Para Marina, boas iniciativas vindas da sociedade e de experiências pontuais de governo devem ser incorporadas em conjunto com uma reforma que atualize a ideia de segurança pública. “Do contrário, não conseguiremos dar escala para essas boas experiências,” argumentou.
Integrantes da equipe de colaboradores das Diretrizes do Programa de Governo de Marina Silva receberam a imprensa nesta terça-feira (27) para apresentar o resultado das novas colaborações recebidas desde a primeira divulgação do documento, em 10 de junho. Trata-se de um processo aberto de discussão em que os compromissos de governo são aprofundados e detalhados. “Não me julgo trazendo soluçõesâ€, disse Marina, “mas convidando a sociedade brasileira a se pensarâ€.
Ao grupo de 70 especialistas que começaram a compor as diretrizes juntou-se, entre 10 de junho e 25 de julho, mais 22 especialistas. Nesse perÃodo foram recebidas 980 colaborações de 180 pessoas por meio da internet.
Colaborador na área de saúde, o secretário municipal do Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge, ressaltou a concepção centrada no ser humano que marca as diretrizes. Com esse princÃpio em mente, as diretrizes propõem uma visão para a saúde que foca a atenção na saúde básica, comprometendo-se com a aplicação dos recursos destinados à saúde previstos pela Constituição, mas que os governos se negam a regulamentar e a aplicar, e com uma concepção intersetorial para a saúde. “A saúde sozinha não resolveâ€, disse Eduardo Jorge. “É preciso pensar ao mesmo tempo a questão educacional, a questão ambiental, a questão socialâ€.
Marina visitou um novo comitê domiciliar Casa de Marina, nesta sexta (9), no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, depois fez uma caminhada pelo centro do Rio de Janeiro. Confira álbuns de foto desses eventos.