Postado em 23/05/2011 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Ex-ministros do Meio Ambiente pedem a Dilma e ao Congresso suspensão da votação do Código Florestal

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a A

Dez ex-ministros do Meio Ambiente entregaram hoje à presidente Dilma Rousseff Carta Aberta na qual expõe suas preocupações com a possibilidade de votação das mudanças do Código Florestal nos próximos dias. “Foram muitos os êxitos [referência à legislação ambiental do país] e os anos de trabalho de que se orgulham os brasileiros, e, portanto, tais progressos não devem estar expostos aos riscos de eventuais mudanças abruptas, sem a necessária avaliação prévia e o conveniente debate”, destaca o documento.

Assinam a Carta Aberta, também dirigida às lideranças co Congresso Nacional, os ex-ministros Carlos Minc (2008-2010), Marina Silva (2003-2008), José Carlos Carvalho (2002-2003), José Sarney Filho (1999-2002), Gustavo Krause (1995-1999), Henrique Brandão Cavalcanti (1994-1995), Rubens Ricupero (1993-1994), Fernando Coutinho Jorge (1992-1993), José Goldemberg (1992) e Paulo Nogueira Neto (1973-1985).

Os signatários ressaltam que não vêem na proposta elaborada pelo relator da matéria, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), “coerência com nosso processo histórico, marcado por avanços na busca da consolidação do desenvolvimento sustentável. Ao contrário, se aprovada qualquer uma dessas versões, agiremos na contramão de nossa história e em detrimento de nosso capital natural”.

É chamada a atenção ainda para o fato de que “foram suficientes as expectativas de enfraquecimento do Código Florestal para reavivar tendências preocupantes de retomada do desmatamento na Amazônia, conforme demonstram de forma inequívoca os dados recentemente divulgados pelo INPE”. Estudos mostram que houve  aumento, em um ano,  em 20% da área desmatada em Mato Grosso. As próprias autoridades locais reconhecem que este evento está vinculado à chance de o projeto de Aldo Rebelo virar lei.

O documento termina com uma convocação para que Dilma e o Congresso Nacional assumam o papel histórico de “liderar um grande esforço coletivo para que o Brasil prossiga em seu caminho de Nação que se desenvolve com justiça social e sustentabilidade ambiental”.

Leia a seguir a íntegra da Carta Aberta entregue à Dilma e as lideranças do Congresso Nacional.

Carta Aberta à Presidente da República e ao Congresso Nacional

Os signatários desta Carta Aberta, ao exercerem as funções de Ministros de Estado ou de Secretário Especial do Meio Ambiente, tiveram a oportunidade e a responsabilidade de promover, no âmbito do Governo Federal, e em prol das futuras gerações, medidas orientadas para a proteção do patrimônio ambiental do Brasil, e com destaque para suas florestas. Embora com recursos humanos e financeiros limitados, foram obtidos resultados expressivos graças ao apoio decisivo proporcionado pela sociedade, de todos os presidentes da República que se sucederam na condução do país e do Congresso Nacional. Mencione-se como exemplos: a Política Nacional do Meio Ambiente (1981), o artigo 225 da Constituição Federal de 1988,  a Lei de Gestão de Recursos Hídricos (1997),  a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente (1998), o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (2000), a Lei de Informações Ambientais (2003), a Lei de Gestão de Florestas Públicas (2006), a Lei da Mata Atlântica (2006), a  Lei de Mudanças Climáticas (2009) e a Lei de Gestão de Resíduos Sólidos (2010).

Antes que o mundo despertasse para a importância das florestas, o Brasil foi pioneiro em estabelecer, por lei, a necessidade de sua conservação, mais adiante confirmada no texto da Constituição Federal e sucessivas regulamentações. Essas providências asseguraram a proteção e a prática do uso sustentável do capital natural brasileiro, a partir do Código Florestal de 1965. Marco fundante e inspiração nesse particular, o Código representa desde então a base institucional mais relevante para a proteção das florestas e demais formas de vegetação nativa brasileiras, da biodiversidade a elas associada, dos recursos hídricos que as protegem e dos serviços ambientais por elas prestados.

O processo de construção do aparato legal transcorreu com transparência e com a decisiva participação da sociedade, em todas as suas instâncias. E nesse sentido, é importante destacar que o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) já se constituía em excepcional fórum de decisão participativa, antecipando tendências que viriam a caracterizar a administração pública, no Brasil, e mais tarde em outros países. Graças a essa trajetória de responsabilidade ambiental, o Brasil adquiriu legitimidade para se tornar um dos participantes mais destacados nos foros internacionais sobre meio ambiente, além de hoje dispor de um patrimônio essencial para sua inserção competitiva no século XXI.

Para honrar e dar continuidade a essa trajetória de progresso, cabe agora aos líderes políticos desta Nação dar o próximo passo. A fim de que o Código Florestal possa cumprir sua função de proteger os recursos naturais, é urgente instituir uma nova geração de políticas públicas. A política agrícola pode se beneficiar dos serviços oferecidos pelas florestas e alcançar patamares de qualidade, produtividade e competitividade ainda mais avançados.

Tal processo, no entanto, deve ser desenvolvido com responsabilidade, transparência e efetiva participação de todos os setores da sociedade, a fim de consolidar as conquistas obtidas. Foram muitos os êxitos e os anos de trabalho de que se orgulham os brasileiros, e, portanto, tais progressos não devem estar expostos aos riscos de eventuais mudanças abruptas, sem a necessária avaliação prévia e o conveniente debate. Por outro lado, não consideramos recomendável ou oportuno retirar do CONAMA quaisquer de suas competências regulatórias no momento em que o país é regido pelo princípio da democracia participativa, consagrado na nossa Carta Magna.

Não vemos, portanto, na proposta de mudanças do Código Florestal aprovada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados em junho de 2010, nem nas versões posteriormente circuladas, coerência com nosso processo histórico, marcado por avanços na busca da consolidação do desenvolvimento sustentável. Ao contrário, se aprovada qualquer uma dessas versões, agiremos na contramão de nossa história e em detrimento de nosso capital natural.

Não podemos, tampouco, ignorar o chamado que a comunidade científica brasileira dirigiu recentemente à Nação, assim como as sucessivas manifestações de empresários, representantes da agricultura familiar, da juventude e de tantos outros segmentos da sociedade. Foram suficientes as expectativas de enfraquecimento do Código Florestal para reavivar tendências preocupantes de retomada do desmatamento na Amazônia, conforme demonstram de forma inequívoca os dados recentemente divulgados pelo INPE.

Entendemos, Senhora Presidente e Senhores congressistas, que a história reservou ao nosso tempo e, sobretudo, àqueles que ocupam os mais importantes postos de liderança em nosso país, não só a preservação desse precioso legado de proteção ambiental, mas, sobretudo,  a oportunidade de liderar um grande esforço coletivo para que o Brasil prossiga em seu caminho de Nação que se desenvolve com justiça social e sustentabilidade ambiental.

O esforço global para enfrentar a crise climática precisa do ativo engajamento do Brasil. A decisão de assumir metas de redução da emissão dos gases de efeito estufa, anunciadas em Copenhagen, foi um desafio ousado e paradigmático que o Brasil aceitou. No próximo ano, sediaremos a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e o Brasil poderá continuar liderando pelo exemplo e inspirando os demais países a avançar com a urgência e a responsabilidade que a realidade nos impõe.

É por compreender a importância do papel na luta por um mundo melhor para todos e por carregar esta responsabilidade histórica que nos sentimos hoje na obrigação de dirigirmos a Vossa Excelência e ao Congresso Nacional nosso pedido de providências. Em conjunto com uma Política Nacional de Florestas, o Código deve ser atualizado para facilitar e viabilizar os necessários esforços de restauração e de uso das florestas, além que de sua conservação. É necessário apoiar a restauração, não dispensá-la. O Código pode e deve criar um arcabouço para os incentivos necessários para tanto. O próprio CONAMA poderia providenciar a oportunidade para que tais assuntos sejam incorporados com a devida participação dos Estados, da sociedade civil e do mundo empresarial. Do nosso lado, nós colocamos à disposição para contribuir para este processo e confiamos que sejam evitados quaisquer retrocessos nesta longa e desafiadora jornada.

Brasília, 23 de maio de 2011

Carlos Minc (2008-2010)
Marina Silva (2003-2008)
José Carlos Carvalho (2002-2003)
José Sarney Filho (1999-2002)
Gustavo Krause (1995-1999)
Henrique Brandão Cavalcanti (1994-1995)
Rubens Ricupero (1993-1994)
Fernando Coutinho Jorge (1992-1993)
José Goldemberg (1992)
Paulo Nogueira Neto (1973-1985)


Dados dos 10 ex-ministros do Meio Ambiente que assinam a Carta Aberta à Presidente e ao Congresso




a A

Comentários

  1. GOSTARIA de saber como vai ficar nosso futuro ,ja estou desanimada paguei a contribuiçao do nss por tres salario ,hoje estaou ganhando 1 salario minimo,quer dizer nao ganho mais o salario porque fiz dois emprestimo para sobreviver ,minhas contas atrasadas hoje recebo 306.00 reais sera que da pra vicer assim ,tomo varios remedios o dinheiro nao da nem pra comer tem alguma soluçao pra isso , fiquei sabendo que ia ter um atrasado de dinheiro fiquei feliz e fui ate o nss mas chegando la eles me disseram que tinha simm mas so pra quem pago 10 salarios ai eu pergunto e os que ganhan pouco como vai ficar aqueles que pagaram 10 salarios ja estao ganhando bem e ainda vai ter o seu dinheiro de volta , e nos que pagamos 3 salario vamos ficar na miseria recebendo so 1 salario ajuda-me mande a resosta por favor aguardo

  2. Janet Salas
    22/06/2011

    Please translate the letter into English – the BBC is reporting this but we’d love to read the letter.

  3. Sylvana
    06/06/2011

    Recebi um email e achei muito interessante. É como se a cidade e o campo pertencessem a mundos distintos:
    A carta a seguir – tão somente adaptada por Barbasa Melo – foi
    escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista
    em direito sócio ambiental e empresário, diretor de Parque Nacionais
    e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89, detentor do primeiro Prêmio Nacional
    de Ecologia.

    Prezado Luis, quanto tempo. Eu sou o Zé, teu colega de ginásio
    noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio
    sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e
    colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia
    légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava. Se não
    lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo… hehehe, era eu.
    Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia
    da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era
    mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar
    leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você
    lembra né Luis? Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na
    cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito
    mato, passarinho, ar puro… Só que acho que estou estragando muito a
    tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar
    que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
    Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele
    morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância
    da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu
    continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma
    tal de APPA que criaram aqui na vizinhança. Minha água é de um
    poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem
    do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água
    e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou
    deve ser verdade, né Luis? Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se
    foi, né .) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do
    lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o
    contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de
    casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas
    aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o
    Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora
    extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas
    as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer
    leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário? Essas
    pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche
    tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma
    cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não
    podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho
    que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca. Disseram ainda
    que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do
    salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa,
    desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e
    pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me
    disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no
    bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não
    apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo. Depois
    que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite
    às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada
    onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se
    chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu
    jogo fora. Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse
    que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20
    metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro
    depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer
    umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava
    certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns
    trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder
    pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do
    chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez,
    por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6
    cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês
    sujam o rio também pagam multa grande né? Agora pela água do meu
    poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui
    agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com
    mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio
    pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os
    rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar
    perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo
    mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra
    todo lado. Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem
    será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até
    prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore
    grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi
    derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da
    casa. Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha
    ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para
    esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia
    autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo
    ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No
    outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
    Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e
    agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso. Tô preocupado
    Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil
    reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o
    sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo
    mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida,
    rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas
    porque tenho certeza que a lei é pra todos. Eu vou morar ai com
    vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do
    sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu
    tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa
    e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só
    abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem
    cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a
    comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os
    criminosos aqui da roça. Até mais Luis. Ah, desculpe Luis, não
    pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas
    me aguarde até eu vender o sítio. (Todos os fatos e situações de
    multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira
    não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento
    ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio
    urbano.) Pâmela Gallas Buche Tecnóloga Ambiental.

  4. A aprovação destas alterações criminosas no Código Florestal Brasileiro é uma afronta a inteligência do povo. Numa época em que pessoas tem defendido a floresta com a vida, os nossos “nobres deputados” aceitam uma proposta ridícula e criminosa como esta. Ao meu ver não existe diferença nenhuma entre os “nobres deputados” e os assassinos de aluguel que tem tirado a vida de pessoas que defendem a floresta e os POBRES que dela vivem. Ambos não tem o menor apreço pelo BRASIL e pelos BRASILEIROS, QUE PAGAM SEUS ESCANDALOSOS SALÁRIOS A CUSTA DE MÃOS CALEJADAS E DE MUITO SUOR. Quero expressar a Senhora Marina Silva meu desespero. Vejo na senhora a única voz que pode liderar um protesto sério contra este desmando. Uma voz que pode ser respeitada dentro e fora do país.

  5. Juliano J. Oliveira
    31/05/2011

    Marina, você é a nossa voz e estamos contigo contra o novo código florestal. Que a nossa presidenta Dilma ouça o clamor daqueles que depositam nela a esperança de um Brasil justo e sustentável. Grato

  6. Maarten Robben
    31/05/2011

    PEOPLE OF THE WORLD UNITE! IT´S TIME FOR GLOBAL ACTION AGAINST THIS PLAN THAT DEFINES ALL IMAGINATION…IT´S UTTER SUICIDE!

  7. Nilcéia
    30/05/2011

    Que a sociedade brasileira não compactue com este absurdo, que se diz legal, de destruir as matas ciliares e outros absurdos na lei aprovada pela camara. Não ficaremos queitos diante disso. Continue na luta Marina, que estamos te acompanhado.

  8. Não vamos desistir. Vamos compartilhar e mostrar qual a real política dos nossos governantes. Então, quem sabe nas próximas eleições o povo consiga ver melhor quem é digno administrar o que é do povo!

    Boa sorte, Marina! Pra todos nós.

  9. No que se refere ao texto brilhante e mais do que atualizado do profº Leonardo Boff sobre a “Ética para nova era”. Convidando a humanidade numa urgência de conscientização e salvação das futuras gerações no conceito da nova práxis. Esse conceito tem que ser vivido e praticado desde a primeira infância, onde a ética do cuidado, a ética da responsabilidade com o outro e consigo mesmo, enquanto ator principal no cuidar do seu meio e conseqüentemente do mundo, no final, fará a diferença necessária. O que aconteceu em Brasília é repugnante pela falta de conceitos mínimos atuais, no que tange o cuidado do meio ambiente e de todas as florestas, ou o que ainda resta de mata nativa do imenso e rico Brasil, sem discutir amplamente com a sociedade brasileira e se limitando a um núcleo rico e influente da economia nacional. É sim um retrocesso ético e ambiental, depois de anos ganhando a batalha pelo desmatamento zero e controle das áreas degradadas, resgatando a mata nativa.
    Faltou Ética, no tratar de um assunto tão caro e sensível ao planeta. Onde países sérios e avançados nesse quesito, globalizado e conceitualizado, vem experimentando aos poucos e há duras penas ou mesmo na marra, novas praticas como o desenvolvimento sustentável, respeitando o planeta, controlando as emissões de gases poluentes, como o Co2, que agridem a camada de ozônio; Países que há muito tempo assinaram o protocolo de Kyoto e estão com uma nova mentalidade economicamente verde e assim dando exemplos ao resto do mundo, mesmo sendo um pouco tarde, porém acordaram e sentiram que a natureza responde e trará conseqüências nefastas ainda piores que tsunamis ou o aquecimento global. Atitudes açodadas dos congressistas brasileiros, em troca de benesses eleitorais nos seus currais; ou simplesmente por ignorância, só aumenta a crítica e desconfiança internacional, atrasa e desmotivam movimentos ambientais sérios, como ONGs importantes na mobilização e conceitos éticos coletivos de conscientização e responsabilidade de todos para com o país e para com as gerações que nos precederam. É lamentável como o jogo de interesses e politicagem rasteira destrói a ética viva dentro dos homens e mulheres de bem que desejam e lutam por um planeta melhor, numa canetada. Agora é rezar e pedir a nossa ilustre Presidenta Dilma, consciência plena, bom senso e ÉTICA verde compromissada com o verdadeiro Brasil. Vetando as perdas futuras dos artigos polêmicos. Revendo esse novo código “sem floresta” brasileiro. Para o bem do país e da sua própria biografia.

  10. G. Santargila
    28/05/2011

    Já que o Código Florestal pode agravar as mudanças climáticas é só o executivo emitir um decreto poibindo a natureza de porceder as referidas mudanças sob pena de suspender seus direitos de livre manifestação das leis naturais. Num passado não muito distante os partidos de esquerda propalavam que os governantes de então se subordinavam aos desejos dos paises desenvolvidos e ricos. Esses mesmos partidos, agora no poder, não dão um passo se não ouvirem os órgãos internacionais socio-ambientais representantes do capitalismo mundial. Isso que é mudança de clima, uma reviravolta de opinião. Meu Brazil brasileiro de florestas e PANDEIROS… Catemos coquinhos é a porta para o futuro da miséria brasileira.

  11. yasmin
    28/05/2011

    Senhora Marina Silva esteja defendendo
    o nosso meio ambiente!!!!!!
    Os deputados não podem falar por todos nóis
    eles são muito malvados!!!!!!!!!!!!!!

  12. maria hausner
    26/05/2011

    http://www.facebook.com/event.php?eid=227771337238761

    é um ato municipal contra esse codigo… vamos nos mexer antes da atitude da dilma, vamos precionar mesmo!

  13. pedro nassar
    26/05/2011

    o aldo rebelo é na verdade um grande palhaço´e não tem o que fazer é um grande criminoso

  14. sidney Tito
    26/05/2011

    Marina,
    Não te quero ver como heroína, quero te ver como mulher autêntica, genuinamente nacional. Por confiar em ti, fico slidário aos teus argumentos para a preservação das nossas matas.Sei que há um verdadeiro coluio – quer anônimo, quer civil, quer empresarial e também político no sentido da ocupação nefasta do solo brasieiro. Há no homem – racional nocivo – a não preocupação com o futuro do povo, dos filhos e do Brasil. No que puder ajudarte, conte comigo.
    sidneytito.blogspot.com

  15. glauci godoy
    26/05/2011

    Minha familia e eu, esperamos que os governantes, jamais pensem em retroceder o que já esta iniciado e dando certo,(não se mexe em time que esta ganhando). Queremos nosso país em destaque ao menos neste sentido.
    Sou brasileira, quero meu país dando certo, e sem vergonha de o dizer, quero assim continuar.

  16. Elaine
    25/05/2011

    Marina, gostaria de saber o que nós, cidadãos comuns, podemos fazer para tentar impedir que essa emenda seja aprovada no Senado.
    Já assinei o pedido em
    http://www.avaaz.org/po/codigo_florestal_urgente/?cl=1078796589&v=9182
    e enviei os emails que foram solicitados… Mas fico na dúvida sobre a repercussão disso… E os meios de comunicação? Nada dizem sobre o apoio popular…

  17. Letícia Badaró
    25/05/2011

    Marina,
    neste momento de total desamparo em que nos encontramos, depois de vermos que os parlamentares em que votamos não nos representam e servem somente aos interesses dos grandes proprietários de terras, nos voltamos para você! Candidata que realmente teria orgulho de ter como presidenta, representante dos meus direcionamentos políticos e representante ativa nas lutas mais emergenciais do nosso país. Mobilize sociedade civil, imprensa e mesmo os poucos representantes dos interesses ambientais e de desenvolvimento sustentável na bancada do parlamento.
    Vamos pressionar a Dilma a vetar essas alterações no Código Florestal, já que, quanto ao Senado, estou certa de que não anularão a decisão da Câmara.

  18. Nobre Marina Silva, como a senhora me enche de orgulho. O motivo para eu não ter desistido da política brasileiro é a sua integridade, a sua competência, a sua honestidade. Parabéns por estar sempre do lado certo e justo. Conte comigo para qualquer ajuda.
    Att, Ana Paula Sá Freire Medrado Dias.

  19. Rita Moura
    25/05/2011

    É com uma imensa vergonha desse país que acompanho ao atraso nas possiveis mudanças no código florestal, que foi votado com 410 aprovações de uma bancada corrompida. sou estudante de jornalismo, defensora da causa ambiental como muitos, e me sinto fragilizada com o que acontece. Vejo como outros tantos também vêem, você Marina Silva, como uma esperança, não podemos aceitar calados, manifestação, ambientalistas nas ruas, ongs, partido verde. esse atraso não tem cabimento.

  20. Fernanda
    25/05/2011

    Fico Feliz por saber que temos alguém como a Senhora nos representando. Sigo cada palavra que falas, não moro no Brasil, porém amo o amazonas e choro cada dia que fico sabendo da morte de um activista, amo a natureza, e sofro com tudo isso. Um grande abraço e saibas que não estas sozinha. Voce tem o apoio de muitos cidadãos que como eu, com o tempo foram conquistados.

  21. Alberto
    25/05/2011

    Digo sim a o novo código. Preservação com produção

  22. Bianca Fornari
    25/05/2011

    Povo brasileiro, ta na hora de dar um basta a essas leis que nao representam o desejo da maioria. Por que nao tomamos como exemplo o que esta acontecendo no mundo e tambem vamos a rua protestar contra essa lei que apenas beneficia uma pequena minoria? Ta na hora de mostrar o que a gente e capaz!!!!E uma vergonha para o nosso pais, que vai ser a sede da conferencia mundial sobre meio ambiente passar uma lei como essa.

  23. Mara Lane
    25/05/2011

    Quero deixar aqui meu respeito e admiração a Marina ícone a ser seguido na política brasileira, eu sou adminradora incondicional morei por 15 anos em Rio Branco e sou conhecedora de sua rica história de vida, amo você viu? Deus t abençõe sempre…bjss de luz

  24. Gustavo Guimaraes
    25/05/2011

    Marina, você é a única liderança capaz de juntar todos os segmentos da luta contra a aprovação do código. Ontem foi um dia terrível, em que 410 deputados ficaram ao lado da ignorância, violência e covardia. Temos que ir para as ruas no Brasil todo. Temos que denunciar internacionalmente! Vamos reagir!!!

  25. Eduardo Antunes
    25/05/2011

    Sou produtor rural e estou pangando um preço muito alto pelo desmatamento ocorrido no passado, na cabeceira do corrego que cortava a minha propriedade. Hoje não temos água nem para os animais beberem. Alguns poucos que tenho, tomam água de poço assim como nós. A minha propriedade hoje não tem valor, pois ninguem compra uma terra que não tem água. Agora com a aprovação deste novo código florestal, muitas outras propriedades vão enfrentar o mesmo problema que eu e minha familia enfrentamos. E VIVA O POLÍTICO BRASILEIRO E A CORRUPÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  26. Pensadora
    25/05/2011

    Os que votaram a favor (PSDB, DEM, PR, PSB, PPS, PCdoB e muitos outros inclusive o PMDB que amarelou na última hora) devem ser aliados de ruralistas e ter compromisso apenas com eles. Ainda bem que a Presidente já sinalizou que vetará o novo código, pois não concorda com alguns pontos como a anistia para o desmatadores. Vamos esperar e guardar bem os nomes do deputados que votaram a favor desse código absurdo que beneficia só uma parcela da sociedade e que não respeita o meio ambiente! Agora me respondam uma questão: “Como é possível o PV andar de mãos dadas com o PSDB e o DEM?” é como querer misturar água e óleo, é só ver a votação do código onde 100% dos vereadores desses partidos votaram a favor,eu gosto muito da Marina, acredito nela mas jamais poderei aceitar essa “parceria” partido!

  27. Edson
    25/05/2011

    Admiro muito a marina por sua brilhante historia, porem discordo de sua opinião em relação ao novo códoco florestal, sou agricultor em Guaramirim S.C faço parte de um grupo de pequnos agricultores denominados de agricultura familiar,temos uma pequena propriedade, a não aprovação do novo códico florestal vai complicar ainda mais a nossa cituação que ja é caotica, nossa propriedade tem um rio na frente e outro nos fundos, tem que reflorestar as margens sem falar dos 20% de reserva legal, vai sobrar pouco para trabalhar, vamos ter que ir procurar emprego na cidade, e o que é pior não temos profição, pense nisso irma Marina!estamos dando Graças a Deus por ter uzado o sr Aldo Rebelo para nos ajudar, sei que é preciso preservar o meio ambiente mas precisamos sobreviver, se alimentar, S.C e composta de pequenos agricultores, diferente de outros estados do pais, e tem 40% areas com matas. sr. Marina a sr. fala tanto em justiça me responde porque só os agricultores tem que deixar mata ciliar (recuo nos rios), reserva legal????? todos nós sabemos que as cidades são as grandes poluidoras, não a agricultura, a lei tem que ser para todos, não é o que esta acontecendo atualmente.pence nisso!!!!!! paz!

  28. para palavradoleitor@dgabc.com.br
    data 3 de junho de 2008 19:50
    assunto Árvores da vida
    Abaixo, uma carta minha publicada em 2008 no maior jornal regional brasileiro, depois, meu manifesto enviado aos líderes do congresso e presidenta Dilma.

    enviado por ig.com.br:ocultar detalhes 03/06/08
    Àrvores da vida
    “Dos trigais nas campinas tirarás teu pão; da mais alta abóbada arbórea também teu pão sairás!”
    É assim que na natureza, tipifica-se cada tipo de pão, criando uma interdependência uniforme entre todos os seres.
    Na Amazônia, a gigante Castanheira dispende sua cumbuca – ou ouriço – e a pequena cuíca com seus dentes poderosos rompe sua dura casca, enterra as castanhas para comê-las depois, esquece-as e, nasce uma nova castanheira!
    Nossa brasileiríssima Palmeira Jerivá atrai, com seu fruto adocicado, o esquilo; e ele, que possui dentes fortes cobertos dum esmalte chamado dentina, que rompe até aço, rói também o coquinho e come sua castanha e faz igual à cuíca, guarda algumas e lá vêm uma nova palmeira; assim o processo contínuo da natureza irrompe o tempo.
    Mas aí vem o homem que para ter seu pão, faz cair por terra o pão da cuíca e do esquilo, extermina uma diversidade de fontes produtoras e interrompendo o ciclo ecológico, também tira o pão da boca de milhões de seres e de seus próprios semelhantes.
    Mas o que obsta é que as árvores que lhe dão o pão, que mantém os mananciais de água e dá a vida, em nada vale?
    Presidente Lula! Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, peço, em nome de milhões de brasileiros, que preserve em Lei ou mesmo MP nossos biomas e defenda a Amazônia; defenda nosso pão, antes que Êles venham! Desmatamento zero! Amazônia nossa e sempre!

    Agora, meu manifesto de meu círculo socioambiental:

    Prezada Presidente Dilma e líderes partidários,

    Como um cidadão consciente, eu peço que você faça tudo em seu poder para proteger as nossas preciosas florestas, rejeitando a atual proposta de enfraquecimento do Código Florestal. Diga não para a anistia aos desmatadores, à qualquer diminuição das APPs e estadualização da política ambiental.

    Por favor defenda o interesse do povo acima de interesses privados e faça tudo ao seu alcance para que nenhum acordo seja firmado até que as proteções ambientais sejam fortalecidas ao invés de enfraquecidas.

    Respeitosamente,

    Joselenes Sousa Santos
    leneskardera@ig.com.br

  29. Karla Teixeira
    24/05/2011

    Me senti representada ao ver que cidadãos como os ex ministros se preocupam com as propostas apresentadas como o “novo” Código Florestal ! É vergonhoso perceber que as políticas ambientais no Brasil são tendenciosas, e se direcionam a este ou aquele bioma! É necessário criar políticas permanentes, holísticas e horizontalizadas, que insiram o cerrado, a caatinga, a floresta amazonica, a mata atlantica em um cenário de preocupações… não se trata de uma briga interna entre a bancada ruralista e outra ambientalista, trata-se de elementos, aspectos intrinsecos a dinâmica brasileira – a floresta, a mata, o cerrado, a caatinga!

  30. César Ribeiro
    24/05/2011

    Infelizmente a maior parte dos nossos gestores e representantes são uns bandidos canalhas que só se preocupam com o próprio umbigo. Uma vergonha!!!!

  31. Ildo
    24/05/2011

    Marina, esperamos você em 2014, na próxima campanha presidencial, que, com toda a certeza, será mais “forte” que a de 2010 – será você a eleita! Continue aparecendo (infelizmente, no Brasil é assim)!
    Ao contrário do que dizem as colunas dos jornalões, esperamos que você não se alie com os partidos conservadores e da velha direita! Não faça isso!

  32. Parabéns, esta carta é um documento político de verdade! Coerente com o momento histórico mundial, o Brasil não pode e não deve mais viver na contramão!

  33. Depois da posse de Dilma Rousseff na Presidência do país, este é o segundo episódio de maior importância neste ano político, pelo que significa para a Nação e a chance de um Desenvolvimento Sustentável, que destacaria o Brasil em todo o planeta.

  34. Ciro R. Rolli
    23/05/2011

    Vivenciar a democracia participativa;essa é a tônica que deve prevalecer,para CONSOLIDAÇÃO das bases que foram acertadas na constituição de 1988.
    DEVEMOS TODOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO .

  35. marina sou willian sou filiado no pv desdi 2003 sou fiel ao pastido agora querem me tirar o partido.Voltei em vc nas ultimas eleições .Querem dar o partido para uma pessoa que nem filiado é.Sou Maranhense da cidade de MORROS .Ass:WILLIAN HENRIQUE SOUSA. aguardo a resposta! preciso da sua ajuda.bjs um abraço

  36. Marcos Hortz
    23/05/2011

    Marina, por favor, mobilize a sociedade novamente, como fez nas eleições de 2010. Precisamos de nosso povo nas ruas.
    Apareça na mídia informando a população sobre o Código Florestal.
    Precisamos de você.
    Sem o povo, sem pressão contra a bancada ruralista, esta batalha corre o risco de estar perdida!

  37. Marcos Hortz
    23/05/2011

    Quando governo e oposição se unem para combater uma causa, é um forte indício de malignidade.
    Parabéns, Marina Silva, por conseguir unir em uníssono as vozes de governos tão constrastantes.

  38. Todos temos que nos posicionar contra esse projeto. Nunca imaginei que veria no meu País Ex-ministros independente de partido colocando-se ao lado do povo.
    São esses fatos e o discurso da professora Amanda que me faz acreditar que novos ventos estão chegando.

  39. EDmario
    23/05/2011

    Gente. O caso é preocupante. Contuido, ver o alinhamento supra-partidário como esse, é gratificante e emocionante. São dez cabeças pensantes, gente do Brasil e que o quer Bem. Se essa presidenta & Cia., fizerem vistas grossas ou pouco valor a essa ação. Ela não merece o cargo que ocupa. Parabéns, ex-mnistros. Aliás. Parabéns brasileira e brasileiros – Gente do Brasil. Eu proponho que esse blog lance a campanha Eu apoio a Carta Aberta do ex-ministros do Meio Ambiente. (inserir já todos os e-mails da autoridades).

  40. Paulo
    23/05/2011

    Se depois dessa carta Dilma insistir em apoiar Aldo Rebelo somente p/ proteger o Palloci será uma VERGONHA!

  41. Nilson Surdi
    23/05/2011

    Parabens pela luta em favor do Código Floresta, lei avançada que não pode sofrer retrocesso.

  42. José Aglais
    23/05/2011

    Não se trata mais apenas das gerações futuras, hoje já sentimos os piores resultados da exploração predatória da natureza. A única saída para o planeta: sustentabilidade.

  43. Eu digo não ao Código Florestal e espero que todos os brasileiros também sejam contra.

  44. Luis Filipe Gomes
    23/05/2011

    Fico feliz de ver todos os ex-ministros juntos nessa carta. Espero que ela e todas as outras manifestações que gritam Brasil a fora, em defesa de nosso patrimônio ambiental, sejam finalmente ouvidas.

  45. Vamos esperar uma feliz atitude da presidenta Dilma. Eu acredito que ela tomará a decisão certa quando “mexer seus pauzinhos” para suspender a votação do novo código florestal. Obrigado Marina e demais ex-ministros, vocês que são nossos verdadeiros governantes, pois são vocês que correm atrás do que é de interesse de todos.

  46. Tatiana
    23/05/2011

    És brasileiro, não desistirás nunca.

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Postado em 23/05/2011