Postado em 30/04/2010 por Marina | Categoria(s): Geral

Marina opina sobre invasões do MST

8 Comentários


Há uma demanda legítima pela democratização da terra no Brasil. Movimentos sociais não devem extrapolar o Estado de Direito, mas não são apenas eles que fazem isso. Confira a opinião da Marina sobre o tema das invasões de terras.

Comentários

  1. Edson
    23/08/2011

    O brasil esta a merce de politicos que em nome dos votos,apoiam todos os tipos de mal caraters que se utilizam de ums pouquisimos trabalhadores,para invadirem terras produtivas.Sei o que estou falando por-que estive no meio dos sem terras.Querem transformar o brasil num favelao,por que a maioria vende as terras e volta pras invasoes.ACORDA BRASIL.

  2. ivone batista
    01/05/2010

    Uma mulher com a vivência e o sentido de honra é tão importante no meu país onde a família convive com o descaso, violencia e falta de propostas plausíveis.
    Não por ser mulher simplesmente, mas por ser o ser humano que em sua vivencia decide pelo bom e pela visão da esperança, apostando no verde, positivo e natural, ordem e progresso.
    Vamos!!!

  3. Felipe Guilherme
    01/05/2010

    Concordo plenamento com o posicionamento da Marina, a terra no Brasil e em qualquer lugar do mundo tem que cumprir sua função social, lógico respeitando a o estado de direito existente. A questão do Movimento dos Sem-Terra é muito importante, que ao longo desses oito anos de governo LULA, foi levada simplesmente como um cabo e discurso político, é necessário um estudo concreto para que realmente posse se fazer a reforma agrária no Brasil, e essa reforma seja feita de forma justa.

  4. Wank Carmo
    30/04/2010

    Prezada Senadora, Marina Silva, boa noite!
    O MST é um movimento legítimo e a sociedade organizada deve agir com rigor contra o Estado que insiste me não fazer a reforma agrária, mas investe pesado no grão, pasto e retirada de madeira.
    Abaixo, está o meu texto que postei no facebook, dando o aviso que, diante do ocorrido nas dependências do STF, não restará mais nehuma saída para o excluído, a não ser, uma reação não pacífica contra este sistema cínico e venal. Saudações Wank Carmo
    http://www.facebook.com/wankcarmo#!/notes/wankcarmo-carmo/o-supremo-tribunal-federal-me-deu-a-senha/118242654867242
    O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ME DEU A SENHA
    No período do “Brasil é um país que vai prá frente”, já sentíamos um cheiro de sangue qualhado em porões escuros, mesmo que passássemos ao largo do antro de tortura dos golpistas de 64, daria para se sentir o cheiro da morte e a energia maldade. Pergunte para quem foi torturado o que é a tortura.
    Alguém disse para alguém nos anos 20 ou 30: “Cuidado! Nosso militares são venais.” E são! Trabalharam durante toda a existência republicana – aliados aos USA, Inglaterra e toda escumalha aliada – na condição de vassalos, para tripudiaram a dignidade da nação brasileira, matando e torturando seus filhos, e, ajudando a matar na linha do cone sul, expandindo sua técnicas até a fronteia com o México. Ou seja, as duas Américas, sul e central, serviram de pasto para que esta escória de funcionários públicos, pagos com o dinheiro do contribuinte, simplesmente decidissem quem viveria ou quem morreria.
    Muito bem. Hoje, o Supremo Tribunal Federal acaba de dizer na cara de todos os torturados e assassinados, e na cara dos que ainda serão torturados e assassinados, que a justiça brasileira é a favor da tortura e do assassinato. Com isso, este antro de ministros, com raríssimas exceções, passa ao Estado, o direito de continuar matando qualquer cidadão de bem ou qualquer um que se coloque contra os desmandos do Estado, e ao mesmo tempo, diz a camada social judiciária, que todo aquele que se rebelar contra o Estado de forma legitima, deve ser condenado à prisão ou executado.
    Nelson Jobim/ PMDB, agente de direita infiltrado dentro de um governo que distribui bolsa família em vez de fazer reforma agrária e ajudar a eliminar a condição de cidadão brasileiro com trabalho honrado, disse que a nação está pacificada. Mentira! Jobim, de extrema direita, sabe muito bem que, o país nunca foi pacificado, por que, se assim estivesse, não apresentaria altos índices de violência contra negros, mestiços, indígenas e levas de desempregados embalados na desesperança histórica deste Brasil coordenados por uma elite judiciária, parlamentarista, executiva e empresarial, pulha, podre, egoísta e racista. Abro um parêntese e aviso que já existem sentenças exaradas por de juízes no Rio que condenam negros à masmorra por puro racismo ou pelo fato das vítimas destas sentenças serem pobres. Essa escória está sendo investigada, não dará em nada, mas já estão plotados…
    Pois bem. O Supremo Tribunal Federal que tem um Eros Graus torturado, relator da matéria que ventila a mudança da Lei de Anistia – que se aprovada fosse, daria condições para assassinos e torturadores fossem levados ao bancos do réus e à clausura – , acaba, juntamente com seus pares burgueses de toga, no grande palco da dissimulações, de nos dar a senha final: o Brasil não tem lei! Que os Estado podre agüente as conseqüências.
    A vingança é um parto que se come quente e não frio… É mais gostoso. Podem apostar!

  5. OLá Sra. Marina, te acho uma mulher admirável e de uma sagacidade que deixaria Balzac orgulhoso. E justamente uma frase dele me lembra você:“só tenho certeza da minha coragem de leão e do meu trabalho invencível”. De fato, o projeto de trabalho que ele se propunha a realizar exigia uma coragem de leão. Como o seu, em sua jornada constante para moralização da política em nosso país. Estou a seu lado, sua vitória será a nossa vitória. Vitória dos que acreditam que nesse mundo ainda vale a pena lutar com justiça e honestidade. E me adicione no Twitter: HermesNaves

  6. Luiz Augsusto
    30/04/2010

    Todos DEVEM ser iguais perante às leis.. infelizmente ainda existe a prática de legitimar absurdos para parcelas com poder político ou poder de mídia de grande massa.. TODOS SÃO IGUAIS.. não importa se é deputado, procurardor, padeiro, desempregado.. fez errado deve pagar…

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Postado em 30/04/2010