos e analise- as. Você tem muitas razões para votar em Marina. Ela tem causa(do planeta, da qualidade de vida tanto de hoje quanto do futuro. É causa dos nossos filhos, netos e descendentes). Marina quer o desenvolvimento. Esta em sintonia com o século 21. Ela ajudará o Brasil a crescer, mas sabe que o crescimento é só uma ferramenta para que o país atinja o desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural. Marina conhece a pobreza, valoriza a educação, Dará oportunidades para todos através da terceira geração de programas sociais, com a capacitação e e inserção dos beneficiados no mercado de trabalho, de acordo com os potenciais de cada família. Tem uma proposta Verde - alia a qualidade de vida com a necessidade de preservação ambiental. Tem capacidade de gestão, tem equipe, propõe uma nova forma de governo. É sucessora e integra os avanços dos governo FHC e Lula. Combate o desperdício e é mulher.

  • 28/08/2010
    Jessé Pereira Falcão
    Prezada Marina, eu gostaria que a senhora com as suas diretrizes de governo nas questões sociais desse condições de as famílias que participam de programas assistencialistas, receber um dinheiro para sustentar-se e em contrapartida elas estariam inseridas num programa do governo de educação profissional, a fim de que o governo não as sustentasse para sempre, e sim que elas possam trabalhar por conta delas e não depender mais dos programas assistencialistas Atenciosamente,Jessé Falcão
    Caro Jessé, essa é exatamente a proposta da Terceira geração de programas sociais proposto por Marina. De uma olhada na diretriz Proteção social: saúde, previdência e 3ª geração de prog. sociais. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 28/08/2010
    luiz campos
    ALTERNATIVAS PARA REDUZIR O DESEMPREGO (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil - Comunique-se - ) Assunto: REDUÇÃO DE DESEMPREGO E AUMENTO DO NUMERO DE POSTOS DE TRABALHO Penso que algumas ações imediatas poderiam gerar empregos formais: ? Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais em todas as categorias.Atualmente varias empresas e funcionários públicos já adotam essa jornada, porem a jornada oficial é de 44 horas semanais e adotada pela maioria das empresas. ? Proibição de Horas Extras. Em alguns Paises já é controlado, pois, em diversas atividades a hora extra é comum e detrimento a contratação de novos empregados. ? Em cidades com alto índice de desemprego poderia ser criada Jornada de 20 horas, com salários reduzidos, para Serviços Públicos e Empresas Privadas, aumentando o numero de funcionários públicos.. ? Forte fiscalização do Ministério do Trabalho, ou seja, mutirão de fiscais nas ruas fiscalizando todas as empresas, principalmente as que não registram empregados; contratam empregados como pessoa jurídica e as que pagam um valor e registram por valor inferior.. ? Forte controle sobre a concessão de Vistos aos Estrangeiros e sobre trabalhadores ilegais no Pais. ? Redução de Jornada de Trabalho em Setores altamente Informatizados e Automatizados (como já adotado nos Bancos). ? Como compensação para as empresas poderia ser eliminada as Contribuições não previdenciarias que hoje incidem sobre a folha de pagamento e reduzir burocracia (FUSAO RAIS, GFIP E CAGED). ? Finalmente é fundamental a Redução das taxas de juros e Redução da Carga Tributaria e burocracia fiscal. ALTERNATIVAS Pauta postada em: 04/03/2008 10:05, por luiz carlos ferraz de campos
  • 28/08/2010
    Luiz Campos
    APOSENTADOS PERDAS NA CORREÇÃO DOS BENEFICIOS E CORREÇÃO DOS PLANOS DE SAUDE ( São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se - ) As medidas do Governo nos ultimos anos foram maleficas para os APOSENTADOS DO INSS: 1 - Perderam com a desindexação do Salario Minimo; 2 - Perderam com o Fator Previdenciario; 3 - Perderam o poder de negociação; 4 - Perderam o poder de pagar Planos de Saude; 5 - Perderam com o pessimo atendimento da Saude publica; 6 - Continarao perdendo com os aumentos inferiores a inflação E A CLASSE PODERA NO FUTURO RECEBER APENAS UM SALARIO MINIMO. 7 - Perderam com a ANS que autoriza todos os anos aumentos dos planos superiores a correção das aposentadorias. Esse sistema deveria mudar criando uma redução para os idosos e não mais por idade; QUANDO O GOVERNO FARA UM CORREÇÃO DIGNA NAS APOSENTADORIAS. QUANDO A ANS E O LEGISLATIVO FARÃO UMA FORMULA PARA FAVORECER OS IDOSOS. Pauta postada em: 25/11/2009 16:20, por luiz carlos ferraz de campos
  • 28/08/2010
    Luiz Campos
    O POVO BRASILEIRO MERECE UM SISTEMA DE SAUDE EFICIENTE ( São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se - ) O povo brasileiro merece um Sistema de Saude Eficiente: 1 - ANS 1.1 - A população esta envelhecendo e na epoca que mais precisa o Plano de Saude e mais caro e aposentadoria pequena. Sugiro um valor fixo dos Planos Independente da Idade. 1.2 - Precisamos rever a Legislação e poderes da ANS, uma agencia nao pode conceder reajuste acima da inflação( Nos ultimos anos os reajustes foram 105% acima da inflaçao); o planos precisam de maior fiscalização; a ANS precisa facilitar a comunicação com os contriuintes. 2 - POPULAÇAO Precisamos implantar um sistema de SAUDE PREVENTIVA e acompanhamento desde o nascimento ate adulto. 3 - INSS O Sistema de atendimento precisa ser Privatizado. A decadas toda populção reclama, porem nunca tivemos uma solução dos problemas. 4 - CONTROLE INTERNO DOS HOSPITAIS 4.1 - O Poder Publico precisa implantar um Sistema de Ponto Digital e Cameras nos Hospitais; 4.2 - Precisa implantar um Sistema de controle de Estoques eficaz , na entra e consumo dos materiais com codigo de barras informando o destino; 4.3 - Necessitamos de Pessoas Capazes analisando do performace dos hospitais; 4.4 - Treinamento de Funcionairos para atender a população; 4.5 - Equipamentos, precisam de controle e manutenção; Os Hospitais Militares sao Publicos e funcionam bem, porque os demais sao pessimos. 5 - ADMINISTRADORES HOSPITALARES Precisamos de pessoas capazes. Cito como Exemplo o HOSPITAL BENEFICIENCIA PORTUGUESA DE SAO PAULO, apos a contratação de um EMPRESARIO BEM SUCEDIDO para administração: SANEOU E TORNOU EFICIENTE. 6 - CONSTRUÇÃO DE NOVOS HOSPITAIS E FACULDADES DE MEDICINA Esse é um grande problema e tambem prioritario, precisamos de Novos Hospitais nos Grandes Centros Urbanos e em varias Regioes do interior, de todos estados brasileiros, principalmente Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Tambem precisamos de Faculdades para Formação de Medicos, Enfermeiros e Tecnicos, para acabar com o deficit existente no Brasil, poderiam ser construidos junto aos Novos Hospitais. Acima descrevo a minha contribuição para melhoria Pauta postada em: 16/08/2010 17:05, por luiz carlos ferraz de campos
  • 15/08/2010
    Júlia Pezzi
    Marina, gostaria de saber qual a sua posição quanto às melhorias que devem ser feitas no sistema de saneamento básico. Cerca de 57% da população não tem acesso à rede de esgoto e apenas 1/3 do esgoto é tratado. Essa é uma situação extremamente preocupante, pois atua como um indicador de que ainda existe muita miséria e precariedades no Brasil, país que tem crescido tanto economica e socialmente. Sendo mais direta, quais os seus planos para melhorias no setor? Muito obrigada pela atenção!
    Cara Julia, Uma das medidas é associar a coleta de esgoto ao sistemas de tratamento, que, por enquanto, atingem apenas um quinto da população brasileira. Outra medida fundamental é discutir e colocar em prática o consumo responsável e novos padrões de produção para que PNRS seja efetivada. Dê uma olhada na diretriz: 3.2.5. Qualidade de vida e segurança para todos os brasileiros. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 15/08/2010
    Herez Santos
    Senhores, Consabido caber à União legislar sobre trânsito. Para resolver o problema dos congestionamentos nos grandes centros urbanos, poder-se-ia propor a PROIBIÇÃO de estacionamento nesses locais (centro e proximidades do centro das cidades) senão naquelas àreas destinadas a este propósito (parqueamentos pagos e edifícios garagens ). Isto faria com que o cidadão deixasse de ir de carro para os centros urbano. Sabendo ele de antemão que não conseguiria estacionar o carro em ruas do centro ou das cercanias deste se sentiria estimulado a deixar o carro em casa. Menos carros nas ruas, trânsito mais livre. E veja-se que sequer se estaria impingindo limites ao direito constitucional de ir e vir livremente. Relativo à saúde do fumante sugiro a leitura do artigo "O cigarro contra legem", encontradiço na Internet, locus de domínio público. Herez Santos
    Olá Herez, Com relação à mobilidade urbana, a ideia é mesmo reordenar os investimentos em transportes pensando em estruturar o crescimento e mobilidade nas cidades. (transportes adequados para cada espaço). Incorporar intermodais e a bicicleta e criar condições para seu uso seguro também faz parte das estratégias. A proibição da entrada de frota particular nos grandes centros, como sugerido por você, é inevitável e será colocado em prática. Os preços proibitivos dos estacionamentos particulares já levam a isso. Com relação à saúde ligada aos fumantes, a intenção é aprimorar seu caráter preventivo/educação. Obrigado pela fonte e sugestão. Equipe de Conteúdo.

  • 09/08/2010
    André Abrahão
    Tem um problema recorrente na área de saúde. Geralmente. os planos partem de excelentes idéias. Porém na execução falta habilidade logística, estratégica. Exemplo. Na minha área Saude Mental. Falo por experiência pois já tentei implantar um plano lotado de boas e renovados princípios. Exemplo: Vamos criar 40 CAPS, 20 no interior, 20 na Capital. Vamos fazer 4 enfermarias em hospitais gerais, extinguir os manicômios, implantar assistência multidisciplinar em ambulatórios de especialidades etc. precisamos de 60 psiquiatras de adulto e 30 de crianças. 100 enfermeiros psiquiátricos, e etc. mais esse estado X não tem a verba nem os terrenos para implantar essas novas unidades, nem um departamento de engenharia capaz de projetá-las, e só uma pessoa acessa o sistema de compras para o leilão para móveis e medicações. Só forma 15 psiquiatras para adulto por ano e nenhum de criança. Não forma enfermeiro psiquiátrico. Com salários de R$3000,00 os médicos e enfermeiros não vão para o interior. Enfim um plano lindo mais inxequível sem que se enfrente os problemas de base de forma estratégica. A Petrobrás faz isso muito bem. Temo que sem esse cuidado esse plano seja mais um repleto de boas intenções.
  • 08/08/2010
    Luís Antonio Ervolino
    Gostaria de sugerir ao GRUPO de COORDENAÇÃO de descrição de diretrizes que solicitasse aos funcionários públicos federais concursados dos diversos ministérios que enviassem propostas de projetos que acham úteis a população brasileira. Penso que esta convocação terá que ser feita através da mídia. Penso que todos irão reconhecer o valor deste conhecimento verdadeiro de causa, que na maioria das vezes, não são aproveitados pelas chefias nomeadas políticamente.
  • 06/08/2010
    Cláudio Norberto
    Gostaria de fazer uma pergunta. Não sou militar, sou estudante de engenharia na Uerj no Rio de janeiro, porém gostaria de sitar a enorme capacidade de organização e mobilização das nas forças armadas. Por que não usamos as forças armadas como agentes de saúde, já que estão esquecidos pelos governos anteriores, sendo eles capacitados para isso, como hospitais, exames e consultas? Temos que retirar o trauma da ditadura e traze-los para o nosso lado, o da democracia. Obrigado.
  • 02/08/2010
    Wander Vidal Braga
    Exma Senadora Marina Silva, A definição clara de um programa para saúde pública, visando dar esperança a milhares de brasileiros que cotidianamente sofrem no atendimento dos hospitais e postos de saúde, constitui-se necessidade prioritária para definição de seu program de governo e para o êxito da campanha de VExa e do fortalecimento do Partido Verde. Atenciosamente, Wander Braga
  • 30/07/2010
    Andréa Ferreira Gugliotti
    Sugiro uma proposta de discussão para a ampliação urgente do número de leitos de UTI na rede pública hospitalar e um programa eficiente de combate a contaminação de infecção hospitalar por bactérias letais como por exemplo a kpc.Além disso sugiro um programa de atendimento humanizado nos hospitais e que seja implantado um programa de qualidade para auditar procedimentos e atendimentos.
    Olá Andréa, a ideia é exatamente essa. Humanizar o atendimento e implementar mecanismos de incentivo e profissionalização desses funcionários. Obrigado pelas sugestões. Elas serão encaminhadas. Equipe de Conteúdo.

  • 30/07/2010
    Euclydes Bezerra de Souza Jr
    Equipe de Conteúdo Enviei, dia desses, um e-mail para a nossa candidata Marina Morena do Brasil sobre a saúde. Reitero aqui minha opinião. O programa está linearmente indo nas águas do que aí está posto na atual administração. Salvo a maneira acadêmica de como está sendo posto. O Dr. Marcio Bontempo faz parte do PV e tem ótimos programas de saude e, tenho certeza, colocará a disposição do Partido, se for convidado a faze-lo. Vamos falar a linguagem do povo, de onde são nossas origens, bem como da nossa candidata. Objetividade sem rebuscamento nas informações. Por favor, levem minha sugestão como a de um parceiro que quer ajudar a eleger nossa futura Presidente, Marina Morena do Brasil.
    Caro Euclydes, Dr. Marcio Bontempo está colaborando e construindo o plano de governo conosco. Obrigada pelas sugestões. Equipe de Conteúdo.

  • 30/07/2010
    Manuel Amaral Bueno
    O aborto clandestino é a terceira causa de morte materna no Brasil, especialmente entre jovens de baixa renda. Marina defende que o aborto continue ilegal na maioria dos casos, mas a proibição não faz com que o número de abortos seja menor, de acordo com a evidência internacional. Não seria melhor, do ponto de vista da saúde pública, que ele fosse, além de tão raro quanto possível, gratuito e acessível a todas, em condições seguras e realizado pelo serviço público de saúde?
    Caro Manuel, a decisão sobre essa questão bastante complexa não será tomada pelo presidente da República. Essa é uma responsabilidade do Congresso Nacional mas Marina acredita que por ser tão complexa e importante, deve ser decidida diretamente pela sociedade, por meio de um plebiscito. Outros aspectos devem ser considerados. Como você mesmo disse, quem mais sofre são as mulheres de baixa renda e de pouca formação. Há necessidade de muito mais informação e mais discussão sobre o assunto. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 29/07/2010
    Lucas Brandão
    Obrigado pela rápida resposta! É bom ver na prática como a internet não é uma mera ferramenta de autopromoção na campanha da Marina, mas também um espaço de diálogo e de debate democrático de propostas! Sinto, no entanto, a falta de propostas políticas sobre o Microcrédito, enquanto oportunidade econômica e enquanto política social. De fato, há uma seção sobre Economia Solidária na diretriz de economia, mas sem uma menção a uma política de microcrédito, principalmente enquanto meio de criar as "portas de saída" dos programas sociais. Se a proposta é fornecer um "amplo leque de oportunidades", como disse o Ricardo Paes de Barros no lançamento das diretrizes, estas oportunidades passam não só pelo oferecimento de cursos profissionalizantes e de formação geral, mas também com o fornecimento dos meios financeiros para colocar em prática os novos conhecimentos adquiridos. Não acredito que precisaríamos esperar uma "quarta geração" de programas sociais para isso... é muito mais eficaz se pensarmos uma política de microcrédito aliada aos cursos oferecidos, optimizando os resultados e estimulando a formação de pequenas cooperativas entre os alunos, etc.
    Caro Lucas, sua colocação é bastante pertinente. Apesar de não termos uma menção direta sobre micro crédito, a terceira geração de programas sociais busca o fortalecimento de arranjos produtivos locais onde o micro crédito pode exercer um papel fundamental. Obrigado pela sugestão. Equipe de Conteúdo.

  • 29/07/2010
    Letícia Zampieri de Marco
    Minha pergunta é sobre o PSF, no qual atuo como Psicóloga no NASF, e atendo cerca de 300 pacientes/mes, sem contar os grupos de mães, adolescentes, gestantes... Como podemos fazer com que este programa seja realmente eficaz no atendimento à TODOS que necessitam dele, pois me vejo como um grão de areia, fazendo pouco e atingindo uma minoria...Como é que um Programa tão importante conseguirá atender realmente à todos??Falo como um desabafo pq sou a única psicóloga no NASF em meu Município de 347 mil habitantes.
    Cara Letícia, este é realmente um desafio. Está entre os objetivos o fortalecimento do Programa da Saúde na Família através da capacitação de maior número de profissionais voltados para um atendimento mais humanizador - entre eles os agentes comunitários. A Motivação entre os profissionais ligados a saúde e o investimento em tecnologia também fazem parte dos objetivos. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 28/07/2010
    bruno nunes
    Marina, suas propostas estao muito boas, mas gostaria de saber se no seu governo teria algum incentivo ao 1 emprego.Pois vimos que muitos jovens hoje em dia nao coneguem o 1 emprego visto que as empressas sempre pede experiencia..como q a pessoa vai ter experiancia se ela acabou os estudos a pouco tempo...
    Caro Bruno, a terceira geração de programas sociais é especialmente voltada para geração de empregos entre jovens. Além disso, há outras como investimento no ensino médio técnico e a criação de novas frentes de trabalho voltadas para economia verde. Acreditamos que medidas para o primeiro emprego precisam ser articuladas. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 28/07/2010
    Nadia Regina Gindri Mileto
    Concordo em gênero, número e grau com o programa de Governo de Nossa Marina. Quero contribuir na parte da saúde mental. Tenho meu trabalho feito em Alegrete-RS onde constituimos uma das referências em Saúde Mental no nosso país.
    Olá Nadia. Suas sugestões e seu trabalho na área de saúde mental já estão sendo avaliados. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 28/07/2010
    Lucas Brandão
    Gostaria de saber o que a candidata acha da proposta que está sendo discutida de se ter um cartão para o SUS que possibilite aos médicos o acesso ao histórico, os exames e o lugar aonde a pessoa foi atendida.
    Caro Lucas, essa discussão está sendo amadurecida. Investimentos em tecnologia da informação e comunicação para modernizar o trabalho das equipes e facilitar e melhorar a qualidade do atendimento às familias e comunidades já é um caminho consolidado. Obrigado pela sugestão. Equipe de Conteúdo.

  • 27/07/2010
    marcelo da cunha gomes leite
    Prezada Marina Silva, deixo minha pequena contribuição para uma possivel reforma da previdencia social: Hoje o beneficio previdenciario é solidario, ou seja, eu (que ainda não aposentei) pago para que uma pessoa já aposentada receba. Porque não mudar isto para cada um contribua para no futuro receber o seu próprio benefício previdenciario, ou seja eu contribuiria em minha vida profissional ou como facultativo para uma reserva minha (abrindo-se uma conta na previdencia social), onde eu depositaria todo mês uma quantia que iria sendo acumulada nesta conta e onde sobre o valor depositado se teria juros de 0,5 % ao mês, como uma poupança, quando eu atingisse os 35 anos de contribuição (tempo mínimo para requerer a aposentadoria, tanto para o homem como para a mulher), poderia ir sacando um valor X por mês, até eu falecer ou até acabar o meu montante acumulado. E para aquelas pessoas que não tivessem condição de fazer nenhuma contribuição previdenciaria, aos 60 anos de idade, o governo lhe forneceria o LOAS, ou seja um rendimento mensal no valor do salário mínimo da epoca da aposentadoria desta pessoa. Gostaram da idéia ??? Sucesso na eleição !!! Meu voto é seu para presidente da republica
    Olá Marcelo, Obrigado pela sugestão. Equipe de Conteúdo.

  • 27/07/2010
    Gustavo Alexander Caetano Corrêa
    Gostaria de ver algo relacionado com a melhoria da monitorização e avaliação do sistema de saúde para melhorar sua performance, principalmente nas ações relacionadas ao cuidado primário de saúde. Acho que o balanced scorecard, com a criteriosa selecão de indicadores pode contribuir significativamente, sendo portanto uma sugestão. Existem diversos métodos de monitorizacão para incremento de performance. Aqui no Reino Unido por exemplo, onde termino meu mestrado, eles utilizam indicadores como cobertura de vacinacão ou cobertura de usuários inscritos e atendidos pelo centros de cuidado primário como indicador de performance, e incrementos progressivos de pagamentos para os profissionais que teem certa liberdade de gestao de seus próprios centros são um incentivo para uma melhoria nos processos de trabalho. Claro que se houver um sucateamento geral nesse processo, inserir monitorizacão se tornará inviável, mas fica a sugestão para a melhoria da diretriz.
    Caro Gustavo, Trabalhar com base em metas e indicadores para melhora dos serviços públicos não consta especificamente nesta diretriz mas está na diretriz: “Política cidadã baseada em princípios de Valores" e pode ser aplicada à Saúde. Obrigado pela sugestão, Equipe de Conteúdo.

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