Home

DIRETRIZES DE GOVERNO

10/02/2012

Aliança por um Brasil Justo e Sustentável

20

Tem muita gente boa querendo um jeito melhor de fazer as coisas, de cuidar do país.
 
Um jeito em que o consumo seja responsável, a inclusão social e o equilíbrio ambiental não sejam discursos da moda, mas práticas e metas.  É possível sim construir sem destruir, consumir sem ser consumido.
 
A vida dos brasileiros melhorou nas últimas duas décadas e com isso surgiram muitas oportunidades.
 
Para aproveitá-las, é preciso fazer mais e melhor. Cuidar bem da nossa água, das florestas e das cidades. Acabar com o desperdício na produção de alimentos, de energia, na construção civil, no uso dos recursos públicos e em todos outros setores. Com isso, é possível oferecer melhores condições de vida a todos.
 
É possível aproveitar nossas riquezas com responsabilidade, garantindo qualidade de vida dos nossos filhos hoje e no futuro. A educação e a inovação serão o alicerce desta transformação. A criatividade, o empreendedorismo e a diversidade socioambiental os meios da sua multiplicação.
 
Para realizar este sonho é preciso um jeito novo de fazer política. Pautado por valores e princípios que tenham o interesse público, a transparência e a participação cidadã no centro das decisões, dos planos e das ações.
 
Juntos pelo Brasil que queremos.

Compartilhe

Link


Comentários

  • 21/08/2010
    rogeriorleal
    O comentário de João Batista Brússolo Jr. é muito coerente a afinado ao contexto social brasileiro. Tenho acompanhado debates e entrevistas dos candidatos e a melhor proposta de José Serra é o voto distrital. O que sinto em relação a vereadores e deputados, ainda mais após vê-los no programa da Band CQC, é que são um bando de aproveitadores, que recebem um ótimo salário, diversas regalias pagas com o dinheiro público, e não trabalham para atender a população.
  • 26/07/2010
    Bruno
    Não se envolve uma sociedade como a brasileira em torno de um projeto de sustentabilidade sem tentar transformar a cultura vigente do individualimo, do cada um por si e do corporativismo. Cultura esta que está na raiz dessa nação. No Brasil, o que é público é depósito de lixo pela população. Nunca houve cidadania nesse país, e é pelo fomento dela que temos de começar a construir este país sustentável e pela coletividade. Este é apenas um modesto rascunho de uma "minidiretriz" dentro desta grande diretriz da sustentabilidade, acertadamente proposta por Marina Silva. Creio que este é o caminho.
    Caro Bruno, a ideia é exatamente essa. Trabalhar intersetorialmente para promovermos e incentivarmos uma sociedade sustentável. A educação, a promoção de debates em conjunto com a sociedade são a base para essa construção. Obrigado Equipe de Conteúdo.

  • 26/07/2010
    Murilo Souza
    Suas propostas são concretas por isso gosto tanto delas.No meu ver a sustentabilidade é a inovação que falta a maquina pública e não é tão difícil de ser feita. Só uma Dica: Ouça os Jovens,pois eles tem muito a dizer e a maioria dos candidatos não ligam para os mais novos...
  • 25/07/2010
    Thiago
    Apoio a Marina nesse aspecto. É necessário sustentabilidade. Explorar somente nao dá mais. Porém, além de planejar isso no Brasil, é necessário estimular outros países a fazer o mesmo, pois sozinho o Brasil não vai chegar a lugar nenhum. Também deve explicar os seus planos para isso, já que isso deve ser o ponto forte do próximo governo.
    Caro Thiago, a ideia é trabalhar em esforço conjunto, apreender o exemplo de países desenvolvidos de forma mais sustentável para que possamos trazer principalmente para a América Latina essas experiências. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 25/07/2010
    Roberto Marcio Rocha Dacorso
    Realmente devemos repensar nosso modo de vida, não da para se pensar em crescmento infinito em um mundo finito; quem sabe Marina consiga mostrar aos brasileiros, que é possivel falar-se em qualidade de vida antes de cresciemto economico medido em volume de consumo em termos monetários.l Ja me desiludi completamente com o Sr. Luis Inácio, espero qeu com ela eu veja um renascer de minha esperança.
  • 25/07/2010
    JAcqueline Golin
    Adoto esse pensamento, mais qual e proposta para que isso acotenca???
    Cara JAcqueline, Este documento faz referêcia apenas às diretrizes de governo. O plano de governo está sendo elaborado de forma colabortiva. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 25/07/2010
    Sheilla Piancó
    Acredito que um país mais justo e sustentável pode ser atingido através do incentivo à criação de políticas públicas voltadas à economia soilidária, pois dessa forma alinhamos sustentabilidade a responsabilidade!
  • 24/07/2010
    gilson jorge da silva souza
    marina mulher de Deus,comprometida com Deus e sua palavra tenho certeza que Deus te colocou no local certo para este momento,como (Ester na Babilonia)tem o meu apoio,quero ajudar neste empreendimento,saudações gilson,Bahia.
  • 20/07/2010
    André Miguel
    OK, discurso bacana, mas ainda não vi praxis no discorrido. Ainda estou lendo as outras.
  • 20/07/2010
    Georges Lacombe
    Acho importante colocar a questão da sustentabilidade ambiental como tema central. Certamente é um tema importante e ele não endereça muitos aspectos da economia, da saude e da educação. Mas sem meio ambiente não existe nada. Sem sustentabilidade não dá para pensar em longo prazo para mais nada, pois sem sustentabilidade não há longo prazo. Algumas pessoas imaginam que crescimento economico, qualidade de vida, geração de empregos, tudo isso seria incompatível com uma política séria de sustentabilidade. Não é minha opinião. Acredito que gastamos muito para produzir lixo, isso é desperdício. Precisamos de uma economia que trate melhor nossos recursos como bens finitos que não pertencem a nós, mas aos nossos descendentes e isso tem que ser prioridade para um povo consciente do seu papel e responsabilidade para com o futuro.
    Caro Georges, Em uma sociedade sustentável, o meio ambiente, a economia, a saúde, a política e a educação estão diretamente interligadas. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 20/07/2010
    Ingrid Ayoroa
    Ainda não escreveram como vão fazer isso. Se vão investir na infraestrtura do Sertão trazendo indústrias e fábricas; se vão investir numa padronização das cidades e trazer saneamento ecológico, por exemplo; se vão criar leis para evitar o esgotamento das cidades; se vão criar leis contra os diversos tipos de poluição onde existam fiscais que possam atuar sem precisar que haja uma denúncia, e se vão assumir que está tudo errado e vão propor melhorias radicais e sérias...Ou seja, não disseram, até agora, realmente, o que vai ser feito, não vi nenhum projeto dizendo, de ante mão, o que vai ser feito, ou se vão nos pegar de surpresa como o Lula nos pegou com esse tal de PAC que só faz enxer os bolsos dos govenadores e prefeitos e legalizar as favelas, ou seja, legalizar o ilegal e jogar na cara dos cidadãos que pagam seus impostos que ser ilegal compensa. Porque jogar na cara que o crime compensa, isso, os políticos já fizeram.
  • 18/07/2010
    Jacie
    Mais moral e ética, emprego e educação de 1ª linha, com a prioridade no conhecimento, despertando o ser verdadeiramente humano, solidário e conhecedor de si mesmo e das leis divinas. Sabendo de que sua colheita depende de sua plantação, onde se plante mais amor...onde reside a solução de todos os problemas. Basta a vergonha na cara e a vontade para um Brasil + justo e sustentável!
  • 15/07/2010
    Emanuel B. Almeida
    Senadora Marina e nossa canditada, aproveito este espaço para acrescentar mais algumas sugestões que acredito que irão contribuir para um país mais justo... JUSTIÇA... Revisar ou atualizar nossas leis, nosso código penal arcaico e devassado precisa de atenção... Bem como nosso SISTEMA CARCERÁRIO, fálido e sem a menor condição, sim é verdade, são tantas coisas a se corrigir que pra mim, enquanto simples cidadão, não saberia por onde começar. Mas a caminhada de mim passos começa sempre com um depois do outro e colocamos nossa esperança no voto certo.
  • 13/07/2010
    J. augusto ( Salvador/Ba )
    Na segunda diretriz de governo, ( Aliança por um Brasil justo e sustentàvel ) deixo uma pergunta no ár?.. Como uma agremiação partidária pequena, como por exempro a que elegeu o Color de M. ( só para fazer uma alusão...), coso venhamos a eleger nossa Marina, faria para conseguir uma aliança sustentável com futuros aliados?..; Uma vêz que, chegando ao segundo turno com chances de vitória, muitos ponguistas e caronistas logo se apresentam?... Temos com sertesa e com urgência que encontrar um jeito novo de fazer politica nesse Paìs.
  • 12/07/2010
    Alessandra Leles Rocha
    A escolha é sua! Por Alessandra Leles Rocha Embora a lei nos diga que todos temos direitos e deveres, a prática na verdade dista bastante da teoria, e por essa razão não são raras às vezes em que o cidadão brasileiro manifeste tanto receio em perder. Aproveitando-me de que mais uma eleição se aproxima, um bom exemplo desse temor é a comum manifestação: ?eu não perco meu voto!?. Vejamos só a que ponto chegou à sociedade! Ora, ora! Tratam de um dos poucos direitos que temos como quem trata de uma aposta futebolística! Não sei se preguiça de usar a cachola por conta própria, de agarrar com unhas e dentes essa arma tão poderosa de transformação, de se posicionar diante dos acontecimentos e das mazelas cotidianas; mas, o fato é que a sociedade brasileira nesse afã de viver sem pensar entrega ?de mãos beijadas? o direito secreto e individual de eleger seus representantes nas esferas do poder. Amparados nos discursos de pesquisas sabidamente não muito fidedignas, na camaradagem que possa resultar em benefícios próprios, na ignorância de compor a massa e não destoar da opinião da maioria; assim, eles agem sem parcimônia diante das relevâncias da vida. Longe de um altruísmo piegas, o pensar individual atento ao coletivo, é o grande trunfo para o bem comum; mas, frequentemente se reclama da eleição do diretor da escola, do vereador, do prefeito, do deputado etc.etc.etc., sob a alegação de que ?se soubesse que seria assim, não teria dado meu voto!?, ?em nome da amizade, acabei fazendo uma escolha ruim!?, enfim... o péssimo e indesejável hábito de enxergar apenas o próprio umbigo! E no mais profundo paradoxo a sociedade brasileira se equilibra entre uma atmosfera de felicidade, exibida em pesquisas mundo afora, e uma lamúria diária sobre a vida que não se cansa em estampar problemas crônicos; ao invés, de virar a mesa e de arregaçar as mangas em prol de uma realidade bem diferente, com uma felicidade verdadeira contida na mutação do status de país para o status de nação. Sim! Enquanto nos fechamos no automatismo individualista da luta pelo interesse próprio e esquecemo-nos da coletividade o alcance de ganhos reais torna-se cada vez mais distante. Vivemos um país desagregado, onde cada segmento tem que hastear a própria bandeira e partir para sua própria guerra, que termina por não chegar a nenhum lugar e com milhares de soldados enfraquecidos. Exemplos como Japão, Alemanha, Coréia do Sul, Chile e tantos outros, não faltam para nos dimensionar sobre o que seja ser uma nação e todos os implicativos positivos que desse nacionalismo advém. Mas, enquanto isso, muitos ainda ?pensam? em ?não perder o voto?! Depois de tantos vexames, com sorte o Projeto ?Ficha Limpa? 1 foi aprovado e passa a vigorar nesse próximo pleito; mas, sem a força da consciência individual na escolha, talvez muito pouco seja transformado. A luta pelo sufrágio ao longo da história foi marcada por grandes desafios, pela busca da democracia, da participação universal de todos os segmentos sociais, e hoje, quando assistimos à omissão das pessoas em refletir, analisar, ponderar sobre os diversos aspectos desse ato, sentimos uma sensação terrível de que tudo fora em vão. Certamente, que muitas dessas análises prévias são frutos de conjecturas, pois a dinâmica do amanhã é incerta; mas, elas também sinalizam aspectos merecedores de atenção e por essa razão tornam-se imprescindíveis. A escolha é sua, é minha, é nossa, está em nossas mãos! Já passou da hora de ganharmos o voto elevando esse país à esfera de uma nação que almeja pelo progresso, pelo desenvolvimento, pela sustentabilidade de sua cidadania. De agirmos pensando em curto, em médio e em longo prazo o peso das consequências de nossas ações. De olharmos bem fundo em nossa própria realidade e estabelecermos seus pontos positivos e negativos e o que mais é possível fazer para avançarmos evolutivamente. Não se trata de uma aposta, de vencedores ou derrotados; mas, de assumirmos nossa responsabilidade sobre quem somos, o que pensamos, o que fazemos e o que esperamos para esse país. -------------------------------------------------------------------------------- 1 http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/05/plenario-do-senado-aprova-ficha-limpa.html Alessandra Leles Rocha Publicação: www.paralerepensar.com.br - 12/07/2010
  • 12/07/2010
    Suzi
    Gostei muito de sua proposta, sou apenas uma simpatizante.
  • 08/07/2010
    Eliane Aparecida Ferreira Gomes
    Para um Brasil justo e sustentável, precisamos de uma JUSTIÇA transparente e democrática, ao contrário do que ocorre em nosso país. Uma justiça ditatorial e perversa: vide julgamento do ministro do STF sobre o Projeto Ficha Limpa e sobre como o TJ paulista e o governador Serra agem (ou não) na greve do judiciário paulista.
  • 07/07/2010
    Gabriel Ferreira
    Vejo um movimento e uma intenção grande em torno da campanha, mandei um e-mail e não fui respondido, isso me preocupa, quem está te assessorando é de completa confiança?! No entanto estou contigo, as mudanças globais trarão novas oportunidades e o Brasil têm de estar sobre mãos firmes e sensiveis para se adaptar e mostrar ao mundo uma maneira sustentavel de se manter a qualidade de vida e o bem-estar humano. Devemos ver a Terra com um organismo vivo da qual somos partes consciente. MARINA gostaria muito de tomar uma café com você e te ajudar em campanha. Abraços
  • 06/07/2010
    joão batista brússolo jr.
    Pensarmos e agirmos somente baseado no tripé SOCIAL, ECONOMICO E AMBIENTAL é muito pouco para o Brasil do Século 21. Essa visão ainda remonta aos dirigentes políticos e empresariais que montaram a arena planetária da Rio-92 e criaram o tal do Desenvolvimento Sustentável. Não dá mais para ignorarmos a DIMENSÃO CULTURAL, onde a imensa maioria de nossos problemas urbanos e rurais residem, em decorência de uma mentalidade escravocrata que ainda impera nas Capitanias Hereditárias do Brasil, através dos Senhores Feudais e de seus feudos organizados em currais eleitorais. E da massa de manobra que os meios de comunicação social e as agências de propaganda e publicidade realizam como uma bem sucedida Estratégia Psicológica de Alienação das Sociedades-de-Massa. Isso nos remete a DIMENSÃO POLÍTICA da organização do Brasil, com feudos estabelecidos, inibindo toda reforma política e o voto distrital, além da própria Reforma do Estado Nacional, que ainda se remonta ao velho trabalhismo de Getúlio Vargas e à República Sindicalista de Lula e do PT. Precisamos mais que Justiça Social e de Sustentabilidade Ecológica-Econômica em Ambientes Saudáveis. Necessitamos de VIVER organizados em nossas heranças e raízes culturais, e em nossos territórios ecossistêmicos, com uma Governança Regional (nada de Estados e Municípios aleatórios) baseada na Unidade de Planejamento Territorial chamada Bacia Hidrográfica, onde elegremos nossos representantes por bacia e sub-bacia, em todo o país. DIRETRIZES AMPLIADAS DE UMA GOVERNANÇA COM SUSTENTABILIDADE, ISSO SIM.
  • 06/07/2010
    Fernando Marrey Ferreira
    Apoio total para Marina Silva 43, Fábio 43, Ricardo 43 , DF 43 e Eu Estadual. Quando tiver eventos em São Paulo vou distribuir artigos nos arredores. Me Informe. Saudações Verdes. Marrey, SP.


Política de Privacidade | Sua Segurança
Todo o conteúdo deste site está licenciado sob a CC-Attribution 3.0 Brazil, exceto quando
especificado em contrário e nos conteúdos replicados de outras fontes.