Postado em 14/04/2014 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Festa democrática lança pré-candidaturas de Campos e Marina

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Em uma grande festa política, cívica e cultural, foram lançadas nesta segunda-feira (14) em Brasília as pré-candidaturas de Eduardo Campos à Presidência da República e de Marina Silva à Vice-Presidência. O ato reuniu políticos, representantes da sociedade civil, acadêmicos e artistas compromissados com o aprofundamento da democracia brasileira, com os avanços econômicos e sociais e com o desenvolvimento sustentável.

Durante o ato, foi lida a Carta de Princípios da Campanha Eleitoral, que, entre outros pontos, estabelece a rejeição a “todas as práticas que possam provocar o desgaste dos demais candidatos à Presidência da República, como os ataques pessoais nas ruas, nos meios de comunicação ou na internet” e o alinhamento “às iniciativas em defesa de uma campanha eleitoral limpa, que promova o necessário debate entre propostas e evite o embate estéril entre os concorrentes”.

Com a presença dos familiares de Campos e Marina, o ato político-cultural começou com uma apresentação do pianista Arthur Moreira Lima, que interpretou Jesus Alegria dos Homens (Johann Sebastian Bach), O Trenzinho Caipira (Heitor Villa-Lobos), Odeon (Ernesto Nazareth), Asa Branca (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga) e Carinhoso (Pixinguinha), entre outras obras.

Em seu discurso, Marina Silva lembrou que o ato desta segunda-feira significava uma nova etapa da aliança PSB/REDE/PPS/PPL. O que antes era uma aliança programática, agora se transformou também numa aliança eleitoral. “Vamos olhar o que já aconteceu até aqui, como ponto de partida para o que precisa acontecer. A política não pode ser orientada pela lógica da governabilidade baseada na distribuição de cargos. A política não pode ser empecilho para o avanço do país. A política precisa ser a força impulsionadora das mudanças e das transformações”, afirmou a ex-senadora.

“Vamos fazer um processo politico aonde não exista a necessidade de destruir ninguém, apenas de construir o Brasil que queremos. Vamos participar desse processo apenas com a consciência de que temos de dar o melhor de nós para que o Brasil possa dar o melhor de si”, disse Marina. “Vamos dialogar com o quinto partido da aliança, que é o povo brasileiro”.

Após as palavras da ex-senadora, Campos lembrou que é hora de fazer “um diálogo com a sociedade”. “O compromisso que hoje assumimos, Marina, são compromissos de vida, com a trajetória que temos e a trajetória que faremos juntos. Ao meu lado , você não estará só na campanha, mas estará no governo”, disse o ex-governador.

Ao falar da aliança entre o PSB e a Rede, disse: “Temos clareza que esse não foi o caminho mais cômodo para trilhar. Esse é o caminho mais desafiador, mais duro, mas é o caminho para contribuir com o Brasil. Mais que gerente, o Brasil quer uma liderança que não reduza o Brasil a um partido. Esse país é muito maior do que todos os partidos que existem nele”, completou.

Primeiro a discursar, o economista Eduardo Giannetti afirmou que a aliança tem como desafio resgatar o “verdadeiro sentido da nossa democracia”. Segundo ele, “o Brasil está cansado da polarização PT versus PSDB, que já deram o que tinham de dar. O Brasil não quer mais do mesmo, quer diferente”, afirmou. Para Giannetti, “o governo Dilma frustrou as aspirações de avanço construídas a duras penas nos governos Fernando Henrique e no primeiro mandato do Lula” e é preciso avançar.

Luiza Erundina (PSB-SP) afirmou que a aliança programática sinaliza “uma grande esperança para o futuro próximo do nosso país”. Para ela, “essa aliança vem ao encontro dos anseios da sociedade, que manifesta grande insatisfação com a forma como os partidos vêm procedendo na prática política”. Erundina afirmou ainda que, “os jovens expressam indignação e rejeição à politica convencional do compadrio quando dizem, ‘vocês não nos representam, queremos mudança’. Marina e Eduardo são a mudança que a sociedade deseja”.

Roberto Freire, presidente do PPS, afirmou que o Brasil vive “um processo de desmantelo e desqualificação”. Daí a importância da aliança PSB/REDE/PPS/PPL, em sua visão. “Nós precisamos começar essa chapa como algo que pode construir esperança. Nós vamos ter duas grandes lideranças, e elas ajudarão a construir um Brasil melhor”.

Entre os presentes ao ato, estavam os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Cristovam Buarque (PDT-DF), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Taques (PDT-MT) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) e os deputados Alfredo Sirkis (PSB-RJ), Márcio França (PSB-SP), José Antonio Machado Reguffe (PDT-DF), entre outros. Também compareceram Eliana Calmon (ex-ministra do STJ), o escritor Ariano Suassuna e a educadora Neca Setubal.

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Postado em 14/04/2014 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Princípios da campanha eleitoral de Eduardo-Marina para a Presidência

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Em 5 de outubro de 2013, o Partido Socialista Brasileiro e a Rede Sustentabilidade decidiram unir forças numa Aliança Programática para promover um diálogo com a sociedade brasileira sobre a necessidade e a urgência de uma agenda estratégica para o país, baseada em três compromissos:

• Ampliar a participação da sociedade no debate e nas decisões do Estado brasileiro, assegurando a transparência na gestão pública e o controle social mais ativo e eficiente;

• Assegurar o avanço nas conquistas econômicas e sociais obtidas nos últimos 20 anos pela sociedade brasileira;

• Criar as bases para um ciclo de desenvolvimento sustentável do país, com aproveitamento eficiente de seu potencial criativo e econômico e a preservação de seu inestimável patrimônio ambiental;

O debate iniciado no ano passado contou com a colaboração de milhares de pessoas que, por meio de uma plataforma na internet, expuseram suas ideias na elaboração dos cinco eixos que compõem as Diretrizes Programáticas da Aliança (Estado e Democracia de Alta Intensidade; Economia para o Desenvolvimento Sustentável; Educação, Cultura e Inovação; Políticas Sociais e Qualidade de Vida; Novo Urbanismo e Pacto pela Vida).

A mobilização de militantes e simpatizantes da Aliança amplificou o debate em todos os Estados e regiões do país. Já foram realizados Seminários Regionais sobre as Diretrizes Programáticas em três Regiões, com encontros em Porto Alegre (Sul), Rio de Janeiro (Sudeste) e Salvador (Nordeste), com cerca de 1.500 participantes em cada um. Nos próximos dias, o Norte e o Centro-Oeste reunirão suas colaborações nos Seminários de Manaus e Brasília.

Nesse período, integraram-se à Aliança dois novos partidos, PPS e PPL, contribuindo para os debates e ampliando um realinhamento político capaz de levar ideias, propostas e reivindicações dos diversos setores da sociedade _bem como o desejo de mudanças expresso pela população para as instituições políticas, especialmente parlamentos e governos_ para o processo eleitoral que se aproxima.

O avanço no entendimento programático permite, neste momento, que os partidos integrantes da Aliança ofereçam ao país uma alternativa política que possa nas eleições deste ano romper com uma bipolaridade que predomina no cenário político e que se radicalizou a ponto de degradar o ambiente de diálogo criado com a reconquista da democracia, colocando em risco os avanços econômicos e sociais.

Determinados a estabelecer um ambiente no qual o interesse público seja o único dominante na condução da República, as lideranças e os militantes dos partidos que compões a Aliança, delegaram aos líderes do PSB, Eduardo Campos, e da Rede, Marina Silva, a tarefa de representá-los nesse processo eleitoral, como pré-candidatos à Presidência da República.

Eduardo Campos destacou-se em sua militância estudantil, popular e cidadã, e na sua experiência política como deputado estadual, deputado federal, secretário no governo Miguel Arraes, ministro de Ciência e Tecnologia e governador de Pernambuco por dois mandatos. Marina Silva ganhou projeção como militante socioambiental, vereadora, deputada estadual, senadora e ministra do Meio Ambiente. Ambos são depositários da confiança das forças sociais e políticas que se unem para proporcionar ao Brasil uma possibilidade de mudança e evolução.

Para cumprir com sucesso essa missão, a campanha da chapa Eduardo Presidente e Marina Vice-Presidente, se confirmada pela convenção em junho, seguirá os seguintes princípios:

• Intensificar e aprimorar o diálogo com os diversos setores da sociedade, em parceria com os partidos aliados, para a elaboração do programa de governo;

• Motivar e mobilizar a população e todos os demais partidos na defesa do Brasil e da causa democrática, acima de divergências e da competição eleitoral.

• Buscar um realinhamento das forças políticas que historicamente demonstraram compromisso com a democracia, a soberania nacional, a justiça social e a cidadania e a defesa do meio ambiente, em torno de uma agenda estratégica para o desenvolvimento sustentável do país;

• Apoiar as iniciativas que estimulem o debate democrático sobre temas de interesse nacional de empenhar esforços para participar dessas iniciativas;

• Rejeitar todas as práticas que possam provocar o desgaste dos demais candidatos à Presidência da República, como os ataques pessoais nas ruas, nos meios de comunicação ou na internet;

• Aliar-se às iniciativas em defesa de uma campanha eleitoral limpa, que promova o necessário debate entre propostas e evite o embate estéril entre os concorrentes;

• Dar transparência e visibilidade às ações e à prestação de contas, nos meios de comunicação da campanha e em novos instrumentos tecnológicos a serem criados para esse fim;

• Buscar o envolvimento permanente e intenso da militância, dos simpatizantes, dos movimentos sociais e do variado ativismo socioambiental brasileiro para realizar uma campanha inovadora, interativa, participativa e colaborativa, que estimule os compromissos sociais com o programa de governo.

Mais que objetivos eleitorais, esses compromissos expressam um compromisso do PSB, da Rede, do PPS, do PPL e outras agremiações políticas que se juntarem a essa Aliança com o aperfeiçoamento da democracia e com o propósito de construir uma nova cultura política, essencialmente pacífica e democrática.

Só com a reafirmação permanente da democracia o Brasil será capaz de valorizar a contribuição de cada cidadão e cada cidadã na conquista de melhor qualidade de vida para as atuais e futuras gerações. A aliança que apresenta as candidaturas de Eduardo e Marina expressa o desejo intenso do povo brasileiro de superar as dificuldades e recuperar a esperança.

Brasília, 14 de abril de 2014


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Postado em 09/04/2014 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

Twitters de Eduardo Campos e Marina Silva são atacados

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Nos últimos dias os perfis oficiais no Twitter de Eduardo Campos (@EduardoCampos40) e de Marina Silva (@silva_marina) sofreram ataques de robôs facilmente identificáveis. Posts de ambos foram retuitados por perfis falsos, robotizados, gerando um tráfego anormal e artificial, com o possível intuito de criar confusão.

Já entramos em contato com o Twitter para notificá-lo do ocorrido. O Twitter nos respondeu que está constantemente limpando spam e “fake accounts” e que tomará as providencias necessárias com relação a esse caso.

Não compactuamos jamais com práticas como essas ou com o uso político de perfis “fakes” (falsos). As redes sociais, hoje, são um dos maiores palcos de debate sobre o Brasil e o futuro do país e defendemos uma discussão limpa, tanto nas ruas como na internet.

Mas quanto mais o debate sobre o novo Brasil se anuncia, mais os membros da velha política se assustam e tentam impedi-lo, também na internet. Mas este debate é inevitável. Quem determina isso é a sociedade brasileira e atacar perfis em redes sociais não impedirá que ele aconteça.

Equipes de Eduardo Campos e de Marina Silva


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