Postado em 02/03/2012 por Equipe Marina | Categoria(s): Artigos

Déjà-vu

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Voltei de Rio Branco, onde fui para ajudar minha família e os conterrâneos atingidos pela enchente do rio Acre. Mas, em Brasília, tive a impressão de continuar na minha aldeia, nos distantes anos 1980. O déjà-vu veio ao perceber a encenação em torno da “queda de braço” entre o governo e os ruralistas sobre o Código Florestal. Ela me lembrou como as empresas de transporte coletivo anunciavam, em minha cidade, um aumento no preço das passagens. Digamos que fosse R$ 2,50 e que os empresários quisessem aumentar para R$ 3. O que faziam? Anunciavam que a passagem subiria para R$ 4, provocando indignação. Era quando entrava em cena o prefeito de plantão como um defensor do povo, dizendo que não permitiria tamanha exploração, só um pequeno aumento para R$ 3. Os empresários faziam cara de contrariedade e “aceitavam”, resmungando que era insuficiente.

Assinantes da Folha e do UOL podem acessar a íntegra da coluna aqui.

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Postado em 02/03/2012