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	<title>Marina Silva &#187; mobilização</title>
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	<description>Blog da Marina Silva, ambientalista, senadora do Estado do Acre e pré-candidata à Presidência da República pelo Partido Verde</description>
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		<title>As novas formas de participação cidadã</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em vez de uma participação latente que emerge somente em época de eleições, os jovens se engajam em causas sociais, ambientais e culturais Tendo participado ativamente da campanha presidencial de Marina Silva em 2010, sou interpelada a toda hora por pessoas de diferentes idades, que atuam em diversos setores da sociedade, com uma cobrança: &#8220;E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Em vez de uma participação latente que emerge somente em época de eleições, os jovens se engajam em causas sociais, ambientais e culturais</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>Tendo participado ativamente da campanha presidencial de Marina Silva em 2010, sou interpelada a toda hora por pessoas de diferentes idades, que atuam em diversos setores da sociedade, com uma cobrança: &#8220;E agora, que vamos fazer?&#8221; Tal indagação me remete a outra questão: como viabilizar a participação ativa e estruturada de maneira a influenciar o funcionamento do Estado e a vida social?</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes dos partidos políticos e as crises financeiras e sociais do mundo hoje nos obrigam a pensar novos paradigmas que possam acolher o desejo de participação de milhares de pessoas, sobretudo jovens, que se sentem excluídos desse modelo de sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se ainda de um desejo difuso e intangível, mas que está gerando novas formas de participação e atuação na sociedade. Em vez de uma participação latente que emerge somente na época das eleições, as novas gerações se engajam cotidianamente em causas sociais, ambientais e culturais, em uma forte e apaixonada busca de soluções para enfrentar os desafios do século 21.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário, pensar novos modelos de sociedade e, sobretudo, pensar novas formas de participação nos leva a analisar a atuação das organizações da sociedade civil e sua inserção no debate político mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo social, os recursos se concentram, cada vez mais, em grandes fundações e institutos em detrimento das organizações comunitárias. Entretanto, essas pequenas organizações cumprem um papel imprescindível para a consolidação dos direitos humanos nas questões de raça, gênero, população de rua e de presídios e outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, de um lado, a falta de recursos e de espaços de atuação, além de enfraquecer a luta por essas causas, resulta em perda de capital social e em esgarçamento do tecido social, na medida em que essas ONGs de base atuam como pontes entre pessoas, instituições e as políticas públicas na construção de uma sociedade democrática e participativa.</p>
<p style="text-align: justify;">E de outro lado, novas e diferentes formas de organizações da sociedade civil têm surgido com força -por exemplo, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Rede Nossa São Paulo, Fórum Social de São Paulo, Comitê das Florestas, Todos pela Educação, dentre outras. São experiências de organizações fluidas e horizontais, legitimadas pela inclusão de vários atores.</p>
<p style="text-align: justify;">O século 21 exige visão sistêmica e não linear das diferentes políticas e programas, além de hierarquias flexíveis, trabalho colaborativo, autonomia e liberdades de escolha e opção. Por fazerem a diferença, os bens coletivos e os intangíveis devem ser priorizados: ouvir, respeitar, reconhecimento social, fazer junto, cooperação e reciprocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário de crise de partidos políticos, dificuldade financeira e institucional de parte da sociedade civil organizada, coexiste uma fértil vontade de mobilização entre jovens, com experiências de escolas de ativismo e de lideranças, e movimentos de transparência que se multiplicam pelo país. É na sociedade civil que será possível encontrarmos as respostas para os desafios que o século 21 nos coloca.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além da premência indiscutível de reorganização dos partidos e das formas de representação política, o maior desafio é garantir a multiplicação de posições e espaços para novos modos de mobilização e incrementar a capacidade de influência das diversas vozes que ecoam na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">É essa a saída para o fortalecimento da sociedade civil e para a implementação de políticas públicas compromissadas com o desenvolvimento sustentável e justo para o país.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Artigo escrito para a Folha de São Paulo por MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), é presidente dos conselhos do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) e da Fundação Tide Setubal.</em></p>
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		<title>Mobilização é a proposta do Comitê em Defesa das Florestas contra alteração do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 23:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As lideranças presentes no lançamento do Comitê Paulista em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, realizado na manhã de hoje no Tucarena, destacaram que a mobilização dos vários setores da sociedade é o que vai sensibilizar o Senado a votar contra as alterações do Código Florestal, texto que passou por aprovação na Câmara no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As lideranças presentes no lançamento do Comitê Paulista em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, realizado na manhã de hoje no Tucarena, destacaram que a mobilização dos vários setores da sociedade é o que vai sensibilizar o Senado a votar contra as alterações do Código Florestal, texto que passou por aprovação na Câmara no primeiro semestre.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei (PLC 30/2011) que modifica profundamente o Código Florestal. Caso aprovada pelo Senado vai representar um retrocesso na legislação ambiental, pois dá anistia àqueles que ocuparam irregularmente Áreas de Proteção Permanente (APPs) até julho de 2008 e regulariza desmatamentos ocorridos após julho de 2008, o que vai estimular ainda mais o desmatamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ampliar o debate, o comitê quer envolver diversos setores da sociedade e lançou hoje uma campanha nacional para mobilizar o maior número de pessoas a assinar a petição contra a aprovação das alterações no Código Florestal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abaixo-assinado –</strong> A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, presente no lançamento do Comitê Paulista, afirma que este processo de mobilização deve envolver inclusive crianças e jovens, pois são eles que darão continuidade ao debate pelo desenvolvimento sustentável e com maior capacidade de mobilização. “Que as crianças montem comitês nas escolas, que os jovens possam se mobilizar nas universidades. Que a academia possa se mobilizar, os formadores de opinião, as empresas e todos os setores da sociedade que tenham uma visão diferente desta visão atrasada [a alteração do código] aprovada na Câmara dos Deputados.”</p>
<p style="text-align: justify;">A ex-senadora também falou da importância de a sociedade aderir à campanha. “A população vai se manifestar no virtual e no presencial. E para o presencial a gente tem um instrumento muito simples, que é um <a href="http://www.florestafazadiferenca.org.br/assine/" target="_blank"><strong>abaixo-assinado</strong></a>. Um abaixo-assinado com credibilidade porque a pessoa tem que fornecer documento e outros dados. Isso para que os senhores senadores possam ter sustentabilidade política de que o que eles fizerem em favor das florestas vai ter o apoio e o respaldo da população.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desmatamento ministerial –</strong> Durante seu discurso, Marina lembrou que a data do lançamento do Comitê Brasil e do Comitê Paulista coincidiram com a saída de dois ministros do governo federal. Na primeira reunião, ocorrida em Brasília no dia 7 de junho e que criou o comitê nacional, Antonio Palocci deixou a Casa Civil após uma série de denúncias de corrupção. Ontem, Nelson Jobim deixou o Ministério da Defesa. “Na última reunião caiu o Palocci. Agora, é a queda do Jobim. Deste jeito eu acho que o que está acontecendo é um desmatamento de ministros.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Campanha –</strong> Para participar da campanha nacional para o recolhimento de assinaturas e também para que a sociedade conheça e participe de outras formas de mobilização, basta acessar o site <a href="www.florestafazadiferenca.org.br" target="_blank">www.florestafazadiferenca.org.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável é uma coalizão formada por cerca de 100 organizações e movimentos da sociedade civil, dentre as quais OAB, CNBB, SOS Florestas, Via Campesina, Fórum dos ex-ministros de meio ambiente, CUT, IDS, Ethos, Abong, Rede Mata Atlântica e Rejuma.</p>
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		<title>São Paulo lança Comitê em Defesa das Florestas contra alteração do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 20:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será lançado nesta sexta-feira, em São Paulo, o Comitê Paulista em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável contra o projeto de alteração do Código Florestal. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no primeiro semestre e atualmente tramita no Senado. O objetivo é mobilizar os brasileiros a manifestarem sua discordância com o texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Será lançado nesta sexta-feira, em São Paulo, o Comitê Paulista em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável contra o projeto de alteração do Código Florestal. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no primeiro semestre e atualmente tramita no Senado. O objetivo é mobilizar os brasileiros a manifestarem sua discordância com o texto aprovado pelos deputados, para que no Senado ele seja modificado.</p>
<p style="text-align: justify;">A mobilização contra o projeto foi oficializada em junho com o lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável. A criação do comitê é uma coalizão formada por 97 organizações da sociedade civil, entre elas OAB, CNBB, SOS Florestas, Via Campesina, Fórum dos ex-ministros de meio ambiente, CUT, IDS, Ethos, Abong, Rede Mata Atlântica e Rejuma.</p>
<p style="text-align: justify;">O lançamento do comitê paulista será nesta sexta-feira, dia 5, a partir das 9h30, no teatro Tucarena da PUC-SP, que fica na rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes.</p>
<p style="text-align: justify;">No evento será feito o lançamento de um abaixo-assinado contra o PLC 30/2011, que poderá ser acessado no site do Comitê Brasil (www.florestafazadiferenca.org.br), que estará no ar a partir de sexta-feira. No site, também será possível obter informações de como contribuir para uma mobilização nacional em defesa do Código Florestal.</p>
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		<title>Também vou participar da Hora do Planeta</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 10:00:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vocês já sabem: o aquecimento global é uma das grandes preocupações do momento. Pesquisas recentes indicam que uma ligeira variação na temperatura do planeta pode inviabilizar a vida ou, pelo menos, causar grandes transtornos para a humanidade. No próximo sábado, pessoas de todo o planeta se unirão para demonstrar às autoridades mundiais a sua preocupação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês já sabem: o aquecimento global é uma das grandes preocupações do momento. Pesquisas recentes indicam que uma ligeira variação na temperatura do planeta pode inviabilizar a vida ou, pelo menos, causar grandes transtornos para a humanidade.</p>
<p>No próximo sábado, pessoas de todo o planeta se unirão para demonstrar às autoridades mundiais a sua preocupação com esse problema que atinge todos nós. A <a href="http://www.horadoplaneta.org.br">Hora do Planeta</a> é uma maneira simples mas também poética para qualquer um se manifestar.</p>
<p>A proposta é muito simples: vamos apagar as luzes por uma hora, entre 20:30h e 21:30h. Como muitas pessoas participam, o efeito é monumental. Bairros e cidades inteiros escurecem quase no mesmo instante.</p>
<p>Além de apagar as luzes da sua casa, você também pode ajudar avisando e incentivando os seus amigos e familiares a participarem. Faça isso e depois me conte se essa não foi uma experiência emocionante.</p>
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		<title>Basta a gente se mobilizar</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 21:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje à tarde me encontrei com o diretor-executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo. Ele queria conversar sobre três temas: código florestal, programas de energia renovável e Amazônia. Na despedida, ao desejar boa sorte a ele, falei o seguinte: se a África do Sul conseguiu acabar com o Apartheid, o Brasil também vai conseguir acabar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje à tarde me encontrei com o diretor-executivo do <a href="http://www.greenpeace.org/international/" target="_blank">Greenpeace Internacional</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kumi_Naidoo" target="_blank">Kumi Naidoo</a>. Ele queria conversar sobre três temas: código florestal, programas de energia renovável e Amazônia.</p>
<p>Na despedida, ao desejar boa sorte a ele, falei o seguinte: se a África do Sul conseguiu acabar com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apartheid" target="_blank">Apartheid</a>, o Brasil também vai conseguir acabar com o modelo de desenvolvimento predatório.</p>
<p>Acredito nisso. Basta a gente se mobilizar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dúvidas sobre o Projeto Ficha Limpa</title>
		<link>http://www.minhamarina.org.br/blog/2010/02/duvidas-sobre-o-projeto-ficha-limpa/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O post recente sobre o Projeto de Lei Ficha Limpa gerou perguntas e comentários de usuários pelo Twitter. São questões relevantes e que refletem o pensamento de muitas pessoas. Vamos às respostas: PERG: Como evitar injustiças? Se eu não gostar da senhora e processa-la, o seu nome vai ser citado no ficha suja. Como evitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.minhamarina.org.br/blog/2010/02/uma-chance-para-se-fazer-a-diferenca/" target="_self">post recente</a> sobre o <a href="http://www.mcce.org.br/" target="_blank">Projeto de Lei Ficha Limpa</a> gerou perguntas e comentários de usuários pelo Twitter. São questões relevantes e que refletem o pensamento de muitas pessoas. Vamos às respostas:</p>
<p><em>PERG: Como evitar injustiças? Se eu não gostar da senhora e processa-la, o seu nome vai ser citado no ficha suja. Como evitar isso?</em></p>
<p>RESP: Essa preocupação é legítima, mas o projeto só pune quem for condenado em primeira instância ou tiver a denúncia recebida por um juiz de segunda instância. Alguns argumentam que o projeto não respeita a presunção de inocência até tramitação final do processo, que é um princípio constitucional, e coloca a decisão de condenação nas mãos de um único juiz. Isso é verdade, mas precisamos considerar que devem ser feitas exigências rígidas para quem quer ocupar funções públicas de representação tão importantes. O Ficha Limpa é um solução que procura barrar na porta de entrada aqueles que não são coerentes com a ética pública. Como ele está na Câmara e ainda voltará para o Senado, poderá ser aperfeiçoado para servir a esse propósito sem prejudicar inocentes. O mais importante é preservar o espírito do projeto e o mérito desse grupo que se articulou e colheu mais de um milhão de assinaturas, motivado pelo desejo de combater a corrupção entre políticos.</p>
<p><em>PERG: Gostaria muito de ter o seu otimismo ou o da sua equipe. Mas seria como pedir ao cabrito pra cuidar da horta.</em></p>
<p>Nem todos os políticos têm interesses escusos. Obviamente será mais difícil que o Ficha Limpa seja aprovado porque ele fere interesses de uma parte dos parlamentares. Há uma maioria que é contra e por isso ele está patinando no Congresso, não consegue tramitação, tem uma série de medidas protelatórias. Toda vez que vai para votação, alguém pede vista. Agora, por outro lado, este é um projeto que chegou sustentado por mais de um milhões de assinaturas de eleitores, isso não pode ser ignorado. Se a sociedade continuar se manifestando favoravelmente, será difícil ignorá-lo.</p>
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