Postado em 29/05/2012 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Marina participa do IX Congresso Mineiro de Empreendedorismo

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A 9ª edição do COMINE – Congresso Mineiro de Empreendedorismo – busca promover debate acerca da importância da inovação como ferramenta para ações empreendedoras assertivas. Em um momento de oscilações da economia, de dependência dos avanços tecnológicos e do surgimento de consumidores conscientes da responsabilidade social das empresas, como o que está sendo vivido, torna-se necessário discutir a inovação como instrumento para a entrada, para a atuação e para a permanência dos empreendedores no mercado e nos negócios.

Nessa edição será promovida a divulgação do conhecimento científico na área do empreendedorismo, para a atualização e para o aprimoramento dos conteúdos afins, bem como para o intercâmbio de experiências.

Marina Silva falará no dia 30, às 20h, no Paiolão – Parque de Exposições, sobre “Empreender com sustentabilidade”. Mais informações sobre o evento no site http://www.comine.unipam.edu.br

Fonte: Assessoria Comine

Postado em 29/05/2012 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Nota pública sobre o novo Código Florestal Brasileiro

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Após análise da medida provisória e a partir do que foi sancionado, o Comitê Brasil em Defesa das Florestas avalia que o veto parcial da Presidenta Dilma Roussef foi insuficiente para o cumprimento de sua promessa, apesar de contrariar interesses dos setores mais arcaicos do latifúndio, e ainda mantém a anistia e a redução de áreas de proteção (APPs e RLs). Além disto, devolve ao Congresso Nacional a decisão sobre a as florestas, o que será feito apenas após a Rio +20.

Essa situação é fruto da força do agronegócio, que está posicionado de forma hegemônica no Congresso Brasileiro e no próprio Governo Federal. É fundamental a convergência das lutas populares e sociais contra o agronegócio para enfrentá-lo e avançar com as necessidades reais da sociedade brasileira.

O governo brasileiro perdeu a oportunidade de não ceder à pressão ruralista e apontar para o desenvolvimento sustentável e social. A mobilização da sociedade deve continuar a pressionar o Congresso e o Governo Federal contra a anistia aos desmatadores.

- Mantém definição de “área rural consolidada” para ocupações ilegais ocorridas até julho de 2008. Conceito é utilizado como base para todas as ANISTIAS previstas na nova Lei. A última alteração na lei no que se refere às APPs foi em 1989 e RL (somente na Amazônia) em 1996 (e não em 2008);

- ANISTIA de RL para desmatamentos ilegais em imóveis rurais baseado no tamanho das propriedades e não no modelo de produção familiar (Lei 11.326/06), (art. 67) ANISTIANDO mais de 90% dos imóveis de todo país;

- ANISTIA de recomposição de APPs (Matas ciliares) em até 80% em relação ao patamar até então vigente. Na Lei revogada recomposição de APP variava de 30 a 500m (na Lei 4.771/65). Na nova lei (+MP) a APP a ser recomposta será de 5m a 100metros;

- ANISTIA total de recomposição de APP de topo de morro e encostas, mantendo inclusive pecuária (art. 63);

- ANISTIA de recomposição de APP de nascentes, olhos d’água, lagos e lagoas naturais entre 80 e 50% (art. 61-A, §5º e 6º);

- ANISTIA OCUPAÇÕES em Manguezal ocupados até julho de 2008 e permite de novas ocupações em até 35%
na Mata Atlântica e 10% na Amazônia (art. 11-A);

- ANISTIA para desmatamentos em APP de beira de rio para aquicultura em imóveis c/ até 15 Módulos fiscais, ocupadas até julho de 2008 (art.4º §6º);

- ANISTIA TOTAL DE APP. Nos poucos casos em que deverá haver algum tipo de recomposição em APP esta não será mais com espécies nativas (Art. 61-A, §13, IV);

- REDUÇÃO DE PROTEÇÃO em áreas úmidas (pela alteração da base de medida de APP – leitor regular), com necessidade de declaração do poder executivo e desapropriação por interesse social (Art. 6º, IX);

- REDUÇÃO de RL (NA AMAZÔNIA), inclusive para novos desmatamentos, nos Estados com 65% de UC+TI ou Municípios com mais de 50% de UC+TI (§4º e 5º artigo 12). Esse dispositivo afeta imediatamente 80 municípios na Amazônia. Afeta imediatamente todos os municípios do Amapá. PARÁ está prestes a atingir 65% de UC+TI;

- REDUÇÃO DE APP DE TOPO DE MORRO com mudança no método de definição da área a ser preservada como APP, reduzindo em até 90% em alguns casos (art.4º);

- VETO ao único incentivo positivo (econômico) concreto para recomposição de APPs (contribuição do setor elétrico) previsto na Lei aprovada pelo Congresso, sob justificativa de que tal medida contraria interesse nacional. – Art.43 (Vetado);

- Cadastro Ambiental Rural inerte, sem transparência e apenas para consolidar uso ilegal.

Diante do exposto, o texto sancionado manteve vários dispositivos com ANISTIAS e REDUÇÃO DE ÁREAS DE PROTEÇÃO (APPs e RLs) aplicáveis em todas as categorias de imóveis e devolve ao Congresso Nacional a decisão final sobre as alterações, após a Rio+20.

Brasília, 28 de maio de 2012

O Comitê em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável é coordenado por: ABONG; CNBB; Coalizão SOS Floresta (Amigos da Terra – Amazônia; APREMAVI; FLORESPI; Fundação O Boticário; Greenpeace; ICV; IMAFLORA; IPAM; ISA; SOS Mata Atlântica; WWF-Brasil; Sociedade Chauá; SPVS); Comissão Brasileira de Justiça e Paz – CBJP; CNS; Comitê Inter-Tribal; CONIC; CUT; FETRAF; FNRU; FASE; FBOMS; FETRAF; Fórum de Mudança Climática e Justiça Social; Fórum ex-Ministros Meio Ambiente; GTA; IDS; INESC; Instituto Ethos; Jubileu SUL; OAB; Rede Cerrado; Rede Mata Atlântica; REJUMA; Via Campesina (ABEEF, CIMI, CPT, FEAB, MAB, MMC, MST, MPA, MPP e PJR).

Postado em 28/05/2012 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Thomson Reuters Foundation realiza seminário sobre energia limpa no Rio de Janeiro

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Com Marina Silva e Luiz Pinguelli Rosa entre os palestrantes, evento ocorre na Coppe/UFRJ

Em antecipação aos debates da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), a Thomson Reuters Foundation realizará, no dia 1º de junho, no Rio de Janeiro, o seminário Energia Limpa: Oportunidades e Desafios no Brasil.

Com sede no auditório da Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia.da Universidade Federal do Rio de Janeiro), o evento pretende debater os caminhos que o Brasil deve seguir para manter sua posição de líder mundial no aproveitamento de fontes renováveis de energia, ampliando essa exploração, investindo
em novas tecnologias, garantindo competitividade, suprindo a demanda cada vez maior e reduzindo ao máximo os impactos socioambientais do setor energético.

O evento será dividido em dois painéis. No primeiro, o tema serão as oportunidades de crescimento para a energia limpa no Brasil, debatendo o aumento da competitividade, os entraves para este mercado e as políticas públicas que garantam o desenvolvimento do setor.

Na segunda mesa, serão discutidos os impactos socioambientais da matriz energética brasileira, levando em conta os desafios e riscos impostos por projetos como a exploração do petróleo da camada pré-sal e a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.

Entre os palestrantes do seminário, está a ex-ministra do Meio Ambiente, ex-senadora e ex-candidata à Presidência Marina Silva, que será oradora especial entre os dois painéis. Além dela, o evento contará com as presenças do diretor da Coppe/UFRJ e Secretário do Fórum de Mudanças Climáticas (FBMC), Luiz Pinguelli Rosa, do chefe do Departamento de Energias Alternativas do BNDES, Antonio Tovar, da professora da USP e membro independente do Conselho de Administração da Eletrobras, Virgínia Parente, entre outros importantes nomes ligados ao setor energético e ao meio ambiente.

O seminário tem início previsto para as 10h30, e contará com transmissão em vídeo ao vivo por meio do portal UOL (http://www.uol.com.br).

Serviço

O que: Seminário Energia Limpa: Oportunidades e Desafios para o Brasil
Quando: dia 1º de junho, início previsto para as 10h30
Onde: auditório da Coppe/UFRJ
Endereço: Centro de Gestão Tecnológica (CGTEC) CT2 – Rua Moniz de Aragão, 360 – Bloco 1– Ilha do Fundão – Rio de Janeiro
Entrada: gratuita, mediante confirmação da presença pelo e-mail energialimpa@cmeventos.com.br ou pelo telefone +55 (21) 2539-1214 com Katia Correia
Promoção: Thomson Reuters Foundation

Fonte: Imprensa Thomson Reuters Foundation