Hoje à tarde me encontrei com o diretor-executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo. Ele queria conversar sobre três temas: código florestal, programas de energia renovável e Amazônia.
Na despedida, ao desejar boa sorte a ele, falei o seguinte: se a África do Sul conseguiu acabar com o Apartheid, o Brasil também vai conseguir acabar com o modelo de desenvolvimento predatório.
Acredito nisso. Basta a gente se mobilizar.

17/03/2010
Gostaria de têr respostas, gostaria de vêr que estou enviando ideias e sugestões para uma outra pessoa de mesmo nivel cultural, e não enviando para uma máquina(computador)como quando nós comunicamos por exemplo com as Companhias Telefónicas (que por sinal estão cada dia pior).
Aguardo um pocissionamento da Senhora, mesmo que seja por intermedio dos seus acessores, aliais seria o minimo que se espera, ter respostas.
Eng. M.L.Modernel
mlmodernel@terra.com.br
Em fim mostrar a nós que não estamos perdendo tempo e jogando “Conversa fora”.
17/03/2010
Muito Bom dia Senadora Marina,
Pediria por favor para a senhora que é inteligente, acima da media dos brasileiros, para que tenta-se parar com o movimento da a INTOCABILIDADE da Amazonia Brasileira.
È exatamente nesta porção de Brasil que existem as maiores riquezas do mundo, escondidas embaixo dessas arvores, com Metais Preciosos, Petróleo da melhor qualidade mundial, Minérios os mais diversos, plantas medicinais que estão sendo roubadas pelos integrantes de mais de 300 ONG`s extrangeiras lá localizadas, etc.
Pelo amor de DEUS, continuar a obedecer cegamente as ordens das grandes potências mundias, que nunca deixaram os Brasileiros, ocupar a terra que lhes é de direito é o continuismo de ser “Capacho para a vida toda”
Sempre afirmo que a AMAZONIA, não é o PULMÃO do Mundo NÃO, a Amazonia Brasileira nada mais é do que o “ARMAZEM PRIVADO” das grandes potências, aquele lugar onde eles vão vir pegar as riquezes do mundo quando acabarem as deles.
“NÃO EXISTE PIOR CEGO DO QUE AQUELE QUE NÃO QUER ENXERGAR”
Alem do dito acima, temos que as grandes potências já acabaram com suas Matas Nativas, e lucraram muito com isso, agora Nós Brasileiros somos obrigados a presservar as nossas, para que eles tenham OXIGENIO para queimar seu PETROLEO, ai é demais.
14/03/2010
Continuando a comentar Senadora Marina(09/03/2010) a senhora esta corretíssima, em pedir que nos mobilizemos pelo desmatamento zero, para acabar com esse modelo de desenvolvimento predatório…. não é a toa que foi escolhida como uma liderança capaz de salvar o homem no planeta. Esse a nosso ver, deve ser o papel dos grandes lideres políticos no presente e no futuro, mobilizar pelo despertar do consumo consciente dos seus “pacientes” ou habitantes, assim vai poder melhorar no macro esse descontrole na qualidade alimentar do ecossistema humano.Veja a situação das nossas crianças, possuindo doenças dos adultos,já são “pacientes” desde cedo.Irresponsabilidade desses pseudo lideres, em querer servir do lucro do dano, através dos “usados” donos dos fármacos.
A nosso ver, é urgente a diversificação dessas commodities, para melhorar ao introduzir outras proteínas e vitaminas, ausente hoje na dieta alimentar da população do bioma urbano.
Os bons alimentos estão sendo produzidos graças a “tecnologia natural” dos biomas floresta,cerrado,pantanal e caatinga, este é que produz alimento natural,de suas plantas frutíferas e remédio de suas plantas medicinais.
Os jovens de hoje estão obesos, mas no passado, lembro bem que eram como essa gente de Navis, magrinhos mas elegantes e produtivos,como a Senadora.Agora caberá ao planejamento alimentar, devolver a este povo, o que vão precisar, para que todos tenham saúde.
O corpo saudável é a maior riqueza do cidadão,e nunca é tarde para começar a se cuidar.Como diz o cuiabano é bom demas!!!
11/03/2010
Como disse anteriormente(09/03/2010), Senadora Marina,o comércio interno é estratégico para o Centro Oeste e também para o Norte,produzir e distribuir alimento,para abastecer o mercado interno,de mercadorias do extrativismo do agronegócio natural,hoje com as imagens de satélite do Projeto Panamazônia II realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais-INPE,vem se constatando a rebrota,a recomposição das arvores frutíferas e gramíneas nativas do cerrado, e mesmo da floresta savanizada, anteriormente havia apenas o discurso,os planejadores não avaliavam o recurso do capital verde nos biomas, que esta a se consolidar,….. basta acabar com o desmatamento e aprender a conviver com a proteção da barreira natural dos biomas, e mudar para produzir, num sistema novo extrativista do agronegócio natural.
O disparado avanço tecnológico,esta aproximando os ambiente, graças a era digital,as distâncias estão se encurtando,favorecendo mais as boas transposições de mercadorias do extrativismo natural,os produtos naturais como as frutas e as carnes naturais, não precisam de energia no seu mecanismo de produção,basta apenas os distribuir nos biomas urbanos.
10/03/2010
Senadora Marina Silva, sem dúvida o seu raciocínio sobre a possibilidade do Brasil conseguir acabar com o desenvolvimento predatório, já que a África do Sul deu fim ao Apartheid, é interessante. Creio que é através de algumas intervenções formuladas por novos projetos nas áreas da cultura e educação, é que poderemos avançar. O debate dos estudos ambientais precisam ser amplamente discutidos por toda a sociedade; na verdade, ser uma prioridade na agenda de um futuro governo, compromissado em resgatar os valores ambientais. Precisaremos também de uma pedagogia voltada na configuração de um pensamento estratégico para criar uma socialização que fortaleça o espírito da cidadania.
09/03/2010
Senadora, a nossa sugestão seria o seguinte, já que o Estado de Mato Grosso esta na Amazônia Legal,e nós temos produtos para oferecer do bioma pantanal,do bioma cerrado e do bioma floresta…ainda mais agora com o cerrado e a floresta rebrotando, com essas mercadorias, vamos caminhar rumo a sustentabilidade, basta agora a gente agir, com respeito ao ambiente,e se afastar das bolhas do agronegócio artificial.
As soluções não podem ser a curto prazo, são a médio e longo prazo,ao nosso ver é preciso fazer um planejamento, para aproveitar o potencial produtivo de alimento natural dos biomas,para abastecer o mercado interno ,do sudeste e sul deste nosso Brasil, pois estes não tem acesso aos produtos que vem do extrativismo do agronegócio natural.