Postado em 27/07/2010 por Equipe Marina | Categoria(s): Extra

Antonio Donato Nobre

2 Comentários


Comentários

  1. Em recente debate no Senado Federal Antonio Donato Nobre deixou de responder a questionamento da Senadora Kátia Abreu.
    ” No último debate sobre o Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente do Senado, ocorrido em 05/07/2011, a senadora Kátia Abreu, oportunamente, perguntou ao engenheiro agrônomo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Antônio Donato Nobre, especialista em clima e funcionamento dos ecossistemas amazônicos, qual a diferença entre brejo e várzea, e pediu, inclusive, que o pesquisador indicasse a fonte bibliográfica dos conceitos por ele adotados para estes dois ambientes ecológicos.”
    Creio que ele não respondeu porque desconhece o assunto! Onde vamos parar?

    • Equipe Marina
      18/11/2011

      Caro Pedro Geraldo,

      A afirmação transcrita por você não é verdadeira, não corresponde à realidade dos fatos. Veja as notas taquigráficas da reunião aqui:
      http://legis.senado.gov.br/sil-pdf/Comissoes/Permanentes/CRA/Notas/20110705CN021.pdf

      Além disso, obviamente que o Dr. Antonio Donato Nobre sabe exatamente qual é a diferença entre brejo e várzea. A colocação é, portanto, também desrespeitosa com um cientista brasileiro reconhecido internacionalmente.

      Foi, inclusive, por sua excelência acadêmica que ele foi convidado para participar de audiências públicas sobre o Código Florestal no Senado e na Câmara. Dr. Nobre tem graduação em Agronomia pela Universidade de São Paulo, mestrado em Biologia Tropical (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e doutorado em Ciências da Terra pela University of New Hampshire (EUA).

      O Dr. Nobre também coordenou o grupo de trabalho formado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Academia Brasileira de Ciência (ABC) responsável por preparar um estudo minucioso sobre o Código Florestal (http://sbpcnet.org.br/site/arquivos/codigo_florestal_e_a_ciencia.pdf). Estudo este que, infelizmente, não tem sido considerado por setores do agronegócio que defendem o enfraquecimento da legislação ambiental do país.

      Equipe Marina

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Postado em 27/07/2010