Chegamos, finalmente, a mais um feriadão de Carnaval, para depois, segundo dizem, tudo começar a acontecer no Brasil. O drama desse “avestruzamento” coletivo é que a realidade dos problemas que precisam ser enfrentados -e que, a cada ano, acabam sendo deixados para depois do Carnaval- não pode ser indefinidamente armazenada como se fosse uma fantasia de um desfile malsucedido, que nunca mais queremos ver repetir-se. Todos precisamos de descanso, de refrigério, de tempo para encerrar ciclos. Mas o Estado, os governantes, as autoridades políticas que recebem da sociedade o nobre mandato de zelar por seu bem-estar, pelo desenvolvimento do país, não têm direito ao descanso do “deixa para depois”.
Assinantes da Folha e do UOL podem acessar a íntegra da coluna aqui.
22/02/2012
marina sou uma admiradora sua encontrei seu blog fazendo uma pesquisa escolar.
penso que no brasil muito tem de ser feito para mudar o pensamento de muitas festanças com poucas responsabilidades…
18/02/2012
Quanto mais difícil a vida,melhor o sabor da vitória.Por isso votei e apóio Marina.