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	<title>Marina Silva &#187; folha de são paulo</title>
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	<description>Blog da Marina Silva, ambientalista, senadora do Estado do Acre e pré-candidata à Presidência da República pelo Partido Verde</description>
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		<title>Democratizar a democracia</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 15:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste ano, pela terceira vez, fui convidada para participar da Campus Party, agora para falar sobre &#8220;web a serviço da democracia&#8221;. Por um problema de saúde, não pude estar presente, mas aproveito este espaço para expor minhas ideias de não especialista sobre o assunto. Para começar, quem é o protagonista da internet? Essa mídia que revolucionou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste ano, pela terceira vez, fui convidada para participar da Campus Party, agora para falar sobre &#8220;web a serviço da democracia&#8221;. Por um problema de saúde, não pude estar presente, mas aproveito este espaço para expor minhas ideias de não especialista sobre o assunto. Para começar, quem é o protagonista da internet? Essa mídia que revolucionou a comunicação em escala planetária é fruto de muitos &#8220;pais&#8221; visionários de vários campos de ação, de invenção e de conhecimento, chegando ao desenho e também aos desafios que tem hoje. O que ninguém conseguiu foi prever a incrível dimensão atingida pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Assinantes da Folha e do UOL podem acessar a íntegra da coluna <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/1046626-democratizar-a-democracia.shtml" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Ensaio Geral</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Termina amanhã o FST (Fórum Social Temático) em Porto Alegre, cidade aberta às melhores influências globais. Debatendo &#8220;Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental&#8221;, antecipa a Cúpula dos Povos, que será o grande encontro da sociedade civil na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho.Nos debates, é possível identificar uma forte preocupação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Termina amanhã o FST (Fórum Social Temático) em Porto Alegre, cidade aberta às melhores influências globais. Debatendo &#8220;Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental&#8221;, antecipa a Cúpula dos Povos, que será o grande encontro da sociedade civil na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho.Nos debates, é possível identificar uma forte preocupação, provocada especialmente pelo texto-base da Rio+20, divulgado pela ONU neste mês. O texto sinaliza o caminho das discussões que envolverão os governos mundiais. Há um entendimento de que ele é insuficiente. Genérico, não faz uma crítica ao modelo de desenvolvimento atual e dos padrões de produção e consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia íntegra do artigo da Marina Silva<a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/1040067-ensaio-geral.shtml" target="_blank">  no site da Folha de São Paulo</a> (apenas para assinantes).</p>
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		<title>Ela tem a força</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 14:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que não nos engane o mundo das imagens digitais, das TVs de última geração -três dimensões- e dos tantos efeitos especiais. O que nos constitui são as palavras. Elas é que são semente, elas é que dão fruto. Sempre cultivei enorme fascínio pela palavra, dita ou escrita, sussurrada ou cantada, rústica ou erudita, de multidões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que não nos engane o mundo das imagens digitais, das TVs de última geração -três dimensões- e dos tantos efeitos especiais. O que nos constitui são as palavras. Elas é que são semente, elas é que dão fruto. Sempre cultivei enorme fascínio pela palavra, dita ou escrita, sussurrada ou cantada, rústica ou erudita, de multidões ou de poucas vozes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Leia íntegra do artigo da Marina Silva  <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/1027872-ela-tem-a-forca.shtml" target="_blank">no site da Folha de São Paulo</a> (apenas para assinantes).</p>
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		<title>Rio + seguro</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:18:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A atuação firme e corajosa de Marcelo Freixo em defesa dos direitos humanos e da legalidade democrática é exemplo para as jovens lideranças políticas do Brasil. Se queremos combater a violência e retomar, pela lei, os espaços de cidadania tomados e ultrajados pelo crime organizado, pelas milícias, pelo tráfico de drogas, temos de começar pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A atuação firme e corajosa de Marcelo Freixo em defesa dos direitos humanos e da legalidade democrática é exemplo para as jovens lideranças políticas do Brasil.</p>
<p>Se queremos combater a violência e retomar, pela lei, os espaços de cidadania tomados e ultrajados pelo crime organizado, pelas milícias, pelo tráfico de drogas, temos de começar pelas entranhas do próprio Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia íntegra do artigo da Marina Silva  no <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/1004962-rio--seguro.shtml" target="_blank">site da Folha de São Paulo</a> (apenas para assinantes).</p>
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		<title>Mulheres da paz</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 19:47:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ainda reverbera o anúncio do Nobel da Paz deste ano para três mulheres. As ganhadoras, duas africanas e uma iemenita, são oriundas de países cuja cultura e códigos religiosos acentuam valores que atribuem às mulheres um papel social diminuto, baixo status e, em decorrência, cultivam a submissão delas aos homens. Leia integra do artigo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda reverbera o anúncio do Nobel da Paz deste ano para três mulheres. As ganhadoras, duas africanas e uma iemenita, são oriundas de países cuja cultura e códigos religiosos acentuam valores que atribuem às mulheres um papel social diminuto, baixo status e, em decorrência, cultivam a submissão delas aos homens.</p>
<p>Leia integra do artigo da Marina Silva no <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/990383-mulheres-da-paz.shtml" target="_blank">site da Folha de São Paulo</a> (apenas para assinantes)</p>
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		<title>Tempo de travessia</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:44:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Faz um ano que fomos às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados. Ainda hoje repercute o patamar de votação -quase 20 milhões de votos, levando as eleições para o segundo turno- que eu e o empresário ambientalista Guilherme Leal conseguimos, representando um projeto de desenvolvimento sustentável para o país. Venho, assim, com justa razão, suscitando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Faz um ano que fomos às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados. Ainda hoje repercute o patamar de votação -quase 20 milhões de votos, levando as eleições para o segundo turno- que eu e o empresário ambientalista Guilherme Leal conseguimos, representando um projeto de desenvolvimento sustentável para o país. Venho, assim, com justa razão, suscitando análises, criticas e avaliações quanto a possíveis desdobramentos de meu papel no intrincado cenário de nossa realidade política.</p>
<p>Leia integra do artigo da Marina Silva no <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marinasilva/986901-tempo-de-travessia.shtml" target="_blank">site da Folha de São Paulo</a> (apenas para assinantes)</p>
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		<title>As novas formas de participação cidadã</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 13:59:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em vez de uma participação latente que emerge somente em época de eleições, os jovens se engajam em causas sociais, ambientais e culturais Tendo participado ativamente da campanha presidencial de Marina Silva em 2010, sou interpelada a toda hora por pessoas de diferentes idades, que atuam em diversos setores da sociedade, com uma cobrança: &#8220;E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Em vez de uma participação latente que emerge somente em época de eleições, os jovens se engajam em causas sociais, ambientais e culturais</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>Tendo participado ativamente da campanha presidencial de Marina Silva em 2010, sou interpelada a toda hora por pessoas de diferentes idades, que atuam em diversos setores da sociedade, com uma cobrança: &#8220;E agora, que vamos fazer?&#8221; Tal indagação me remete a outra questão: como viabilizar a participação ativa e estruturada de maneira a influenciar o funcionamento do Estado e a vida social?</p>
<p style="text-align: justify;">Os desgastes dos partidos políticos e as crises financeiras e sociais do mundo hoje nos obrigam a pensar novos paradigmas que possam acolher o desejo de participação de milhares de pessoas, sobretudo jovens, que se sentem excluídos desse modelo de sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se ainda de um desejo difuso e intangível, mas que está gerando novas formas de participação e atuação na sociedade. Em vez de uma participação latente que emerge somente na época das eleições, as novas gerações se engajam cotidianamente em causas sociais, ambientais e culturais, em uma forte e apaixonada busca de soluções para enfrentar os desafios do século 21.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário, pensar novos modelos de sociedade e, sobretudo, pensar novas formas de participação nos leva a analisar a atuação das organizações da sociedade civil e sua inserção no debate político mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo social, os recursos se concentram, cada vez mais, em grandes fundações e institutos em detrimento das organizações comunitárias. Entretanto, essas pequenas organizações cumprem um papel imprescindível para a consolidação dos direitos humanos nas questões de raça, gênero, população de rua e de presídios e outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, de um lado, a falta de recursos e de espaços de atuação, além de enfraquecer a luta por essas causas, resulta em perda de capital social e em esgarçamento do tecido social, na medida em que essas ONGs de base atuam como pontes entre pessoas, instituições e as políticas públicas na construção de uma sociedade democrática e participativa.</p>
<p style="text-align: justify;">E de outro lado, novas e diferentes formas de organizações da sociedade civil têm surgido com força -por exemplo, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Rede Nossa São Paulo, Fórum Social de São Paulo, Comitê das Florestas, Todos pela Educação, dentre outras. São experiências de organizações fluidas e horizontais, legitimadas pela inclusão de vários atores.</p>
<p style="text-align: justify;">O século 21 exige visão sistêmica e não linear das diferentes políticas e programas, além de hierarquias flexíveis, trabalho colaborativo, autonomia e liberdades de escolha e opção. Por fazerem a diferença, os bens coletivos e os intangíveis devem ser priorizados: ouvir, respeitar, reconhecimento social, fazer junto, cooperação e reciprocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário de crise de partidos políticos, dificuldade financeira e institucional de parte da sociedade civil organizada, coexiste uma fértil vontade de mobilização entre jovens, com experiências de escolas de ativismo e de lideranças, e movimentos de transparência que se multiplicam pelo país. É na sociedade civil que será possível encontrarmos as respostas para os desafios que o século 21 nos coloca.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além da premência indiscutível de reorganização dos partidos e das formas de representação política, o maior desafio é garantir a multiplicação de posições e espaços para novos modos de mobilização e incrementar a capacidade de influência das diversas vozes que ecoam na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">É essa a saída para o fortalecimento da sociedade civil e para a implementação de políticas públicas compromissadas com o desenvolvimento sustentável e justo para o país.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Artigo escrito para a Folha de São Paulo por MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), é presidente dos conselhos do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) e da Fundação Tide Setubal.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>É ilegal e desmata</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 12:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última semana, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) entregou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado seu relatório sobre o projeto do Código Florestal. Não surpreendeu. Manteve todos os vícios de origem, que agridem a Constituição, trazem insegurança jurídica e incentivam novos desmatamentos. Poderia ter melhorado, agregando contribuições dos cientistas e especialistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na última semana, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) entregou à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado seu relatório sobre o projeto do Código Florestal. Não surpreendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Manteve todos os vícios de origem, que agridem a Constituição, trazem insegurança jurídica e incentivam novos desmatamentos. Poderia ter melhorado, agregando contribuições dos cientistas e especialistas ouvidos no Congresso. Poderia ter esperado a reunião com juristas. Mas não. Passou recibo e assinou embaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se esboça operação política para que, rapidamente, esses retrocessos sejam legitimados. No Senado, parece haver articulação entre governo e ruralistas para que se aprove o projeto com rito sumário na CCJ. É o que se depreende da manifestação pública da ministra do Meio Ambiente, sinalizando aprovação ao relatório, e das declarações da presidente da Confederação Nacional da Agricultura à imprensa sobre um suposto acordo com o relator na Comissão de Meio Ambiente, Jorge Viana (PT-AC), para votá-lo até outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">As coisas começam a ficar mais claras. Senão, como entender a lamentável decisão de entregar a relatoria de três das quatro comissões que analisam o Código no Senado para um mesmo senador, aquele que fez uma lei estadual flagrantemente inconstitucional, reduzindo a proteção das florestas em Santa Catarina, equívoco que, agora, está propondo para todo o país?</p>
<p style="text-align: justify;">Repete-se o distanciamento entre a posição do Congresso e a vontade da sociedade, acrescido da tentativa de criar a falsa sensação de que o projeto é equilibrado e bom para as florestas. Isso não é verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhuma das sugestões dos ex-ministros do Meio Ambiente foram consideradas. Tampouco as dos cientistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo uma primeira <a href="http://www.minhamarina.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Nota-CCJ-31agosto.pdf" target="_blank">avaliação do Comitê em Defesa das Florestas</a>, integrado por CNBB, OAB, ABI, entidades ambientalistas, sindicais e empresariais, o relatório não só não corrige os retrocessos, mas os consolida e aprofunda.</p>
<p style="text-align: justify;">Transferir competências da União para os Estados vai promover uma guerra ambiental e gerar legislações permissivas, antiambientais e irresponsáveis. Juristas de renome, como o ministro Herman Benjamin, do STJ, têm alertado para a necessidade de observância do princípio jurídico da &#8220;proibição de retrocessos&#8221;. Ele entende que o projeto reduz a proteção das florestas, em vez de ampliá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">O debate no Senado pode ser mais amplo, profundo e sem pressa. Todos os argumentos e questionamentos devem ser analisados com isenção. É inaceitável que a manobra rural-governista em curso coloque por terra a esperança depositada no Senado e nos compromissos de não retrocesso assumidos pela presidente Dilma.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>* Artigo da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 2 de setembro de 2011.</em></p>
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		<title>Concessões</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 13:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poucas vezes uma questão de política pública pode se tornar uma oportunidade para resolver dois grandes problemas da sociedade. A renovação das concessões de muitas hidrelétricas, linhas de transmissão e redes de distribuição de energia tem tudo para ser um desses casos. Poderá reduzir a tarifa de energia, das mais caras do mundo, e criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Poucas vezes uma questão de política pública pode se tornar uma oportunidade para resolver dois grandes problemas da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A renovação das concessões de muitas hidrelétricas, linhas de transmissão e redes de distribuição de energia tem tudo para ser um desses casos. Poderá reduzir a tarifa de energia, das mais caras do mundo, e criar condições para melhorar a qualidade e a sustentabilidade dos recursos hídricos, base da matriz elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ao problema. As concessões de hidrelétricas equivalentes a cerca de 20% da capacidade instalada de geração e de 80% das linhas de transmissão vencerão a partir de 2015. Pela lei, não serão renovadas. Há, porém, forte pressão de empresas de geração e transmissão para que a lei permita mais renovações. Sim, mais, pois já foram renovadas por 20 anos em 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista das empresas, dá para entender as razões. Mas não dá para concordar com elas. Aceitá-las seria condenar o consumidor a pagar duas vezes pelo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando uma concessão para a construção de hidrelétrica é leiloada por até 35 anos (prazo máximo permitido na lei), o custo de amortização dos altos investimentos realizados é diluído nesse prazo. Depois, resta só o custo de operação e manutenção, bem menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o contrato é renovado, sem alteração da tarifa cobrada, o custo do investimento continua a ser pago pelo consumidor, mesmo que nenhum tostão a mais seja desembolsado pela empresa, pois a usina já existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Novos leilões para essas concessões poderiam representar R$ 30 bilhões por ano de economia, segundo a Fiesp. Grande parte dessa economia se refletiria na redução das tarifas de energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Surge uma proposta que está sendo formulada pela Agência Nacional de Águas: destinar pequena parte desses recursos à melhoria da qualidade das bacias hidrográficas, o que pode garantir as condições ambientais para que tenhamos água em quantidade e qualidade para abastecer as cidades e o campo e gerar energia pelos próximos 30 anos e mais 30 e mais 30&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das formas mais efetivas de preservar nossas bacias hidrográficas é a manutenção e a recomposição das matas ciliares, o que nos leva ao outro grande problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas discussões do Código Florestal, com anistias e flexibilizações, sempre surge a questão -todos queremos a recomposição das áreas de proteção e das reservas legais, mas não há incentivo para quem quer fazer o certo, só fiscalização e punição, dizem.</p>
<p style="text-align: justify;">Se 10% da economia gerada nos novos leilões para renovação das concessões forem destinados a um fundo para financiar o pagamento por serviços ambientais, muito poderia ser resolvido. Os caminhos existem, basta trilhá-los na direção dos interesses do país.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>* Artigo da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 26 de agosto de 2011.</em></p>
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		<title>Intolerável</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 13:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Marina</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Corrupção mata. Entender isso é fundamental para atacar um dos males que mais empatam o desenvolvimento socioeconômico e político do Brasil. Ainda há quem não veja a conexão entre corrupção e violência, mas elas estão intimamente ligadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, devemos entender que a baixa eficiência e o mau funcionamento dos serviços do Estado estão tremendamente relacionados à cultura da corrupção, ao patrimonialismo, à falta de transparência e à baixa capacidade de mobilização social.</p>
<p style="text-align: justify;">A morte da juíza Patrícia Acioli, no Rio, não é apenas um crime brutal. A execução de uma servidora pública correta e rigorosa com os crimes, principalmente os cometidos por agentes públicos, revela a força que as máfias têm no país. E o tamanho que elas adquiriram, graças à corrupção.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a propina chancela e incentiva o desvio de conduta, torna-o cada vez maior. E chega a um ponto em que vê na lei um obstáculo que precisa ser removido, tirando do caminho quem a faz cumprir.</p>
<p style="text-align: justify;">É na má política que se choca o ovo da serpente da violência policial e das relações espúrias entre poder de Estado e delinquência. Quem assistiu aos filmes de José Padilha &#8220;Tropa de Elite&#8221; e &#8220;Tropa de Elite 2&#8243; pode ver como a propina de todo dia fortalece a mão que aperta o gatilho contra os inocentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A morte de Patrícia Acioli é uma afronta ao Estado democrático de Direito. Ela não é apenas mais uma vítima. Era alguém que, no desempenho de suas funções, buscava combater a barbárie de grupos que querem controlar a vida de quem mora na periferia e, claro, o próprio Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Matar uma juíza revela enorme convicção da própria impunidade. É uma declaração de guerra às leis, à democracia e à sociedade. Assim como é inaceitável que o Brasil conviva com a execução de uma juíza, também não é mais tolerável convivermos com o nível de corrupção que tem marcado o nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Vemos, na mídia, como a Índia, país com problemas maiores do que os nossos, desperta vigorosamente para o combate à corrupção. E o que falta para o Brasil? Quanto mais indignada for a resposta da sociedade aos escândalos e aos homicídios de cada dia, maior será o poder de reação contra essas mazelas no âmbito do próprio Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">A autoridade pública da menor à maior se sentirá fortalecida e incentivada a agir contra a corrupção, que é, em si, uma forma de violência contra a coletividade.</p>
<p style="text-align: justify;">A faxina, então, deixa de ser rápida, como se faz quando chega uma visita inesperada, e passa a ser permanente, vigorosa, profunda. É desse nível de exigência que precisamos. Se nos acostumarmos a deixar barato, perderemos o controle do que é público, do que é de todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Artigo da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 19 de agosto de 2011.</em></p>
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