Postado em 12/05/2010 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Histórias de vida pelo rádio

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Entrevistas a rádios locais fazem parte da agenda de Marina Silva em suas viagens pelo Brasil. São ocasiões em que, além de apresentar suas propostas para o país, é informada sobre problemas específicos de cada município ou região. Muitas vezes são conversas emocionantes. Assim foi a conversa de hoje de manhã para a 96 FM – A Rádio de Natal.

Na entrevista ao jornalista Diógenes Dantas, Marina pôde apresentar suas ideias ao mesmo tempo em que contou um pouco sobre sua vida.

“Aqui no Estado do Rio Grande do Norte nós ainda temos 20% de pessoas analfabetas. Eu, que fui alfabetizada aos 16 anos pelo Mobral, sei que quando uma pessoa não sabe ler e não sabe escrever é como se ela fosse estrangeira em sua própria terra, sem saber ler a sua própria língua e sem poder escutar aquilo que são as novas aprendizagens”, explicou. Marina falou sobre a importância do acesso à educação de qualidade em todas etapas do  ensino – fundamental, médio e universitário. Afirmou que o analfabetismo é “um verdadeiro crime com o futuro de nossa juventude”.

Em outro momento, Dantas questionou a pré-candidata sobre o Bolsa Família, que alguns políticos taxam de programa assistencialista. “Quem diz que é assistencialismo não sabe o que é passar fome”, afirmou, acrescentando que se trata, na verdade, de um programa de transferência de renda. Como exemplo de dificuldades, contou sobre um Natal de sua infância, quando a família passava por muita necessidade.

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Quando o assunto migrou para a questão da saúde, o entrevistado lembrou que Marina conhece a necessidade de recorrer ao sistema de saúde público por conta de doenças que teve ao longo da vida: cinco malárias, uma leishmaniose, três hepatites e ainda uma contaminação por mercúrio.

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Ao final da conversa, porém, quem contou uma passagem de vida foi o próprio Diógenes. Ao ver Marina e suas propostas em um programa na TV, sua filha Luiza anunciou seu voto na pré-candidata do PV. O fato é que a menina tem apenas 11 anos.

Ouça essa passagem e o relato da pré-candidata sobre a sinceridade das crianças e sua relação com os idosos:

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Íntegra:

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Você também pode baixar a íntegra desse arquivo em MP3 e ouvir toda a entrevista para o Jornal 96.

Para salvar o conteúdo, basta clicar com o botão direito do mouse na palavra “baixar” e escolher a opção “Salvar Destino Como…”. Nomeie o arquivo e salve-o em seu computador

Postado em 11/03/2010 por Marina | Categoria(s): Geral

Ajude o Congresso a proibir o fumo nos lugares públicos

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Um estudo recente da Organização Mundial da Saúde demonstrou que os garçons que trabalham em estabelecimentos comerciais onde é permitido o fumo respiram o correspondente a 10 cigarros por dia. Esse é apenas um dos muitos problemas de saúde provocados pelo tabaco com a anuência das leis brasileiras vigentes.

Ontem demos um passo importante para mudar essa situação. Apesar do lobby fortíssimo da indústria do tabaco, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou, por 6 votos contra 3, um projeto de lei do senador Tião Viana para proibir o fumo em locais coletivos fechados. Eles conseguiram adiar essa votação por um ano, mas, graças a uma articulação de senadores de diferentes partidos, ela aconteceu.

O projeto de lei agora será apreciado pela Comissão de Assuntos Sociais para, se tudo der certo, ser enviada ao plenário do Senado nos próximos meses. Só então ela será votada. Deixo aqui o meu compromisso de acompanhar de perto o trâmite e fazer o possível para o projeto ser aprovado.

Um dos motivos para o projeto ter sido votado ontem é que os especialistas do Inca, o Instituto Nacional do Câncer, abraçaram a causa e foram incansáveis na tarefa de explicar e esclarecer os parlamentares sobre as consequências do consumo do tabaco. Aqueles que defendem os interesses dessa indústria foram submetidos ao constrangimento ético de ver as consequências das escolhas que estão fazendo.

Essa é uma disputa de toda a sociedade e se você se manifestar, procurar os seus representantes eleitos, mandar um email para ele, e conversar sobre esse assunto com os seus amigos e familiares, vamos continuar produzindo esse constrangimento. Esse é um esforço que, neste instante, poderá fazer a diferença para a saúde dos brasileiros.