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DIRETRIZES DE GOVERNO

22/05/2012

Diretrizes de Governo - Princípios e Valores

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Avanços significativos foram feitos no processo democrático no Brasil desde o fim do regime militar. Desde então houve regularidade de eleições diretas, de funcionamento do Poder Legislativo e de alternância de poder. No entanto, persistem características atávicas do comportamento político de alguns grupos sociais. No processo decisório atual, o presidente eleito se isola junto a poucos líderes partidários e aliados políticos, no chamado “presidencialismo de coalizão”, que deixa a sociedade distante, desinformada, sem voz, nem oportunidade de intervir no processo político.


Um sistema pouco transparente, que não valoriza o mérito, que se mantém desconectado do interesse público e que impede que o presidente eleito leve adiante o programa para o qual obteve o mandato. Desse processo derivam escândalos como o mensalão e aqueles vinculados à emenda da reeleição. É preciso uma nova prática no modo de fazer política.

 

a. Ação com base em valores e princípios:
 

  • - Austeridade e absoluta seriedade no uso dos recursos públicos; criatividade e ousadia para ir além do possível. O dinheiro público é sagrado
  • - Equilíbrio e harmonia para convergir na diversidade;
  • - Visão de processo, firmeza e competência para garantir eficiência, eficácia e efetividade no atendimento ao interesse público;
  • - Responsabilidade, como valor principal da sustentabilidade;
  • - Expansão das liberdades democráticas, principal valor do desenvolvimento;
  • - Solidariedade, emancipação e autonomia, como valores centrais da democracia;
  • - Diálogo, como prática em todas as instâcias de reflexão, decisão e execução das ações voltadas ao bem comum.

 

b. Controle social da gestão pública - Promover o debate informado sobre as polícas públicas com a sociedade brasileira, criando, fortalecendo e ampliando o acesso aos mecanismos de controle social em todos os âmbitos do poder público.

 

c. Aprofundar a participação democrática - Fazer da participação e envolvimento da sociedade o pilar de sustentação do governo, inclusive para superar as pressões fisiológicas. Fortalecer os diversos espaços existentes de participação social (tanto no âmbito da sociedade como no da gestão pública), reconhendo-os e integrando-os à formulação e avaliação de políticas públicas. Fazer do processo de participação uma oportunidade de desenvolvimento da consciência política e dos valores democráticos.

 

d. Transparência e livre acesso à informação - Mais do que abrir as informações sobre os gastos, é preciso dar transparência aos critérios para definição de prioridades de investimento e possibilitar à sociedade o acesso aos dados por meio de protocolos abertos.

 

e. Intolerância com a corrupção - Promover ampla, contínua e irrestrita ação de combate à corrupção e ao mau uso dos recursos públicos em todos os níveis da administração. Recursos públicos devem ser tratados como recursos sagrados.

 

f. Trabalhar com base em metas e indicadores - Todos os setores de atuação da administração devem se pautar por conjunto de metas e indicadores que orientarão e permitirão avaliar o alcance e resultado de suas ações.

 

g. Profissionalização na administração pública - Manter ações permanentes para que a administração disponha de gestores e analistas treinados e capacitados para planejar, implementar e monitorar políticas públicas. Reduzir drasticamente o numero de cargos comissionados ocupados por quem não é servidor público.

 

h. Novo Pacto Federativo - Estabelecer em todos os níveis políticas públicas que assegurem a efetivação do pacto federativo esperado pelos pilares que sustentam a constituição federal, de forma que se promova o desenvolvimento dos estados nas regiões mais desfavorecidas e o municipalismo com responsabilidade, garantindo que os recursos disponíveis sejam compatíveis com as responsabilidades outorgadas e assumidas pelos entes federados e que estes por sua vez organizem suas demandas compatibilizando vocações culturais e naturais e efetivem sua autonomia para incrementar suas receitas com responsabilidade e participação social, seja por conselhos locais, seja pelo empreendedorismo socioambiental.

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Comentários

  • 26/07/2010
    Bruno
    Tenho que concordar com Roberto Marcio Rocha Dacordo quando atribui qualquer mudança futura a uma educação cidadã e, posteriormente, política, que se inicia pelas crianças. Mas Educação Moral e Cívica foi uma disciplina que, apesar de passar as noções de cidadania, tinha como objetivo manter a alienação política em relação ao regime e evitar a transgressão e a pluralidade.
  • 25/07/2010
    Henrique Santos
    Adorei o programa de Marina. Nem o Serra, nem a Dilma apresentaram algo consistente até agora. Gostei da questão da profissionalização do setor público. No estado governado por Serra, a grande maioria dos cargos é ocupada por membros do partido, o que, na minha opinião, é anti-ético. O Brasil não é propriedade privada de grupos políticos, e por isso é essencial que os administradores públicos sejam selecionados em processos transparentes que garantam a isonomia.
    Olá Henrique. É isso mesmo. A ética para contratação do funcionalismo público é fundamental para caminharmos em direção a uma sociedade sustentável. Obrigado pelo apoio. Equipe de Conteúdo.

  • 25/07/2010
    Roberto Marcio Rocha Dacorso
    Concordo com muitos comentários e com os esclarecimentos da equipe, mas não acredito que se mude algo sem iniciar-se pela educação do proprio povo. Lembro-me com saudades (ja estou com 71 anos) de meus cursos primário e ginasio onde tinhamos uma matéria geralmente intitulada Educação Moral e Cívica, onde se aprendia cidadania, honestidade, valores morais e a homenagear nossos cidadãos ilstres. Hoje o que vemos são professores agredidos por alunos, depredação do patrimonio público desrespeito e corrupção por parte de grande massa da população. Não acredito que se consiga moralizar o pais sem educar seu povo mas isso só poderá ocorrer plenamente em no minimo uma geração ou seja 30 anos. Espero que pelo menos um governo descente inicie o processo pois minha esperança anterior ruiu sob o peso dos "mensalões".
    Caro Roberto, A educação será prioridade política e orçamentária no governo de Marina Silva. O projeto é assegurar os investimentos no setor, aumentar o valor per capita investido por aluno além de criar um Sistema Nacional de Educação, para promover maior articulação entre União, Estados e municípios. Para uma sociedade sustentável é necessário investir em educação. Obrigado, Equipe de Conteúdo.

  • 25/07/2010
    Sheilla Piancó
    Importante lembrar que o amadurecimento da democracia está totalmente ligado ao aceite da diversidade. Mas aceite não é tolerar, é dialogar sem preconceito. Por isso tão importante como a luta pela democracia é a luta pela diversidade, pelo direito de ser diferente e pelo direito de ser respeitado por suas diferenças.
  • 23/07/2010
    André Miguel
    Prezados da Equipe de Conteúdo. Tanto Marina, quanto Dilma e Serra AINDA estão elaborando o Plano de Governo. Agora, convenhamos que em organizações bem-sucedidas menores, empresas (multinacionais ou não), ONGs, universidades, os projetos tem seu Plano muito bem elaborado desde as fases iniciais. Isso é o que as diferencia das organizações medíocres e incompetentes. Só não me conformo que os três candidatos tiveram 4 anos para fazer um Plano de Governo melhor e ainda não tem nem um rascunho decente pronto!! Todo projeto é progressivamente elaborado, agora falar que faltando aproximadamente três meses para o pleito e nenhum dos três ter nada pronto, é brincadeira...
    Caro Miguel, Neste site você pode ler as diretrizes e contribuir de forma direta e clara para o projeto do plano de governo de Marina. Obrigado. Equipe de Conteúdo.

  • 20/07/2010
    André Miguel
    Items: a) Muita conversa e pouca ação. Não se pode querer "sentar pra discutir" a todo momento. Muito enrolado, dificilmente daria certo, no mundo de hoje. b) Debate com a sociedade? Achei que isso fosse feito por intermédio do Congresso, que é a voz do povo (ou deveria ser). Seja como for, quando o povo quer, o povo faz ouvir-se (veja o manifesto de abaixo assinado do Ficha Limpa. c) Se tiver um bom plano de inserção na sociedade, acho que pode dar certo. d) Isso já tem sido feito, nos últimos dois anos... mas sabemos que ainda falta muito. Mas, com apoio de gente séria e correta, deve dar certo. e) Não acredito que o PV seja isento de corruptibilidade. Antes, eu achava que o outro partido é que era o último bastião da honestidade, e vimos que não foi isso que aconteceu. f) Isso é premissa básica da administração de empresas moderna e é usado muito bem em outros países, como EUA e França. Acho que pode dar certo, mas certamente impacará na maldita cultura enraizada na esfera pública nacional. g) Acho que pode dar certo, mas certamente impacará também na maldita cultura enraizada na esfera pública nacional. h) Impossível de acontecer. Não no próximo governo, nem em pelo menos 50 anos. Em suma: Ainda não vi muita práxis, só discurso sonhador.
    Caro André, Esse documento faz referência as diretrizes de governo de Marina Silva. O plano de governo está sendo elaborado. Obrigado pela sugestão, Equipe de Conteúdo.

  • 18/07/2010
    Andre Alcantara
    O combate a corrupção tem de ser a prioridade numero 1 do proximo governo, para que o Brasil cresça mais e melhor é preciso diminuir os canais de corrupção e aumentar a transparência, para que até a percepção da corrupção seja diminuida, desestimulada e punida. O Instituto Maos Limpas Brasil convoca a candidata Marina Silva a assinar o Compromisso Mãos Limpas Brasil pelo combate a corrupção.
  • 16/07/2010
    Daltro Nunes
    Sugiro o emprego de todos os meios disponíveis para combater a corrupção. É preciso aparelhar os processos políticos, como CPIs e conselhos de ética, com sistemas de detecção de mentiras; os quais deveriam ser obrigatoriamente oferecidos a todo e qualquer acusado de corrupção, para que o mesmo, aceitando, pudesse provar sua inocência. Embora não se possa obrigar ninguém ao uso desse exame perícial, é preciso disponibilizá-lo sempre. Não podemos esquecer que a recusa é uma afronta aos julgadores, e seria muito mal recebida, como quando um acusado se nega a fazer o teste de DNA numa investigação de paternidade.
    Caro Daltro, Obrigado pela sugestão. O combate à corrupção é algo que precisa ser feito em todas as frentes. Através do fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle - Ministério Público, o Tribunal de Contas e o próprio órgão do governo responsável pelo tema. Mecanismos para que a população possa acompanhar a gestão de seus governantes. É preciso que os partidos políticos discutam o futuro do país a partir de uma "ética dos valores" e não de uma "ética das circunstâncias". Equipe de Conteúdo.

  • 14/07/2010
    Carlos Eduardo
    O combate à corrupção, citado no item e, deve ser uma diretriz prioritária do próximo governo brasileiro. A corrupção acontece em vários níveis da sociedade e administração pública atuais e, infelizmente, não existem mecanismos adequados de punição, principalmente em se tratando de cargos mais elevados.
  • 14/07/2010
    Thallyta
    Matheus, obrigada pela resposta. Eu adoraria ver a Marina comentar sobre o assunto. Caso ela já tenha comentado e alguém tiver o link, peço que encaminhe por aqui, por gentileza. No mais, eu entendo que participação cidadã não é contato direto com o governo federal, até porque isso seria inviável. Entretanto, concordo com o Luís Antonio quando ele colocou que é preciso direcionar as diretrizes para algo prático, que explicite como serão feitas no dia a dia. O estímulo a nos sentirmos realmente parte do governo é sempre muito bem-vindo.
  • 09/07/2010
    ELIANE APARECIDA FERREIRA GOMES
    Concordo plenamente com todos os princípios e valores e torço muito para que o nosso país se transforme com todas essas qualidades éticas, de responsabilidades e de valorizaçao do ser humano, bem como de sua participação nas políticas públicas. É dar vida ao coletivo, ao social. A questão de valorizar o funcionário público que estudou, prestou um concurso de forma honesta e que vai trabalhar para o bem coletivo é imprescindível. Será uma forma totalmente oposta ao que o Serra vem fazendo com todos os servidores, professores, funcionários do Judiciário. Queremos sim trabalhar de forma ética, honesta e ser valorizados. A questão é que muitas estruturas públicas são precárias, arcaicas, quando não ditatoriais e perversas. E viva a Marina Silva com seus ideais éticos!
  • 08/07/2010
    Zoenio Garcia Siqueira
    A profissionalização da administração pública, um item importantíssimo, deve necessariamente passar pela diminuição de cargos assumidos por quem não é funcionário público,e por programas de desburocratização. Nosso País é escessivamente ?cartorial?, adora papel. Vejo isto como um grande atravancador do cumprimento dos projetos do poder público, passando o mesmo a ser motivo de chacotas no meio privado (sou funcionário público).
    Caro Zoenio, A profissionalização da administração pública e a sua desburocratização são questões chaves para o governo Marina Silva. A "digitalização" da administração dos processos ainda precisa avançar muito. Você pode mandar seus comentários através do site ou nos enviar suas sugestões via e-mail. Obrigado, Equipe de Conteúdo.

  • 08/07/2010
    LUÍS ANTONIO ERVOLINO
    GOSTARIA DE COLABORAR, NÃO APENAS EM SUGESTÕES DE CONTEUDO, MAS PRINCIPALMENTE NA SUGESTÃO DE UM MODELO PARA O PROGRAMA QUE PREENCHE AS NECESSIDADES DE APLICAÇÃO NO PODER EXECUTIVO. AS DIRETRIZES GERAIS SÃO NORMALMENTE APRESENTADAS EM TEXTOS, MAS É PRECISO DIRECIONÁ-LAS EM ALGO PRÁTICO QUE EXPLICITE COMO SERÃO FEITAS NA REALIDADE DO DIA A DIA DE UM PODER EXECUTIVO E NÃO APENAS COMO CRITÉRIOS A SEREM OBSEVADOS EM EVENTUAIS DECISÕES SOBRE OS ASSUNTOS RELACIONADOS. ISTO IMPLICA TAMBEM NO DIRECIONAMENTO DOS DEBATES PARA OS OBSTÁCULOS A CONCRETIZAÇÃO DAS IDÉIAS E PERMITE A CANDIDATA E AO SEU PARTIDO ESTABELECEREM UM CONHECIMENTO DE CAUSA QUE DÁ SUBSÍDIOS AS DISCUSSÕES COM O PÚBLICO INTERESSADO E TAMBEM NO DEBATE DE IDÉIAS COM OS OUTROS CANDIDATOS.
  • 08/07/2010
    Matheus Braz
    Thallyta, Gostaria muito de ver uma resposta da Marina, porém a participação cidadã será feita em canais diretos com a população como este. Como Marina já falou que com mais transparência e mecanismos mais fáceis de fiscalização por parte da população. Lembre-se participação cidadã não é só um contato direto com o governo federal é estimular-nos para ir a nossa prefeitura, procurar nossos vereadores e assim exigir que eles trabalhem, espero que haja um estímulo por parte do governo Marina neste quesito como tenho certeza pois é a primeira DIRETRIZ!!!
  • 08/07/2010
    Thallyta
    Como a sociedade atuaria em conjunto com o governo? Ou como pretende utilizar-se da participação da sociedade? Ou melhor ainda, de que forma seria essa participação?
    Oi Thallyta, o comentário do Matheus expressa muito bem o estilo de política que Marina implementou no Ministério. Dois exemplos são: o plano de combate ao desmatamento e o BR-163 Sustentável. Obrigado, Equipe de Conteúdo.

  • 08/07/2010
    Josiel Mendes
    Ótimo!
  • 07/07/2010
    Gibran Dias - Estudante de Administração
    Recomendo a coletânia "Análise da Inteligência de Cristo" do Dr. Augusto Cury para ser lida pelos líderes de quaisquer partidos ou organizações. Se aplicados os princípios básicos de Cristo, tais como arte do diálogo, arte de ouvir; com certeza o Brasil irá para frente! Concordo plenamente com o Lucas Cardoso. Uma democracia não se baseia na possibilidade de voto, mas sim na interação do cidadão com a política do país atraves de meios interessantes e que criem uma possibilidade maior de aceitação da "voz do povo". Os princípios, no "papel" são excelentes, assim como milhares de outros, porém cabe aos políticos a aplicação destes no país.
  • 07/07/2010
    Humberto Sanches
    Sem uma reforma política, pouca coisa, mudará no Brasil, A mesa diretora do congresso se repete a vários anos, muita gente de bem e com boas idéias, não tem voz no congresso, assim fica difícil.
    Caro Humberto, Marina propõe uma constituinte justamente para realizar a reforma política com pessoas diferentes das que estão no Congresso à muito tempo. Veja em Perguntas Frequentes mais detalhes sobre o assunto. Obrigado, Equipe de Conteúdo.

  • 06/07/2010
    Gustavo T. Gazzinelli
    Sugiro fazer revisão de texto nos ítens b e c.
  • 06/07/2010
    Lucas Cardoso da Silva
    Sugestão ao programa de governo - Inserção da democracia participativa na politica brasileira "O regime da democracia participativa é um regime onde se pretende que existam efetivos mecanismos de controle da sociedade civil sob a administração pública, não se reduzindo o papel democrático apenas ao voto, mas também estendendo a democracia para o esfera social." Instrumentos democráticos que visam a participação do cidadão possibilitam um enriquecimento e aprimoramento da política. Numa sociedade educada e cidadã, a política não se restringe ao voto, mas se expande ao dia-a-dia. Seria interessante o governo dar o impulso inicial. Na esfera do legislativo, um portal como o VoteNaWEB ( http://www.votenaweb.com.br ), permitindo aos cidadãos se manifestarem sobre os projetos de lei, é de grande valia. O mesmo ocorre na esfera executiva, como no Cidade Democrática ( http://www.cidadedemocratica.org.br/ ), permitindo ao cidadão propor melhorias ideológicas e/ou práticas ao governo. Para um governo essencialmente comprometido com a sociedade, e não com interesses escusos, esse tipo de abordagem - que visa a participação popular crescente nas decisões políticas - é necessário, viável e visionário, com certeza. Então fica a proposta de os próximos governos lançarem instrumentos para a ampliação da democracia participativa, podendo muito bem iniciar com o meio virtual, como esses sites supracitados.
    Caro Lucas, Agradecemos seu comentário, realmente são duas alternativas a serem pensadas como instrumentos de consulta. Não deixe de enviar novas ideias como essas. Obrigado, Equipe de Conteúdo.

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