O século 21 nos remete a uma realidade na qual há sinais cada vez mais fortes dos riscos para o planeta. Esse cenário nos impõe novas questões, um dever de casa que exige a criação de outros caminhos que assegurem os direitos da sociedade a uma vida digna sem comprometer o futuro das próximas gerações.
Entre os desafios colocados aos brasileiros, em especial àqueles que lideram o processo produtivo do país, está o de fazer a nossa economia cada vez mais competitiva numa realidade em que as emissões de carbono venham a ser precificadas, em especial nos países de maior poderio econômico. Recente estudo (“Trade and Climate Change”) da OMC não permite ignorar essa possibilidade.
Não podemos deixar prosperar qualquer discurso que justifique barreiras tarifárias às nossas exportações. Temos de elaborar uma nova narrativa para todos os nossos produtos da indústria, do agronegócio, dos serviços. Uma narrativa que alie investimentos, inovação, tecnologia e preservação ambiental para atender as exigências da sustentabilidade em todas as suas dimensões – ética, econômica, ambiental, política, social e cultural.
Sem isso, todos os resultados de nossos esforços deixarão de ser respeitados.
24/03/2010
Concordo com a Senhora, é urgente termos que adotar uma nova narrativa para todos os nossos produtos, então nos precisamos planejar passo a passo com calma, e passar tudo a limpo. Para separar essas de atividades intensivas, das que já vem dando sustentabilidade ao equilíbrio hídrico no ambiente, e poder ajudar quem já ajuda a bem de todos, agora vem à pergunta, e qual deles é o mais importante? A nosso ver de todas as atividades, esta no bioma cerrado, que tem uma logística muito importante, uma mãe para a “produção da água”, esta que faz a linha da vida, ou a ligação com todos ao “bioma cerrado”, ou melhor, a obra do cerrado em produzir água para todos os outros biomas urbano, floresta, pantanal e a caatinga.Então é importante que todos nos mobilizemos, em defesa daquele que mais faz pela “água nas obras”,este vem sendo agredido pelos produtos da monocultura.
22/03/2010
Boa tarde, estamos organizando a “Marcha Pela Verdade”, onde levaremos mais de um milhão de pessoas a Presidente Prudente. A proposta abaixo reflete diretamente na questão da competitividade. Dêem uma olhada, e digam se podemos contar com vocês e com a Marina.
Quem Ganha e Quem Perde Com a Verdade !
A origem das desigualdades e injustiças sociais está na corrupção dos governos, que recebem financiamento para suas campanhas justamente de quem mais acumula riquezas. A solução seria uma mobilização social exigindo que nossos governantes prestem contas de suas ações em detectores de mentira; da mesma forma com que os altos executivos fazem para as matrizes de suas empresas. Isso seria um gigantesco avanço na qualidade de nossa administração pública, onde todos teriam a ganhar. É claro que ninguém ficaria toda hora no polígrafo, apenas em casos que fossem parar no conselho de ética.
Nosso país receberia um impulso em seu desenvolvimento, que diante da globalização o destacaria ainda mais frente às outras nações. Seríamos administrados como uma grande empresa. A racionalização de nossos recursos seria tamanha, que em pouco tempo todas as crianças teriam um computador com internet na sala de aula. Elevaríamos exponencialmente a qualidade e o valor de nosso bem mais precioso, o capital humano. Com isso, nosso Brasil se tornaria o país mais competitivo em todas as áreas da economia, principalmente as desenvolvedoras de tecnologia; dando às nossas empresas uma vantagem jamais imaginável, frente a todos os desacertos que acumulamos em nossa história.
Alguns talvez fiquem inquietos diante do novo, muitos estão mecanicamente engrenados no sistema atual, e comprometidos com sua manutenção. Porém, o aperfeiçoamento do Estado é uma coisa natural, decorrente da evolução humana. Ninguém mais poderá pensar na política como um negócio, onde se investe algum recurso, visando obter o máximo de lucro desse investimento. A política será repleta de austeridade, somente ingressará nela aqueles que se disponham a fazê-la sem corrupção. Senão, correrão o risco de perderem o cargo, e os recursos que investiram na candidatura. Assim, aqueles que têm recursos para investir na política, mas querem fazer unicamente como um negócio, visando o lucro; deverão aplicar seu capital no mercado de ações, onde estará protegido e remunerado; dando fôlego e estímulo às nossas empresas. Também poderá investir na abertura de seu próprio negócio, lembrando que o país será outro, com uma economia ainda mais saudável e dinâmica; inserido na globalização como um país de forte desenvolvimento tecnológico. Nestas condições, ninguém deixaria de investir nas empresas de tecnologia, para investir em corrupção política. É preciso lembrar da comodidade que terá como investidor, pois aqueles que estarão no governo, embora detentores do poder, serão obrigados a trabalhar austeramente, e demonstrar-se-ão verdadeiros funcionários de seus eleitores como um todo, mas principalmente daqueles que comandam a locomotiva do país, os investidores.
Como vemos, todos sairão ganhando. A população receberá uma inimaginável elevação na qualidade do ensino, o que refletirá também em sua qualidade de vida. Os empresários contarão com uma administração facilitadora de negócios, pois é preciso gerar empregos, e esses devem ser de qualidade. Não haverá mais politicagem para beneficiar ilicitamente determinados setores da economia. Se os governantes fizerem algo errado, seria feita uma investigação, e perderiam o cargo quando passassem pela detecção de mentiras. Assim teríamos a segurança em nossos investimentos, sem surpresas e irresponsabilidades. Seríamos um Estado modelo. Os políticos e empresários corruptos, sem muita dificuldade, conseguiriam se adaptar ao novo, através das melhorias que surgiriam com a racionalização do Estado. Hoje é difícil imaginar, mas quando viesse esse novo Estado, nenhum investidor deixaria de investir na nossa economia, para investir na corrupção.