Postado em 23/03/2011 por Equipe Marina | Categoria(s): Artigos

“Um espanto tão intenso”

25 Comentários

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O terremoto e o tsunami que atingiram o Japão no dia 11 de março começam a perder espaço na mídia. Parece ser o destino das grandes dores e crises da humanidade, o serem sucedidas pela necessidade de acreditar que foram algo excepcional, mas não a ponto de nos tirar da rota segura do cotidiano. Os bilhões de pessoas que se chocaram com a tragédia praticamente em tempo real, provavelmente sentiram, em meio à compaixão, o alivio de não estarem lá, de não vivenciarem o terror que arrasou territórios, vidas, infraestrutura, tudo, em tão pouco tempo.

Contudo, por mais que o assunto “tsunami no Japão” esteja próximo da página virada, de refluir aos nichos especializados, algo permanece no sistema de alerta de todos nós: e nossa fragilidade diante da natureza? e os riscos da energia nuclear? Esse tema, em evidência nos anos 70 e 80 do século passado, ressurge em outra dimensão, com outras perguntas, necessariamente associadas ao descontrole climático-ambiental que vivemos.

A questão não está no mérito da tecnologia nuclear, mas no seu entorno, naquilo que o aprendizado das últimas décadas nos ensinou, ou seja, é mais importante o olhar abrangente, para as cadeias de causas e conseqüências, do que para um ponto fixo.

A alternativa nuclear para a geração de energia é o ponto fixo, mas os opções de vida da humanidade, aparentemente escudadas por tecnologias inexpugnáveis e admiráveis, é que estão em jogo. Elas são frágeis, muito frágeis, embora queiram aparentar onipotência e domínio de suas circunstâncias. A principal – a de estarmos num planeta que precisa ser levado em conta como organismo vivo carente de cuidados – tem-se aproximado de seus limites sem que isso seja levado em conta em todo seu profundo significado.

As grandes potências da geopolítica mundial têm sido confrontadas com suas vulnerabilidades e, ao final, com sua humanidade. A impotência da potência, tal como costumamos entendê-la, por critérios de força militar e capacidade tecnológica, é um poderoso sinal para deixarmos de mistificar. É hora de recriarmos nossa idéia de civilização. É a era do aprendizado, da compaixão, da solidariedade, mas também da sabedoria, do não esquecimento, do enfrentamento e reconhecimento dos limites. Dos quais, aliás, já passamos.

*Um espanto tão intenso é o título de um livro escrito pelo psicanalista francês Octave Mannoni em 1992.

Marina Silva, 53, ex-senadora do Acre pelo PV, foi candidata do partido à Presidência da República nestas eleições e ministra do Meio Ambiente do governo Lula (2003-2008).



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Comentários

  1. Rogerio E.
    31/03/2011

    Acho que fiz dois comentarios parecidos escolham um OK?

  2. Rogerio E.
    31/03/2011

    O que aconteceu com o povo do Japão deveria servir de ensinamento ao Brasil mas o que vimos foi o governo Dilma justificando a construção de usinas nucleares e atê um ministro dizendo que “ganharíamos” com o ocorrido. O governo Lula,seguido por Dilma,retornaram com o programa nuclear do regime militar e chegou se ao ponto do ex. vice presidente defender a bomba atômica. Enquanto isso fontes de energia alternativas não saem do papel.Defendem a energia nuclear em um Brasil que não consegue lidar com enchentes.Sou contra as usinas nucleares.

  3. Rogerio E.
    31/03/2011

    O mal causado ao povo do Japão deveria servir de alerta sobre a energia nuclear.Mas o que vimos por parte do governo brasileiro foi a defesa desse tipo de energia inclusive ouvimos palavras de um ministro afirmando que “ganharíamos” com isso.O governo Lula,e agora o de Dilma,prosseguem com a cnstrução de usinas nucleares ,antigo projeto do regime militar. Enquanto isso diversas alternativas de energia não sai do papel.Chegamos ao ponto ,em determinado momento ,que o ex.vice presidente de Lula defendeu a constução da bomba atômica.Além de destruírem a Amazônia com as tais usinas querem nos impor a energia nuclear num país que não consegue lidar nem com enchentes.Sou contra as usinas nucleares.

  4. Marina compartilho profudamente de seu pensamento…Ver http://negociodemulher.blogspot.com
    Imagens de um Japão

  5. John
    26/03/2011

    Boa noite,
    Gostaria de mencionar os profissionais em Agroecologia que trabalham em projetos de agricultura orgânica. Estes têm um diferencial dos demais, pois estudam para atuarem através de associações de produtores rurais familiares e EMATERs, EPAMIG (MINAS GERAIS), Sindicatos dos Produtores Rurais e Secretarias Municipais de Agricultura, dentre outras e mesmo dentro das universidades (UFSCar, Institutos Federais de Educação). E quase ninguém sabe que eles existem. O interessante é que esses profissionais estão lutando pelo reconhecimento de entidade de classe, como é o caso do CREA, e tem enfrentado dificuldade por causa da mentalidade antiquada dos seus dirigentes que não acreditam que a Agroecologia possa ajudar a sanar os problemas da agricultura que se baseia no uso de agrotóxicos e que tanto afetam a saúde humana, e isso porque muitos desses dirigentes atendem os interesses das grandes corporações (fabricantes de insumos agrícolas) e não se preocupam com o bem estar dos seres humanos, em se tratando da sanidade dos alimentos. Temos que ter atenção para isso!!!

  6. marina usei esse espaço para fugir um pouco do assunto acima e lhe pergunta sobre o que vc acha desse interesse do estrangeiros em fazer “amizade” com as tribos indigenas para garantir o livre acesso as nossa terras , com james camerom que disse que a amzônia não é umm problema só nosso, mas a emissão de gases produzidos pelos EUA também não é um problema só deles e no entando não teve nenhum progresso em compenhagem em relação a diminuição das emissões de gases pelos EUA. E também quero saber de vc se o programa HAARP dos EUA sobre manipulação do clima causando terremotos e destruição nos países não aliados é verdade ou mito. As noticias que correm na internet em relação aos interesses dos EUA no mundo no âmbito ambiental, social e econômico é verídico, todo presidente brasileiro se submete aos prazeres da maior potência mundial, todas essas visitas americanas são só coincidência?

  7. Sônia Rocha
    24/03/2011

    Marina, a “impotência da potência” é uma mensagem para todos. A fragilidade dos sistemas industriais é latente. E necessário realmente repensar em que situações a energia nuclear é essencial.
    Estamos recebendo respostas do meio ambiente a todo instante.

  8. Fruto da ambição humana, sempre pensaram em ganhar dinheiro e lucrar com tudo pior com Natureza! Isso que é pecado!!!

  9. João Batanolli
    24/03/2011

    A sequencia de fenômenos naturais de grandes dimensões com frequencia e intensidade mais elevadas, dois deles inclusive alterando o eixo do planeta, deve nos levar a uma reflexão e questionamentos não apenas em relação a que tipo de fontes energéticas devemos priorizar em nome do meio ambiente e de nossa segurança. O que está em jogo é toda uma visão de mundo, um estilo de vida e um arcabouço de crenças pretensamente científicas que nos afastam da sabedoria, da profundidade e da expansão de conhecimentos inerentes às tradições sapienciais da humanidade que sempre nos alertaram sobre esses eventos. O que estamos presenciando é o pano de fundo de, como diz Peter Russel, um salto quântico da consciência. Sem dúvida, essa é a única saída, e a própria Natureza está providenciando os meios de nos acordar e garantir um novo ciclo de Luz, Paz a Amor, para a humanidade.

  10. A equação é simples: se Itaipú, por infelicidade, um dia arrebentar, passa um tempo relativamente curto e as águas se acalmam, como se acalmaram no Japão. Ficam os prejuízos, nada desprezíveis, mas que podem ser administrados. Como dizem por aqui, o Japão será reconstruído antes que se termine o metrô de Fortaleza (sic…). Uma usina nuclear, quando uma piscina de refrigeração esvazia e deixa de refrigerar, como aconteceu no Japão, além dos efeitos imediatos causados pela nuvem de radiação, cujas consequência ultrapassam gerações, caso não se encontre formas de controlar, a radiação permanece ativa por 25.000 anos!!! Eu ainda não fui convencido sobre a segurança dessa tecnologia e nem acho que o Brasil precise dela pra gerar energia. Precisamos abrir esse assunto de forma transparente, para que possamos ser coerentes com a realidade que vem se apresentando. O Brasil é um país visto por todo o mundo como um dos únicos com possibilidades de estabelecer um novo modelo de desenvolvimento, compatível com a manutenção de suas riquezas, além desse modelo atual de administração de prejuízos. Ainda temos praticamente 50% fda vegetação nativa em pe´. Essa é a hora das escolhas. E só pode escolher bem quem entende o que está em jogo para o futuro. Como dizem os portugueses, o problema é que as consequências vem depois…

  11. Cacá Perez
    24/03/2011

    Gostei de sua frase: “a impotência da potência”. Esse antropocentrismo em que vivemos é um modelo falido. Ou aprendemos com nossos limites ou a natureza se incumbe de mostrá-los, ainda que não estejam amadurecidos.
    Por aqui temos as Usinas de cana, que são verdadeiras “bombas” e que são chamadas de “energia limpa”. É muita hipocrisia e mentira.
    Enquanto o mundo busca energias verdes, pensamos em pré-sal e hidrelétricas. Triste.

  12. Felipe Massote
    24/03/2011

    Amada Marina,
    o que me assusta nesse acidente nuclear (como também no da BP no Golfo do México), é a ausência de um plano de contingência de verdade.
    É como se dissessem: “que, o duto? Nã… Ele jamais romperá!” ou “que, terremoto? Que isso! Nunca que vai haver um terremoto dessa magnitude aqui”!

    Sabe, Marina, na escola de Engenharia a gente é treinado a pensar sempre sob o marco da estatística. Se um evento é extremamente raro, a gente acaba desconsiderando (criar um plano para se prevenir um acidente muito raro custa caro demais). O problema é de paradigma mesmo: pensamos em custo monetário, porque engenheiro precisa apresentar cálculos expressos em números.

    Acontece que a prepotência (vaidade) humana nos leva a construir caixas de pandora cujos males guardados, se quebradas, não somos capazes de conter. É assim com as fontes energéticas que temos preferido…

    Bem, amada, chega de digressões.
    O princípio que defendo é o seguinte: para implementarmos um projeto com risco (ainda que remoto) de grave impacto ambiental, precisamos de um plano de contingência efetivo, eficaz, eficiente (igual aos princípios básicos da qualidade industrial).
    Devemos perguntar: “caso aconteça uma catástrofe, como vamos conter os danos?”. Se a resposta for diferente de: “assim, e assim e assim”, o projeto TEM que voltar para a prancheta.

    Tenho mais a dizer, querida, mas fica pra depois.
    Por ora, deixo o que a Escritura diz:
    “Então o Senhor Deus tomou o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar.”

    Paz.

  13. Vania
    23/03/2011

    Marina, conte comigo para engrossar uma campanha por mais sensatez do governo brasileiro que mesmo diante das evidencias da fragilidade da vida humana e do meio em que vivemos, continua em “berço esplendido”, cegamente, defendendo centrais nucleares. O governo brasileiro tem se mostrado pouco inteligente ao permitir OGMs em nosso pais e agora esta de centrais nucleares…Só por Deus para proteger nossas vidas. Abraço

  14. Leandro Rocha
    23/03/2011

    Antes de tudo, gostaria de compartilhar os meus sinceros sentimentos com a comunidade Japonesa. Enfim, vejo os últimos acontecimentos mundiais, Chile, Brasil, Haiti, Singapura, Japão e infelizmente ainda não consigo utilizar como bandeira nos discursos durante as reuniões mensais da Comissão Provisoria do PV Almenara – MG. Como falar de sustentabilidade,numa realidade tão distante culturalmente, onde 30 por cento dos adultos acima de 15 anos nunca frequentaram uma escola. O Tsuname da Corrupção e da insensibilidade social há séculos já destruiu milhares de oportunidades e ainda hoje destroi a esperança de muitos que compartilham comigo essse pedaço de Brasil. Marina o Baixo Jequitinhonha precisa te sentir.

  15. Nazareno
    23/03/2011

    Se alguém tem dúvidas de que o Hidrogênio é a solução mais Limpa, Barata e Abundante neste planeta ou em qualquer parte do Universo, lembrem-se de que é dele que se formam as Galáxias, é ele o “Combustível das Estrelas”, é da fusão dele com o Oxigênio que se forma a água…
    O Hidrogênio é muito mais Fácil de se obter, de sua queima só resulta água, possui mais de 10x mais energia que qualquer derivado de petróleo…
    O que bloqueia as pesquisas são os interesses de Indústrias Petrolíferas, de Microchips (Energia Solar) e de Construtoras, pois o Hidrogênio pode ter sua geração em qualquer lugar, não sendo necessárias “Obras Faraônicas” nem preciosos combustíveis!
    Quem vai BANCAR???

  16. Rafael Medeiros
    23/03/2011

    É a velha história da natureza dando de volta tudo aquilo que nossa “civilização” despejou de ruim durante tantos anos nela… E enquanto isso alguns teimam em ficar entorpecidos e inconscientes de sua própria desgraça. Texto maravilhoso, Marina. Será que precisamos da energia nuclear cara e ineficiente? Quando acordaremos?

  17. Alvaro Rodrigues
    23/03/2011

    Marina,

    Infelizmente o poder público, seja ele dito Capitalista, Comunista ou Socialista, perdeu à muito tempo o apego as prioridades do povo. A muito foi-se o ideal do coletivo em prol de alguns. Nenhum modelo humano será infalível e TODOS apresentam falhas.
    Nenhum governo quer fazer o que tem que ser feito.
    A civilização como a conhecemos hoje é totalmente baseada na tecnologia e geração de energia fóssil, nuclear ou hidráulica. Todos os modelos são falhos e somente o conjunto deles nos traria algum conforto e segurança de manter a civilização e com o tempo, escolhermos as tecnologias que deveriam morrer. A história humana nos mostra que somente evoluímos em face à tragédia, sejam causadas por nós mesmos ou meios naturais. Mais uma vez, ninguém faz o que tem que ser feito.
    O modelo energético do Brasil, por exemplo, é totalmente dependente da energia hidráulica. Os ignorantes (pois não tem conhecimento técnico) que nos governam optam por manter o quadro geral e sempre deixam para depois, para o próximo governo a tarefa de fazer o que tem que ser feito. Em uma sociedade dita evoluída, deveria ser obrigatório a Petrobrás investir valores abusivos em novas tecnologias. Energia solar e eólica deveriam ser integralmente subsidiadas em nossas universidades, para formar corpo técnico e acadêmico suficiente para tirar o Brasil das algemas hidrelétricas nos próximos 15 ou 20 anos.
    Mas investir em educação e no futuro do país nunca foi o forte dessa nação.
    Será que podemos confiar em nós mesmos para mudar o rumo de nossa civilização? Será que o homem poderá salvar a si mesmo da cova que vem plantando a séculos? Só quando o homem olhar para o próximo e entender que para ele estar bem, seu próximo tem que estar bem, é que teremos uma mudança de civilização. Enquanto o homem não mudar por dentro, jamais mudará o seu derredor. Se nossa civilização desmorona ante nossos olhos, é por que a muito o homem já ruiu internamente.

  18. adriano magesky
    23/03/2011

    Marinaaaa Que Texto enfadonho, alucinatòrio, confuso, cheio de elucubraçoes vazias, apostos !!! affe ! Li duas vezes e ainda naum entendi o que ela quer. Terceira tentativa … Obama, Japao, energia nuclear, etc nichos nao sei das quantas.. Onde estah a linha de encadeamento do texto ?

  19. Danilo Castro
    23/03/2011

    Marina: como questionar um modelo político/econômico rígido de gestão por parte dos países “ditos” desenvolvidos, quando o que está em jogo através do cruel capitalismo são bilhões e bilhões de dólares? Kyoto (protocolo) já é um adolescente de 14 anos e, como tantos outros de carne e osso, assiste a morosidade das mudanças propostas em prol do meio ambiente, inclusive em sua própria casa, tão assolada recentemente. Me lembra a fábula do coelho e da tartaruga, onde o coelho representaria as mudanças climáticas que estão acarretando tantas catástrofes mundiais; a tartaruga, em contrapartida, as propostas de ações dos povos e nações que levarão a um ambiente mundialmente sustentável. Eu sinceramente espero, torço e rezo para que minha analogia termine como a terminou a fábula…

  20. Nazareno
    23/03/2011

    O Pior é que estamos mais próximos de um “Acidente Nuclear GRAVE” que o Japão…

    Existem várias coisas que podem levar a uma “Catástrofe Nuclear”: Terremoto, Maremoto, Furacões… Mas a Pior de todas é a que Detonou Chernobil! O ERRO HUMANO!!!

    Pra piorar a situação, em países onde as catástrofes são “Naturais”, criam-se mecanismos para previnir, planos de emergência (A, B, C e D) e as pessoas levam Muito a Sério o tempo todo!
    Aqui se em a “Noção” de que “Nada vai nos Acontecer”… Quando acontecer (Não é SE, Mas Quando) será ainda pior que Chernobil!!

  21. Marcelo Baptista
    23/03/2011

    Como sempre, Marina, você consegue sintetizar o sentimento de muita gente em relação ao absurdo que é o estilo de desenvolvimento utilizado hoje em dia. Obrigado e vamos continuar lutando, sempre.

  22. Alexandre Freitas
    23/03/2011

    O pior é que estão dando uma prioridade tão grande para o acidente nuclear e as pessoas que sofreram com o Tsunami estão na sombra deste problema e não é comunicada a real situação do mesmo. Acredito que a posição de potência do Japão está atrapalhando no momento de pedir ajuda internacional e abrir a planta para um socorro internacional.
    Nestes momentos devemos nos privar do nosso orgulho e pedir ajuda, principalmente numa situação que envolvam muitas famílias e o nosso planeta.

  23. Sybylla
    23/03/2011

    Nossa sociedade encontra-se hoje num ponto delicado, pois por mais tecnologia que temos, a tragédia do Japão mostra como as forças da natureza derrubam nossa crença de que nossas estruturas são indestrutíveis. Numa situação de emergência, as pessoas querem o básico, água, comida, um teto. A fragilidade das instituições humanas coloca na berlinda tudo o que construímos e acreditamos. Energia nuclear pode ser defendida por alguns mas é numa tragédia como essa que vemos a ineficiência de seu sistema. A situação energética impede muitas sociedades de evoluir e de melhorar o acesso a seus cidadãos, mas apostar em apenas um tipo dela é arriscar-se a ficar sem luz no futuro. Deve-se pensar sempre no âmbito regional e conciliar os diversos tipos para aumentar a eficiência do sistema.

  24. Ana Sena
    23/03/2011

    É verdade, eu também tenho sido confrontada com a vulnerabilidade da existência humana e tenho proposto no meu coração em pensar, estudar, debater estas questões de forma mais madura e atuante.
    Também é verdade que o ocorrido no Japão também esfriou no meu pensamento e nas minha orações e fica a certeza de quão volúvel são nossos pensamentos.
    Assim como a Bíblia foi passada de geração a geração até chegar nos dias de hoje, precisamos criar mecanismos socias, culturais, tecnológicos, seja como for, do não esquecimento.

  25. Bruno Veber
    23/03/2011

    Tenho a leve impressão que Marina já leu alguns livro de James Lovelock.
    Realmente é hora de recriarmos nossa ideia de civilização.

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Postado em 23/03/2011