O governo federal divulgou nos últimos dias os dados sobre os impactos provocados pelas chuvas em 2010. Foram atingidas 7,8 milhões de pessoas em 1.211 municípios. Registraram-se 473 mortes e mais de 100 mil desabrigados. Esses números, infelizmente, mantêm a curva ascendente que se verifica ano após ano.
De 2007 a 2009, a população afetada dobrou, de 2,5 milhões para 5,5 milhões. A primeira semana de 2011 ainda não havia terminado e já tomávamos conhecimento pela imprensa das primeiras vítimas das chuvas no ano, como Deise e seu filho Tauã em Mauá (SP), um homem de 38 anos em Santa Rita do Sapucaí (MG) e três crianças na região de Petrópolis (RJ).
Tenho dito que os eventos são naturais, mas a exposição de pessoas, principalmente a população mais pobre, a esses eventos é fruto da omissão do Estado brasileiro. Sabemos que o aquecimento do clima provoca eventos extremos com mais intensidade e mais freqüência.
Avançamos no conhecimento e na capacidade de previsão dos ciclos climáticos. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) anunciou no final do ano passado o início dos testes com o supercomputador Tupã, um dos mais potentes no mundo. Ele se soma a uma equipe de técnicos e cientistas qualificados, entre eles o próprio diretor-geral do Inpe, Gilberto Câmara, e um dos maiores especialistas em Mudanças Climáticas, Carlos Nobre, recem empossado como Secretário Nacional de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministro de Ciência e Tecnologia.
A intenção do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, é criar um centro de prevenção de catástrofes. Nada mais oportuno, posto ser fundamental transformar as informações já disponíveis (e são muitas) em ações efetivas, em capacidade de organização para evitar que eventos naturais se transformem em tragédias para a vida de milhões de famílias a cada final e início de ano.
O Plano Nacional sobre Mudança do Clima dedica poucas linhas para uma questão central em qualquer política de prevenção – o Mapa de Vulnerabilidades. Os avanços obtidos desde a publicação do Plano, em dezembro de 2008, ainda são tímidos nessa área.
A estruturação de um Sistema Nacional de Defesa Civil também é incipiente, sem uma carreira definida para seus agentes e com previsão da reativação do Fundo Nacional ainda pouco clara. Ainda estamos na situação de direcionar muito mais recursos para a recuperação de danos do que a prevenção. No ano passado, foram R$ 1,84 bilhões destinados após a ocorrência de desastres ambientais e R$ 128 milhões para evitar que eles acontecessem.
O Mapa de Vulnerabilidades é apenas a base para o desenvolvimento de um Sistema de Alerta a eventos críticos, que precisa contemplar a construção de obras preventivas, como “piscinões” e proteção de encostas, e a remoção das casas em áreas de risco, nos casos em que as obras não são capazes de eliminar o risco. Mas essas ações específicas só funcionarão se as questões mais estruturantes forem adequadamente tratadas, como saneamento básico, recolhimento e correta destinação do lixo, respeito à legislação ambiental (principalmente em relação às Áreas de Proteção Permanente) e um forte investimento em planejamento urbano, com a implementação efetiva dos Planos Diretores e o respeito aos Códigos de Postura municipais.
Como vemos, a natureza das ações é ampla e envolve vários ministérios e governos estaduais e municipais. Por isso propus aos dois candidatos, no início do segundo turno da campanha eleitoral, a criação de uma Agência reguladora para a Política Nacional de Mudanças Climáticas.
A então candidata Dilma mostrou concordância com a criação de uma instância para “coordenar, implementar e monitorar” iniciativas nesse setor. Na fase de transição de governo, foi comentada pela imprensa a possibilidade de criação de uma Secretaria Especial vinculada à Presidência da República, o que acabou não se efetivando.
Frente aos primeiros sinais de agravamento da situação que pode afetar milhões de famílias, a presidente Dilma deveria convocar, por meio da Casa Civil, os ministros mais diretamente relacionados à prevenção e resposta aos desastres ambientais para articular as ações que possam evitar, ou pelo menos minimizar, novas tragédias. O Conselho Nacional de Defesa Civil também deveria ser reunido o mais rapidamente possível para acelerar os processos de estruturação do Sistema Nacional.
Em suma, não podemos esperar as próximas manchetes na imprensa para tomar providências.
Marina Silva, 52, é senadora do Acre pelo PV, foi candidata do partido à Presidência da República nestas eleições e ministra do Meio Ambiente do governo Lula (2003-2008).
11/02/2011
Cristina Lins,
11/02/2011
Olá! Senadora marina,
O artigo é maravilhoso! É, no Brasil alguém sempre tem que levar a culpa, então simplesmente a natureza foi vítima tanto quanto as própias vítimas das trajédias dos deslizamentos.
para mim a Política só é trabalho para os políticos sérios, e, esses infelizmente não fazem coro na votação dos Projetos que beneficiaríam a população, porque são a minoria!!!!!!!
Grande abraço
28/01/2011
Olá Marina, sou seu simpatizante e acredito que o Brasil precise de uma grande reforma política, judiciária e leitoral para avançarmos em muitos aspectos em que caminhamos a passos curtos.
Precisamos barrar a construção da Usina de Belo Monte, é uma VERGONHA para um país com tantos recursos naturais destruírmos o meio ambiente e as famílias indígenas, acabando com suas origens.
Marina, vc tem voz neste país, manifeste-se contra a construção e a aprovação que a Dilma tem dado ao projeto.
Obrigado e Marina presidente 2014.
20/01/2011
Creio que estudos mais recentes demonstrem que as enchentes e eventos climáticos tais como os ocorridos em estados como RJ, MG e SP há pouco, tenham sido pouco influenciados por mudanças climáticas, mas tem sim com a ocupação desordenada, e em áreas de risco o seu comprometimento maior.
Há 30 anos, esses eventos tinham intensidade semelhante, mas a população não estava marginalizada como hoje está!
A mera reestruturação das moradias agora será pouco eficiente para comunidades que foram atingidas no mês de janeiro desse mesmo ano, pois como sabemos, há mais de 600 mortos, e tais vidas jamais serão recuperadas, infelizmente. E para tal, não há valor sequer mensurável!
Acredito em políticas de reurbanização dessas comunidades, colocando os moradores de áreas de risco, encostas e em situação de ocupação desordenada, em locais seguros, para que como fora dito, não tenhamos que presenciar novamente seus familiares numa manchete jornalística.
18/01/2011
Marina Silva, presidenta do Brasil 2014 =]
18/01/2011
Marina: votei em você em 2010, voto nas próximas também. A política precisa de pessoas dignas, éticas, de caráter, atentas à grande questão ambiental.
14/01/2011
O Brasil precisa ACREditar e votar em propostas sérias, estruturantes e sustentáveis e não em popularidade. ATÉ QUANDO BRASIL!!!
14/01/2011
Bom dia!
Estamos a beira de um desastre ecológico, que o nosso ex presidente perseguiu, e agora a sucessora esta dando conatinuidade. Belo Monte!
Como fazer para parar esta excrecencia?
Um grande abraço.
Fernando
13/01/2011
O VERÃO BRASILEIRO MAIS TRÁGICO DE TODOS CLAMA POR DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Região serrana do Rio: já morreram quase 400 pessoas vítimas de soterramentos e enchentes
Para você dimensionar os acontecimentos veja a seguir algumas manchetes das notícias de hoje:
Carro dos Bombeiros é soterrado por deslizamento em Nova Friburgo
Petrópolis (RJ) tem pelo menos 6.500 desabrigados e desalojados
Problemas continuam graves também na Grande São Paulo, Minas e centrooeste do país
Vazão de represa é reduzida, mas Franco da Rocha segue inundada
Aumenta manifestação de solidariedade a desabrigados nas regiões mais chuvosas
Imagens da Nasa mostram temporais e enchentes vistos do espaço
Moradores descrevem clima “sombrio” de Teresópolis
Trabalhadores de cidades em calamidade poderão sacar FGTS
Prefeito: “Nem a cavalo” se chega a Alagoa (MG)
Mau tempo danifica estradas de MG, RJ e GO
Estado do RJ já tem mais de 380 mortos em tragédia das chuvas, segundo prefeituras
Presidente Dilma visita Nova Friburgo e conversa com sobreviventes da calamidade
Há milhares de pessoas isoladas em várias das regiões atingidas em todo o Brasil
Por sinal, nosso editor de conteúdo, o repórter Padinha está entrando em contato com amigos seus ecologistas que moram em comunidades rurais alternativas na região serrana do Rio de Janeiro. Um deles é de Franca (SP), o ator de teatro e advogado Belmiro Arruda Neto, que está entre Petrópolis e Teresópolis, onde vive numa chácara, no momento está bem mas ilhado e praticamente incomunicável. É a situação da maioria dos sobreviventes daquela que é considerada a maior tragédia do tipo no Brasil.
Além do socorro a vítimas e desabrigados, uma maior estrutura aos Bombeiros e Defesa Civil, um apoio do Exército e do governbo federal são urgentes nesta emergência. Porém, é também da mesma urgência um planejamento governamental sustentável para melhorar as condições de habitabilidade em locais de risco ali e em várias regiões brasileiras. Trata-se de uma calamidade climática e ambiental também. E quais tem sido as providências em termos de meio ambiente nestas regiões, para se buscar um reequilíbrio? Obras de reparo e de melhor infraestrutura poderiam evitar a repetição destes fatos em todos os verões desde o final dos anos 90 até agora. Agora, o verão mais trágico deste século. Que Deus perdoe os responsáveis pela tragédia e que não se culpe a natureza…
Imagens de satélites da Nasa dimensionam o volume de chuvas sobre o sudeste do Brasil
Várias cidades alagadas
Na Europa, Estados Unidos, hemisfério norte, também rigor do clima
Foto de ecologista perto de Teresópolis
Dedo de Deus, Teresópolis, um dos lugares mais lindos do país
Fontes
Uol
http://folhaverdenews.blogspot.com/
13/01/2011
O quê me deixa mais triste é ver como os próprios cidadãos colaboram para piorar a situação. Jogam lixo pela rua, pela janela do carro, juntam entulhos de qualquer forma e plantam bananeiras, uma árvore nociva para áreas de risco, principalmente nas encostas. As pessoas precisam ser mais educadas e cuidar das ruas, não deixar acumular lixo, separar para a reciclagem e ajudar a cultivar arvores que ajudam a conter as águas.
12/01/2011
No meu entendimento o último governo fez foi aproveitar-se da maioria esmagadora de brasileiros em situação de miséria… Investiu nesses com bolsas isto, bolsa aquilo, cota disso, ou daquilo, o que na realidae não mudou nem mudará a condição de vida de ninguém. este investimento na realidade, foi em sua própria imagem: queria popularidade e quem poderia dar-lhe seriam esses ” pobres” que necessitam de programas que realmente os façam tornar-se cidadãos, com as mesmas oportunidades, com dignidade de poder comprar om o fruto de seu trabalho o seu próprio pão. Quem já trabalhou em determinadas “ONG´S administradas por esposas de políticos do PT, sabe muito bem prá onde vai o dinheiro destinado a programas sociais que deveriam melhorar a condição de vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.Fiquei muito frustrada… O empenho de Lula em eleger Dilma, foi mais para ter certeza de não ter seus “escorregões” divulgados do que por acreditar na capacidade dela.
Ainda tenho fé que uma mulher que realmente pensa grande, é respeitada no mundo por suas convicções preservativas, que se preocupa realmente com o meio ambiente e a sobreviv~encia do povo e o desenvolvimento de nosso país, seja a próxima presidente deste país que nós amamos mas que tanto nos decepciona…
Acho que desviei-me do assunto mas tenhotanta coisa entalada na garganta…
Espero estar viva para ver pelo menos um pouco de mudança nisto tudo!
12/01/2011
eu acho que marina é marina, entende? ela é muito inteligente culta tem visão ampla do país e já que o povo preferio votar em dilma agora estão ai morrendo afogado!
11/01/2011
Marina, estamos na época das chuvas no Sudeste. Não é necessário nenhum centro ligado ao MCT para se prever que haverá enchente em SP (e RJ, MG, SC…), a água invadirá casas, morros virão abaixo, pessoas perderão suas vidas ou seus bens. Todo ano acontece a mesma coisa.
Se um candidato à prefeitura ou ao governo do estado prometer rever a política de ocupação do solo, alternativas às marginais e à impermeabilização do solo, jamais será eleito. Será eleito quem prometer mais obras, mais asfalto e mais urbanização das áreas que jamais deveriam ser ocupadas.
A defesa civil limita-se a avisar que uma área é de risco. Ponto. Tirar as pessoas de lá seria antipático e não daria voto. Então se dá a elas o direito de quererem morrer lá. Quem ocupa a área de risco alega não ter para onde ir. Espera que caia uma casa do céu? O que cai é água, que traz lama.
Hoje ouvi um comentarista dizendo que a prefeitura deveria agilizar o pagamento de indenizações para, por exemplo, a pessoa poder “repor seu fogão, comprado com sacrifício”. Quantas vezes a prefeitura deveria pagar por esse fogão? Se ela pagar com lentidão, indenizará um fogão por ano; se for rápida, serão vários fogões por pessoa. E várias geladeiras, tvs, etc.
Se a prefeitura der uma casa para cada pessoa que invadir uma área de risco, não fará outra coisa porque haverá cada vez mais gente invadindo para ter uma casa.
A saída requer muito tempo e vontade política: EDUCAÇÃO.
As pessoas precisam entender que não podem mais votar nos desenvolvimentistas sem planejamento de sempre; precisam saber que há sistemas alternativos e sustentáveis. Precisam entender as propostas dos candidatos.
Até lá, temos que respeitar o direito das pessoas morrerem na época das chuvas, se assim preferirem. Isso´também é democracia.
11/01/2011
Se algum dia pudermos “Economizar” com a Prevenção, ao invés de “Desperdiçar” reparando muitas vezes o irreparável como Vidas Humanas…
Mas Socorrer causa comoção, enquando Previnir “Incomoda”!
Em um Governo Populista, a 2ª hipótese está “Descartada”, tirar uma família de um barranco, causa “Indignação” até em mídias sensacionalistas que “Mostram” sempre como “Autoritarismo Desnecessário”, muitas vezes motivados por “Especulação Imobiliária”…
Mas quando o barranco vem a baixo…
Aí a Nação comove-se, e um governo culpa o outro, e aparece um monte de URUBÚS para “Prestar Solidariedade”!! (Dá mais votos…
11/01/2011
Estamos em um se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!
Migrantes invadem áreas e vão chamando amigos e parentes para construírem lá tb. As autoridades responsáveis pela urbanização dizem que aquele local não pode ser habitado, mas acabam cedendo e “urbanizando”(agua, luz, esgoto, telefonia) já que o povo não quer entender que não existe mais espaço e se não forem aceitos acabam barbarizando, fazendo protestos e manifestações com requintes de vandalismo.
Pra mim a culpa do governo está em não dar condições desses migrantes viverem na terra deles. Aposto que sairia muito mais em conta investir na terra deles do que tentar sanar problemas os quais estamos vivenciando e que nunca terão solução, pois não há mais espaço pra se fazer mais nada.
A culpa do povo está na má educação do mesmo. Hoje em dia TODOS tem acesso a informação seja por tv e net e mesmo assim continuam sujando, poluindo, INVADINDO, FAZENDO FILHO e não muito vandalizando como forma de protesto.
Eu adoro a Marina, mas se ela tb estivesse lá não poderia fazer muita coisa pra sanar esse problema, a nao ser que começasse a investir em regiões precárias do Brasil pra que o povo voltasse pra sua terra e os que estão lá não a abandonassem.
E CADA UM DE NÓS PODEMOS FAZER A NOSSA PARTE SIM. Uma bituca de cigarro que vc não jogar no chão, uma sacola de mercado que vc recusar, já estará contribuindo. Pense que se 190 milhoes de pessoas fizerem o mínimo, estaremos preservando o futuro das novas gerações.
11/01/2011
Impressionante é que a Senadora Katia Abreu acha que o Brasil está errado por ser um dos únicos paises do mundo que coloca parte das responsabilidades pela preservação dos serviços ambientais a cargo da própria sociedade, ao exigir legalmente a manutenção das áreas de preservação permanentes e reservas legais. Quer advogar que isso deveria ser responsabilidade apenas do governo. Dessa forma, só nos restaria as unidades de conservação para cumprir essa função. Um absurdo que deixaria diversos córregos, riachos e rios, bordas de relevos, manguezais e demais áreas suscetíveis sem nenhuma proteção. E o projeto relatado pelo Aldo Rebelo defende esta teoria esdrúxula. Estes recentes desastres e os que os antecederam mostram bem a importância de uma paisagem bem gerida, com respeito a áreas cuja importância na manutenção de serviços de interesse público, comuns e do povo, como os serviços ambientais, que mantêm as águas, a fertilidade dos solos, o equilíbrio dos ventos e das chuvas, o combate às erosões e enxurradas, não pode estar restringida apenas a interesses particulares. Nesta época de fortes manifestações de mudanças climáticas globais, é fundamental fortalecer as localidades para que estas tenham mais poder de resistência a eventos de maior impacto e magnitude. É preciso estabelecer formas de auxiliar a sociedade a preservar APPs e RLs, e não simplesmente acabar com elas. É como jogar o menino fora junto com a água do banho.
11/01/2011
Marina, enquanto o ex-presidente Lula está preocupado em transportar sua adega climatizada com o dinheiro público e também em se auto-promover, as histórias vão se repetindo em nosso país. Precisamos acreditar que realmente podemos ter governantes preocupados com as questões sociais e climáticas.
Marina, estarei com você para presidente em 2014. Parabéns pelo artigo, ele reflete totalmente o que penso das “tragédias” pelas quais o país passa.
Abraços.
Bete
11/01/2011
Marina,eu entendo seu amor pela natureza,mas,a cidade de SP precisa de uma alternativa.
Concorra a prefeitura de SP.
A nossa cidade é o motor desse país,e uma forma de ajudar esse país é pelo exemplo.Pra isso,precisamos de alternativas ao DEM,ao PSDB e ao PT que vem governando essa cidade a anos e deixando a população mais pobre sofrer com todo tipo de desmandos.São Paulo precisa de um choque de gestão,de gente que ame gente e não estatística frias que não mostram a realidade.
Enfim,Marina,respeito o Acre,mas creio que você pode ajudá-lo muito mais através de uma administração bem feita.
São Paulo precisa de você Marina.
Obrigado pela atenção.
Bj.
Cássio S.de Andrade
Téc.Contábil/Desempregado.
Guarulhos-SP
11/01/2011
Enquanto os governantes, a Igreja e sociedade em geral não terem 100% de atenção por essa causa é disso pra pior! Vivenciamos descaso por exemplo pelo Prefeito de São Paulo, observo também o Prefeito de municipio de Itaí pelo qual resido estão mesma linha, total desiteresse a causa ambiental, sem falar das Igrejas que demagogicamente suplicam louvam a Deus e desintereçam pela obra Divina que a Natureza e sua beleza.
11/01/2011
Existe possibilidade da Marina dar uma palestra dia 03 ou 04 de junho de 2011, em Aguas de Sao Pedro / SP no grande Hotel Na Conferencia Distrital Rotary Internacional, para 1000 pessoas?
Grata
Salete
11 9930-6131
11/01/2011
Salete,
Encaminhamos sua solicitação (com o seu telefone de contato) para a assessora direta da Marina.
Att.
Equipe Marina
11/01/2011
Marina Silva Presidente 2014.
11/01/2011
A verdade pelo que vemos é uma só, a “desestruturalização” faz parte do Governo. Cultura,saúde, segurança, urbanização; não importa, vemos descaso e mal uso do dinheiro público por todos os lados e todos os dias, em diferentes lugares do país, pessoas de baixa renda ou que vivem em lugares com baixos índices de desenvolvimento sofrerem. Não só por falta de recursos, mas falta de formação e informação. O que será de nosso país, nesses últimos 4 anos? Com pessoas que mal sabem escrever o próprio “nome” fazendo parte do plenário e ganhando salários absurdos. Vamos acompanhar e espero não ficarmos mais indignados ainda!
11/01/2011
Querida Marina,
Ótimo artigo. Tenho escrito sobre o tema em http://www.ambienteregionalagulhasnegras.blogspot.com/. Precisamos de uma lei de responsabilidade ambiental e urbanística, parecida com a lei de responsabilidade fiscal. Aí prefeitos e demais autoridades seriam mais zelosos com a ocupação urbana.
Saudações!