“Querem transformar o CNJ em mero guichê?” Essa pergunta feita por Miguel Reali Junior, um dos maiores juristas brasileiros, em ato público realizado nesta semana pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em BrasÃlia, bem representa o grau de questionamento que paira em torno da questão que está sob julgamento pelo STF desde ontem (a resolução 135/2011), e que deve se estender por mais alguns dias, sobre as competências do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
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