Marina Silva conheceu nesta quarta-feira (25) uma forma alternativa de reinserção de  jovens infratores de 12 a 18 anos na sociedade.
A candidata ouviu do subprocurador geral de Justiça do Rio Grande do Sul, Afonso Armando Konzen, um relato da Justiça Restaurativa, que busca recuperar os infratores por meio do diálogo entre eles e suas famÃlias, a comunidade e até mesmo as vÃtimas de seus crimes.
O projeto foi implantado em quatro comunidades de Porto Alegre, a primeira experiência do tipo no Brasil. Hoje o Distrito Federal e São Caetano do Sul, no ABC paulista, também experimentam a Justiça Restaurativa.
“Quando se trata de violência contra jovens e adolescentes, uma experiência como essa deve ser motivo de interesse por parte do poder público porque parte do princÃpio de restaurar as relações e restabelecer um relacionamento saudável da pessoa que é o infrator na famÃlia, na comunidade e até com aquele que foi agredido para que a gente não faça o caminho erradoâ€, afirmou a presidenciável.
O projeto, na visão de Marina, é uma alternativa à Justiça que apenas pune e ao colapso da segurança pública no paÃs. “Hoje já temos a 4ª população carcerária do mundo e não temos suporte para judicializar todos os problemas que envolvem a delinquência juvenilâ€.
Assista ao relato de Marina sobre um acontecimento quando ainda era professora de História: